
Dedada pela Minha Melhor Amiga no Chão da Sala – Conto erótico lésbico
Quando a curiosidade vira desejo ardente e as mãos exploram cada segredo do corpo
Eu nunca imaginei que uma noite comum assistindo filme pudesse terminar assim. No entanto, bastou um olhar mais longo e um silêncio carregado para que tudo mudasse. De repente, ela me puxou com força para o tapete da sala. Caímos juntas, rindo nervosamente no início, mas logo o riso deu lugar a respirações pesadas e olhares famintos.
Beijos Molhados que Acenderam Tudo Primeiro, seus lábios encontraram os meus com urgência. Além disso, o beijo começou suave e rapidamente se tornou voraz. Nossas línguas se enroscavam com desejo, trocando saliva enquanto ela mordia de leve meu lábio inferior. Eu gemia baixinho contra sua boca, sentindo meu corpo esquentar. Enquanto isso, suas mãos deslizavam por baixo da minha roupa, apertando meus seios com vontade, beliscando os bicos até eu arquear as costas de prazer.
Sua putinha safada… sussurrou ela, colando os lábios no meu ouvido. Tá toda molhada pra mim, né? Confessa.
Dedos Habilidosos Explorando Meu Corpo Em seguida, sua mão desceu devagar pela minha barriga, invadindo minha calcinha sem cerimônia. Seus dedos encontraram minha boceta encharcada e começaram a circular o clitóris inchado, provocando ondas de tesão. Portanto, eu abri mais as pernas, entregando-me completamente.
De repente, ela enfiou dois dedos bem fundo, curvando-os no ponto certo. Eu soltei um gemido alto e longo: Ahhh… caralho… assim!
Enquanto ela me dedava gostoso, não parava de me beijar. Beijos intensos, molhados, quase agressivos. Ela chupava minha língua, mordia meu pescoço e voltava para minha boca, misturando nossos gemidos. Além disso, o barulho molhado dos dedos entrando e saindo ecoava pela sala, deixando tudo ainda mais excitante.
A Safadeza Aumentando a Cada Segundo Então ela acelerou o ritmo, enfiando um terceiro dedo e girando o polegar no meu clitóris. Eu me contorcia no chão, rebolando contra sua mão como uma vadia desesperada.
Isso, sua cachorra gostosa… rebola nessa mão ordenou ela, mordendo meu ombro. Goza pra mim, delícia. Quero sentir você apertando meus dedos.
Nesse momento, o prazer ficou insuportável. Meu ventre se contraía, as pernas tremiam e eu não conseguia segurar os gemidos altos que escapavam da minha garganta. Nossos beijos se tornaram ainda mais sujos e molhados, saliva escorrendo pelo queixo enquanto ela me fodia com os dedos cada vez mais fundo e rápido.
O orgasmo avassalador tomou conto de mim, não aguentei mais. Um orgasmo violento me atravessou como uma onda quente. Meu corpo inteiro tremeu forte, a boceta pulsando e apertando os dedos dela enquanto eu gritava contra sua boca: Ahhhhh… tô gozando… porra!
Ela continuou se movendo devagar, prolongando meu prazer ao máximo, até eu ficar mole, ofegante e suada no chão da sala.
Depois do prazer e ainda tremendo, puxei seu rosto para mais um beijo lento e profundo, cheio de gratidão e desejo renovado. Nossos corpos suados estavam colados, pernas entrelaçadas.
Ela sorriu com malícia contra meus lábios e murmurou: Agora é minha vez, sua safada…
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