
O boquete que me deixou sem forças… ela babava tanto que o chão ficou molhado
Eu mal conseguia acreditar no que estava acontecendo. Estava sentado na beira da cama do quarto de hotel, a luz baixa do abajur deixando tudo com um tom quente e safado. Minha calça e cueca já estavam arriadas até os tornozelos, e meu pau latejava no ar, duro como pedra, veias saltadas, a cabeça inchada brilhando de tanta excitação. Ela, essa mulher gostosa pra caralho, se ajoelhou devagar na minha frente, os joelhos no carpete, os cabelos soltos caindo sobre os ombros, e me olhou com aqueles olhos famintos.
Não disse uma palavra no começo. Só se aproximou, encostou o nariz bem na base do meu pau e inspirou fundo, cheirando tudo. Um cheiro forte, masculino, de suor, tesão acumulado. Ela gemeu alto, quase um ronronar.
Hmmmm… Que cheiro bom de pauzudo… murmurou rouca, o hálito quente batendo na minha pele.
E então começou. O boquete mais gostoso, molhado e dominador que eu já recebi na vida.
Ela abriu a boca e desceu devagar, primeiro só a língua quente lambendo a base, subindo devagar pela veia grossa até a cabeça. Quando chegou lá, deu uma lambida circular bem lenta, saboreando. Depois abriu mais a boca e engoliu a cabeça inteira, sugando com força. O barulho molhado ecoou no quarto: sluuuurp. A saliva dela já era abundante, quente, grossa. Começou a escorrer pelos cantos da boca enquanto ela descia mais fundo.
Eu gemi alto, a mão instintivamente indo pro cabelo dela. Ela babava tanto que parecia que estava derretendo. Filetes grossos de saliva desciam pelo meu pau, pingando nas bolas e caindo direto no chão com um som suave. Ela não ligava. Continuava chupando com fome, como se aquele pau fosse a única coisa que importava no mundo.
Caralho… eu sussurrei, a voz tremendo.
Ela tirou o pau da boca por um segundo, olhou pra cima com os lábios brilhando de baba, e sorriu safada.
Hoje eu tô com fome de pica… muita fome. Anos sem mamar uma rola assim, grossa, cheirosa, latejando pra mim.
E voltou. Dessa vez desceu fundo, a garganta relaxando, engolindo quase tudo. O barulho ficou ainda mais obsceno: gluck… gluck… gluck… A saliva borbulhava nos cantos, escorrendo em fios longos que caíam no chão, formando uma manchinha molhada no carpete. Ela chupava com tanta vontade que o queixo dela ficava molhado, baba pingando nos peitos dela, escorrendo entre os seios.
Eu sentia cada movimento. A língua dela girava por baixo, pressionando a veia, enquanto a boca apertava forte, sugando como se quisesse tirar minha alma pela pica. Era uma sucção poderosa, ritmada, gulosa. Ela balançava a cabeça pra frente e pra trás, cada vez mais rápido, fazendo aqueles barulhos molhados encherem o quarto. Meu pau entrava e saía brilhando, coberto de uma camada grossa de saliva dela.
Ela mudou de posição. Levantou um pouco, colocou as mãos nas minhas coxas e começou a chupar de lado, virando a cabeça, lambendo toda a extensão enquanto me olhava nos olhos. Depois deitou a cabeça no meu colo, abriu bem a boca e deixou eu foder a boca dela por cima. Eu segurei o pau e empurrei devagar, sentindo a garganta quente apertar. Ela gemia, o som abafado pelo pau na boca, saliva escorrendo sem parar.
Isso… mama gostoso… eu gemi.
Ela não respondia com palavras. Só chupava mais forte. Parecia que ela realmente estava faminta, como se tivesse passado anos sonhando com uma pica pra devorar. Cada vez que eu sentia o prazer subir, as bolas apertando, o gozo querendo explodir, ela percebia. Parava na hora. Tirava o pau da boca com um pop molhado, fios de baba ainda ligando os lábios dela à minha glande, e ficava me olhando com aquele ar dominador.
Calma, meu pauzudo… Você é meu hoje. Esse leitinho todo vai ser meu. Eu vou beber cada gota, tá entendendo? Não vai gozar ainda.
E voltava. Mais intensa. Sugava com maestria, alternando velocidade, profundidade, pressão. Às vezes só ficava com a cabeça na boca, chupando forte enquanto a mão masturbava a base. Outras vezes engolia tudo, nariz encostado na minha barriga, garganta massageando a cabeça.
Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes ela me levou à beira do gozo. Três, quatro, cinco vezes. Cada vez eu ficava mais desesperado, pernas tremendo, abdômen contraído, gemendo como um idiota. E ela ria baixinho, maliciosa, lambendo devagar só pra me torturar.
Olha como tá latejando… Que pauzudo delicioso. A sua puta tá louca pra engolir tudo isso.
Ela me fez levantar. Ficou de quatro no chão, de costas pra mim, mas virando o rosto pra trás, e continuou chupando nessa posição estranha e safada. Depois me fez sentar de novo e subiu no colo, mas de frente invertida, tipo um 69, só que concentrada só no pau. A bunda dela na minha cara, cheirosa, enquanto ela mamava com vontade, baba escorrendo pelas minhas bolas e coxas.
O cheiro dela misturado com o meu me deixava louco. Ela cheirava meu pau o tempo todo entre uma chupada e outra, inspirando fundo, gemendo de tesão.
Adoro esse cheiro forte… cheiro de macho com tesão… dizia, antes de voltar a engolir.
Em determinado momento ela ficou de joelhos novamente, mas com as mãos pra trás, só usando a boca. Era impressionante a habilidade dela. Sugava por inteiro, garganta profunda, saliva jorrando. O chão já estava molhado. Fios grossos de baba pendiam da boca dela, balançando a cada movimento de cabeça.
Eu me sentia completamente dominado. Essa mulher, tão gostosa, tão gulosa, tão mandona, estava no controle total. Eu, que geralmente sou o cara que comanda, estava rendido. Feliz pra caralho, mas dominado. Cada sucção tirava um pouco mais da minha energia. Era como se ela sugasse não só o prazer, mas toda a minha força pela pica. Minhas pernas fraquejavam, a cabeça girava de tanto tesão acumulado.
Você é meu pauzudo… ela repetia, voz rouca, cheia de saliva. Hoje eu vou mamar até secar você. Vou beber todo esse esperma grosso, quente… Tudo pra sua boqueteira.
Ela me levou à beira mais uma vez. Eu tava quase, quase explodindo. O pau pulsava forte na boca dela. Ela sentiu, parou, segurou a base apertado com a mão e ficou só lambendo a cabeça bem devagar.
Ainda não… Eu decido quando você goza.
Eu gemi frustrado, desesperado. O tesão era tão forte que doía. Mas era uma dor gostosa, viciante. Ela sorria, sabendo exatamente o poder que tinha.
Mudou de posição novamente. Me fez deitar na cama, subiu entre as minhas pernas e continuou. Agora com mais calma, mas ainda voraz. Lambeu as bolas, chupou uma de cada vez, encheu a boca de saliva e deixou escorrer tudo enquanto masturbava. Depois voltou pro pau, engolindo fundo, garganta apertando.
Os barulhos eram constantes: slurp, gluck, glllrk, sluuuurp. Baba escorrendo, pingando, molhando tudo. Os peitos dela estavam brilhando, o queixo molhado, o chão marcado.
Eu perdi a noção do tempo. Podem ter sido vinte minutos… Ela mamava sem parar, variando tudo. Rápido e agressivo, depois lento e provocante. Profundo e sufocante, depois só na cabeça, girando a língua como uma expert.
Eu suava, respirava pesado, gemia o nome dela (ou tentava, porque mal conseguia falar). Ela era a rainha. A fêmea dominante que transformava meu pau no centro do universo dela.
Olha pra mim ordenou em certo momento, tirando o pau da boca. Olha como eu tô babando por você. Isso tudo é tesão por essa pica grossa. Você é meu macho hoje. Meu pauzudo particular.
E voltou a chupar com fúria renovada. Eu sentia que não aguentaria muito mais. O prazer acumulado era insano. As bolas doíam de tão cheias. O pau latejava sem parar.
Ela percebeu que dessa vez era diferente. Em vez de parar, acelerou. Chupava mais fundo, uma mão massageava as bolas, a outra segurava a base, apertando e soltando no ritmo.
Goza pra mim… murmurou com o pau na boca. Goza na minha garganta garganta. Quero beber tudo.
Eu não resisti. O orgasmo veio como uma avalanche. Comecei a gozar forte, jatos grossos, quentes, explodindo direto na garganta dela. Ela não tirou. Engoliu tudo, gemendo de prazer, garganta trabalhando, sugando cada gota. Os olhos lacrimejavam, mas ela mantinha o contato visual, dominando até o final.
Eu gozei tanto que parecia que nunca ia parar. O corpo inteiro tremia, espasmos fortes, gemidos roucos saindo da minha garganta. Ela continuou mamando devagar, ordenhando até a última gota, limpando tudo com a língua e eu estava lá totalmente fraco e começando a querer tirar o pau da boca dela.
Quando finalmente parou, meu pau sensível ainda latejava, ela chegou perto do meu rosto e me beijou, eu senti meu próprio gosto misturado com a saliva dela, era gostoso demais.
Bom rapaz… ela sussurrou para mim.
Eu fiquei ali, exausto, feliz, completamente dominado por aquela mulher incrível. Foi o boquete mais safado, molhado, intenso e perfeito da minha vida. E eu mal podia esperar pra repetir.
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