
Contos eróticos femboy: Sentando no Consolo Grosso Minha Bundinha Gulosa adorou
Meu nome é Natan, mas quando entro no quarto e fecho a porta, viro a Skye uma garota de 29 anos, afeminada, tarada e completamente no cio.
Hoje não foi diferente. Assim que cheguei em casa, tomei um banho quente, passei meu creminho cheiroso e vesti minha saia plissada curta, sem calcinha. Meu pauzinho pequeno já estava meio duro só de imaginar o que ia fazer.
Deitei na cama, abri as pernas como uma putinha safada e peguei meu consolo grosso aquele de 22cm, bem veioso e com a cabeça inchada. Passei bastante lubrificante e comecei a roçar a ponta bem no meu cuzinho apertado.
“Ahh… caralho…”, gemi baixinho enquanto pressionava.
Então comecei a sentar devagar. A cabeça grossa forçando minha entradinha pequena, abrindo espaço. Meu pauzinho babava sem parar, pingando um fio transparente na minha barriguinha lisinha. Eu adoro essa sensação de ser invadida, de me sentir uma vadia completa.
Enquanto descia mais um pouco, fechei os olhos e imaginei meu primo. Aquele safado que eu desejo há anos. Fantasiei ele atrás de mim, segurando minha cintura fina e enfiando tudo de uma vez.
“Porra… me fode, primo…”, sussurrei, descendo mais forte.
De repente, cravei quase tudo. Meu cuzinho guloso engoliu o consolo grosso, apertando ele com força. Comecei a quicar devagar, depois mais rápido, sentando com vontade. A minha bunda batia contra aquela pauzão grosso, fazendo um barulhinho molhado delicioso.
Meu pauzinho pequeno balançava duro, babando sem parar. Cada sentada bruta fazia ele pulsar, latejando de tesão. Eu me sentia tão puta, tão feminina, tão entregue… exatamente como eu amo.
Além disso, aumentei o ritmo, quicando cada vez mais safada. Os gemidos saíam sem controle:
“Ahh… ai que gostoso… me arromba… me usa…”
Minha bundinha estava sendo destruída de um jeito delicioso. O consolo entrava e saía brilhando, abrindo meu cuzinho a cada descida bruta. Eu olhava para baixo e via meu pauzinho pequeno pingando, completamente louco de prazer.
Nesse momento, a fantasia ficou ainda mais forte. Imaginei meu primo me chamando de putinha, me mandando sentar mais fundo, me enchendo de porra quente. Isso me deixou ainda mais tarada.
Comecei a sentar com tudo, rebolando no consolo, sentindo ele bater bem no fundo. Meu corpo tremia, as pernas fraquejavam. Os gemidos viraram gritinhos agudos de menina no cio:
“Sou sua putinha… ai meu Deus… vou gozar…!”
Finalmente, não aguentei mais. Sentei bem fundo, girei o quadril e gozei sem nem tocar no pauzinho. Jatos finos saíram dele enquanto meu cuzinho apertava o consolo com força, pulsando sem parar.
Fiquei ali, sentada, ofegante, com o consolo enterrado até o talo, sentindo meu corpo todo formigar.
Um dia ainda vou conseguir seduzir meu primo de verdade. Enquanto isso, continuo sendo a femboy safada que senta gostoso toda noite, sonhando com a pica dele me arrombando de verdade.
