Fodendo Minha Mulher no Banheiro da Pizzaria – Contos Eróticos

Havíamos escolhido uma pizzaria aconchegante no centro da cidade para jantar. Minha mulher estava especialmente linda aquela noite, vestindo um vestido curto preto que marcava suas curvas e deixava suas pernas à mostra. Sentados numa mesa mais reservada, conversávamos e ríamos enquanto esperávamos a pizza. No entanto, algo mudou no ar quando ela cruzou as pernas e me olhou com aquele jeito safado que eu conheço bem.

Senti sua mão deslizar por baixo da mesa e apertar minha coxa, subindo devagar até roçar no volume que já começava a crescer na minha calça. Sorri e segurei sua mão, mas ela não parou. Além disso, aproximou o rosto e sussurrou no meu ouvido:

— Estou molhada só de te olhar… não consigo esperar até chegar em casa.

Meu pau endureceu imediatamente. Olhei ao redor. O restaurante estava razoavelmente cheio, mas o banheiro ficava no fundo do corredor, um pouco isolado. De repente, segurei sua mão com firmeza e levantei da mesa.

— Vem comigo disse baixinho.

Caminhamos discretamente até o banheiro unissex do fundo. Entrei primeiro, verificando se estava vazio, e puxei ela para dentro rapidamente, trancando a porta. Mal a porta fechou e já estávamos colados. Beijei-a com fome, nossas línguas se enroscando enquanto minhas mãos subiam por baixo do vestido e apertavam sua bunda macia.

Ela gemeu contra minha boca, esfregando o corpo no meu. Em seguida, desci a mão e afastei sua calcinha para o lado, sentindo sua boceta quente e encharcada. Dois dedos entraram facilmente, fazendo ela arquear as costas e soltar um gemido abafado.

— Shhh… quietinha sussurrei, mas sorri ao ver o quanto ela estava excitada.

Ela abriu minha calça com pressa, libertou meu pau duro e começou a masturbar com movimentos rápidos. A sensação da mão dela me deixou ainda mais louco. Portanto, eu a virei de frente para a pia, inclinei seu corpo e levantei o vestido até a cintura. A calcinha mal cobria sua bunda empinada. Puxei o tecido fino para o lado e esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada.

— Quero você agora pediu ela, empinando mais.

Então empurrei devagar, sentindo sua boceta quente me engolir centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, segurei seus quadris e comecei a meter com estocadas firmes. O som molhado de pele contra pele ecoava no banheiro pequeno. Ela segurava na borda da pia, gemendo mais alto do que deveria.

— Ahhh… assim… me fode gostoso pediu, a voz rouca.

Aumentei o ritmo, socando mais forte. Cada investida fazia seu corpo balançar. Eu observava pelo espelho: o rosto dela tomado de prazer, os seios balançando por baixo do vestido, minha mão descendo para massagear seu clitóris enquanto continuava penetrando fundo.

Enquanto isso, ouvíamos vozes no corredor. Alguém passou perto da porta, o que aumentou ainda mais a excitação do risco. Isso pareceu deixar ela ainda mais molhada. Ela rebolava contra mim, encontrando cada estocada com desejo.

— Mais forte… quero sentir você batendo bem fundo implorou.

Segurei seus cabelos de leve e acelerei, metendo com força bruta. O banheiro estava preenchido pelos sons obscenos da nossa foda. De repente, ela começou a tremer, a boceta apertando meu pau com força. Gozou violentamente, mordendo o próprio braço para abafar o gemido alto enquanto o corpo convulsionava.

Não parei. Continuei socando devagar, prolongando o prazer dela. Em seguida, tirei o pau, virei ela de frente para mim e a sentei na borda da pia. Abri bem suas pernas e voltei a penetrar, agora olhando nos olhos dela. Beijamo-nos com desespero enquanto eu metia fundo, sentindo suas unhas cravarem nas minhas costas.

— Você é tão safada… adorando ser comida no banheiro da pizzaria provoquei, acelerando novamente.

Ela sorriu maliciosamente e mordeu meu lábio.

— Sou sua puta… me usa como quiser.

O tesão estava no auge. Meti com estocadas curtas e potentes, sentindo suas paredes me massagearem. Depois de alguns minutos, senti que não aguentaria muito mais. Ela percebeu e apertou as pernas ao redor da minha cintura.

— Goza dentro… me enche toda pediu, a voz falhando de prazer.

Não segurei mais. Com um gemido rouco, explodi dentro dela, jatos quentes enchendo sua boceta enquanto ela gozava pela segunda vez, tremendo inteira nos meus braços.

Ficamos alguns segundos conectados, ofegantes, tentando recuperar o fôlego. Finalmente, saí devagar de dentro dela. Uma mistura de gozo escorreu pela coxa dela. Ajudei a ajeitar a calcinha e o vestido, dei um beijo longo e sorri.

— Vamos voltar pra mesa antes que percebam nossa ausência disse, ajustando minha calça.

Saímos do banheiro discretamente, com um sorriso cúmplice no rosto. Voltamos para a mesa como se nada tivesse acontecido. A pizza já havia chegado. Durante o resto do jantar, ela me olhava com aquele brilho safado, apertando minha perna por baixo da mesa, sabendo que a noite ainda estava longe de terminar.

A adrenalina do risco, o prazer urgente e a cumplicidade tornaram aquela simples saída para comer pizza numa das noites mais excitantes que tivemos.

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