Contos eróticos de casal, contos eróticos de milf dominadora
Eu gosto de dominar. Gosto de ver o macho se contorcendo por causa de mim, de deixar ele no limite e só então dar o que ele tanto implora. Meu marido já sabe como eu funciono. Naquela noite eu cheguei no quarto usando só uma calcinha branca fina que mal cobria o volume da minha buceta. Ele estava deitado na cama, camiseta e short, e eu subi devagar, ajoelhei de frente pra ele e abri as pernas.
Puxei a calcinha pro lado com dois dedos e mostrei a xota já inchada, molhada, os lábios carnudos separados. Ele engoliu em seco e a rola já marcava o short.
— Olha pra isso, falei baixinho, esfregando o dedo no meio da xota.
— Tá vendo como tá inchada pra você? Quer sentir?
Ele tentou levantar a mão e eu segurei o pulso dele contra o colchão.
— Não. Você só vai olhar e ficar duro. Eu mando aqui!
Continuei me tocando na frente dele, abrindo, fechando, deixando o líquido escorrer. Ele gemia baixo, a pica latejando. Eu me inclinei, puxei o short dele e a rola saltou pesada. Segurei na base e passei a cabeça na buceta, só esfregando, sem deixar entrar. Ele arqueou as costas e eu ri.
— Assim não. Primeiro você vai ficar louco.
Fiquei por cima esfregando a xota molhada na pica dele por um tempo longo. O barulho molhado enchia o quarto. Ele pedia pra eu sentar e eu só rebolava mais devagar, sentindo a glande passar no clitóris, na entrada, no cu, sem enfiar. Quando vi que ele estava prestes a gozar só com o atrito eu parei.
— Ainda não.
Levantei, tirei a calcinha de vez e joguei no rosto dele. Ele respirou fundo o cheiro e eu aproveitei pra montar de frente, segurando a pica e descendo só a ponta. A buceta engoliu a cabeça e eu fiquei assim, apertando, subindo e descendo só aqueles primeiros centímetros. Ele soltou um gemido rouco e eu segurei o peito dele com força.
— Você é meu brinquedo hoje. Eu quico, eu mando, eu decido quando você goza.
Aí eu sentei de verdade. Desci até o fundo de uma vez só e ele gritou. A cama rangeu alto. Comecei a quicar pesado, a bunda batendo forte no colo dele, o som de pele molhada ecoando. Cada descida eu enfiava tudo, a xota engolindo até as bolas. Rebolava circular, depois subia quase saindo e descia com força de novo. A cama batia na parede, o barulho alto pra caralho.
— Isso, sente essa buceta te engolindo amor, falei ofegante.
— Olha como eu tô te fodendo. Sua pica é minha agora.
Ele tentava meter de baixo e eu segurava os quadris dele no colchão.
— Quieto. Eu quico. Você só recebe.
Continuei. O ritmo ficou mais sujo, mais pesado. A cama rangia sem parar, o colchão afundava. Eu sentia a pica latejando dentro de mim e apertava de propósito, vendo a cara dele se contorcer. Levei a mão atrás e apertava as bolas dele enquanto quicava.
— Vai gozar? Vai encher essa buceta? Fala.
— Porra… vou… não aguento mais…
— Então enche. Me dá tudo.
Acelerei ainda mais. A bunda batia pesada, o barulho da cama misturado com o som da minha xota engolindo ele. Ele gozou gritando, jatos quentes enchendo tudo. Eu continuei quicando enquanto ele esporrava, sentindo o leite vazar pelas laterais, escorrendo nas bolas dele e molhando o lençol. A sensação de ficar cheia me deixou louca. Continuei sentando forte mesmo depois dele gozar, espremendo cada gota.
Quando ele amoleceu um pouco eu ainda não parei. Fiquei rebolando devagar, sentindo a porra quente dentro, o excesso saindo. Depois levantei, virei de costas e sentei de novo, agora de costas pra ele. A bunda grande cobriu o colo e eu desci até o fundo outra vez. Ele ainda estava semi-duro e eu usei isso. Quiquei de costas, rebolando pesado, a cama voltando a ranger alto.
— Ainda tem porra aí? Então me dá mais falei olhando por cima do ombro.
— Eu quero essa buceta transbordando.
Ele agarrou minha cintura e eu deixei, mas continuei no controle, ditando o ritmo. Sentei com força, subi, desci, rebolei em círculos largos. O barulho da cama era constante. Em pouco tempo ele endureceu de novo e eu sorri.
— Bom menino. Agora me fode de verdade enquanto eu quico.
Ele metia de baixo e eu encontrava cada estocada com a bunda. O quarto inteiro cheirava a sexo. Eu gemia alto, sujo, falando putaria sem parar.
— Isso, usa essa pica. Me enche de novo. Eu amo sentir sua porra escorrendo.
O segundo gozo dele veio mais forte. Eu senti os jatos batendo fundo e continuei quicando pra forçar tudo pra dentro. Quando ele terminou eu fiquei empalada, rebolando devagar, sentindo o excesso vazar e escorrer pela bordinhas da xota. A cama ainda rangia com o movimento leve.
Passei a mão entre as pernas, coletei um pouco da porra que escorria e levei à boca, chupando na frente dele.
— Delícia. Sua porra fica gostosa dentro de mim.
Ele estava destruído, ofegante, e eu ainda não tinha terminado. Fiquei por cima mais um tempo, usando a pica mole só pra sentir o volume e o leite quente. Depois deitei ao lado, a buceta latejando, cheia, o líquido escorrendo devagar no lençol.
Ele virou o rosto pra mim e eu sorri, satisfeita.
— Gostou de ser meu brinquedo hoje?
Ele só conseguiu assentir, ainda sem fôlego. Eu passei a mão na própria xota, sentindo o excesso, e fechei os olhos. A cama ainda cheirava a nós dois. E eu já sabia que antes do sol nascer eu ia montar nele de novo.

