Minha Buceta Peluda Foi Chupada e Fodida Até Ficar Cheia de Porra – Conto Erótico Buceta Peluda

Minha buceta peluda foi chupada e fodida até ficar cheia de porra. Conto erótico real e safado em primeira pessoa.

Eu sempre tive orgulho da minha buceta. Não daquelas lisinhas de revista, não. A minha é peluda de verdade. Um mato cerrado, escuro, macio e cheiroso que cobre tudo. Desde adolescente eu deixei crescer.

Nunca gostei de depilar. Acho feio aquela coisa careca. Prefiro sentir o volume dos pelos quando fecho as pernas, o cheiro forte que sobe quando eu fico molhada, a textura grossa que coça gostoso quando o pau raspa.

Aquele dia eu tava sozinha em casa. Meu marido tinha viajado a trabalho. Eu tomei banho, me olhei no espelho e passei a mão entre as pernas. Os pelos estavam densos, úmidos só de eu pensar. Passei o dedo no meio e senti a fenda quente se abrindo.

Já tava molhada. Sentei na beirada da cama, abri as pernas e fiquei me olhando no espelho do guarda-roupa. A buceta peluda aberta, os fios escuros brilhando, o clitóris inchado aparecendo no meio do mato.

Eu gosto de me ver assim. Gosto de saber que qualquer homem que colocar a cara ali vai sentir o cheiro forte e a textura dos pelos na boca.

Peguei o telefone e mandei mensagem pro meu amante. Aquele cara casado que me fode escondido há meses. Escrevi só: “Tô com a buceta peluda pingando.

Vem chupar.” Ele respondeu em menos de um minuto. Meia hora depois a campainha tocou.

Ele entrou, me empurrou contra a parede e beijou minha boca com fome. Eu já tava de shortinho e camiseta larga, sem calcinha. A mão dele desceu, passou por cima do tecido e apertou. Sentiu o volume. Os olhos dele brilharam.

— Porra… tá ainda mais cabeluda que da última vez.

Eu ri baixo, abri as pernas e enfiei a mão dele dentro do short. Os dedos dele se enroscaram nos pelos grossos, puxaram um pouco, sentiram a umidade que já escorria. Ele gemeu no meu pescoço.

— Que cheiro de puta… adoro essa buceta fedida de mato.

Puxei ele pro quarto. Tirei a camiseta, tirei o short e fiquei nua na frente dele. Ele ficou parado olhando. Eu abri as pernas, separei os lábios com os dedos e mostrei tudo.

O mato escuro, os fios molhados grudados, a entrada rosada piscando. Ele se ajoelhou na hora.

A língua dele afundou no meio dos pelos. Eu soltei um gemido alto quando senti o quente da boca cobrindo tudo. Ele não tentou desviar dos pelos. Chupou junto.

A língua passava por cima do mato, puxava os fios com os dentes de leve, enfiava fundo e voltava lambendo os pelos molhados. O barulho era nojento e gostoso. Eu sentia a saliva dele escorrendo pela bunda, misturada com meu líquido.

— Come essa buceta cabeluda… come direito, caralho…

Ele agarrou minhas nádegas e puxou meu quadril pra frente, afundando o rosto inteiro. O nariz dele sumiu no mato. Eu sentia a respiração quente contra os pelos, a língua batendo no clitóris inchado, os lábios sugando forte.

A cada chupada os pelos molhados grudavam na boca dele. Eu rebolei na cara dele, esfregando a buceta peluda com vontade, sujando a barba dele de porra e saliva.

Gozei rápido. As pernas tremeram, a buceta latejou, ele não parou. Continuou chupando enquanto eu gozava, engolindo tudo, lambendo os pelos encharcados.

Quando eu empurrei a cabeça dele pra longe, o rosto tava brilhando, os pelos da minha buceta grudados na barba.

Ele se levantou, tirou a roupa e a rola dele tava dura pra caralho, grossa, a cabeça inchada e molhada de pré-gozo. Eu me joguei na cama de quatro, abri as pernas e olhei por cima do ombro.

— Enfia. Quero sentir esse pau rasgando a minha buceta.

Ele ajoelhou atrás de mim, segurou a rola e passou a cabeça grossa no meio dos pelos. Esfregou devagar, deixando a glande se molhar, puxando os fios com a cabeça do pau. Depois enfiou. De uma vez só.

O pau abriu caminho entre os pelos molhados e sumiu inteiro. Eu gritei, a sensação de ser preenchida enquanto os pelos se esmagam contra a base do pau dele é única. Quente, apertado, sujo.

Ele começou a meter, devagar no começo, sentindo a textura, cada vez que entrava, os pelos da minha buceta se enrolavam na rola, quando saía, puxava um pouco. O barulho era molhado e grosso, eu empurrava a bunda pra trás, encontrando as estocadas, querendo mais fundo.

— Mais forte… fode essa buceta peluda… fode como se fosse uma puta de rua…

Ele agarrou meu cabelo e puxou. As estocadas ficaram pesadas. O pau entrava inteiro, as bolas batiam nos meus pelos, o som de pele molhada enchia o quarto, eu gemia alto, sem vergonha. A cada metida eu sentia os pelos sendo esmagados, o cheiro forte subindo, a buceta escorrendo pela coxa.

Ele parou, tirou o pau e me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas o máximo que deu e olhou de novo. A buceta tava aberta, os pelos todos molhados e bagunçados, a entrada vermelha e latejando, ele cuspiu em cima e esfregou a saliva na minha bucetinha com a mão.

— Que buceta nojenta… adoro.

Enfiou de novo, agora de frente. Eu segurei as minhas próprias pernas, abrindo mais, mostrando tudo. Ele metia com força, olhando pra baixo, vendo o pau sumir no meio dos pelos. Eu sentia cada veia, cada estocada batendo no fundo.

A mão dele desceu e começou a esfregar meu clitóris por cima do mato. Os dedos escorregavam nos pelos molhados, apertavam o botão inchado, puxavam os fios enquanto fodia.

Eu gozei de novo. Dessa vez foi mais forte. A buceta apertou o pau dele com força, latejou, e eu gozei escorrendo, molhando a base da rola e os pelos. Ele não parou.

Continuou metendo enquanto eu tremia, o pau deslizando fácil na porra que eu tinha soltado.

— Vou gozar… onde você quer?

— Dentro… jorra tudo dentro da buceta peluda… quero sentir escorrendo no mato…

Ele acelerou. As estocadas ficaram curtas e violentas. Eu sentia as bolas batendo, o pau latejando. Quando ele gozou, eu senti o jato quente batendo fundo. Vários jatos. Ele ficou metendo devagar enquanto descarregava, empurrando a porra pra dentro.

Quando tirou o pau, um fio grosso de porra saiu junto e escorreu pelo meio dos pelos, grudando nos fios escuros.

Ele ficou olhando. Eu separei os lábios com os dedos e mostrei a entrada cheia, a porra branca contrastando com o mato molhado. Passei o dedo, misturei tudo e chupei.

— Ficou ainda mais gostosa assim… cheia de porra e peluda.

Ele riu, ainda ofegante, e se jogou ao meu lado. A mão dele voltou pra entre as minhas pernas, brincando com os pelos molhados, passando o dedo na porra que escorria. Eu abri mais as pernas e deixei.

— Ainda não terminou, né? Quero mais. Quero essa boca de novo nessa buceta fedida.

Ele desceu sem falar nada. A língua voltou a trabalhar. Agora misturando minha porra com a dele, lambendo os pelos sujos, chupando o clitóris inchado, enfiando a língua dentro pra tirar o que ainda restava.

Eu rebolei na cara dele de novo, sujando tudo, gemendo baixo, a mão no cabelo dele segurando firme.

Ficamos assim um bom tempo. Ele chupando, eu gozando mais uma vez, a buceta peluda virando uma bagunça de saliva, porra e líquido. Quando ele subiu de novo, a rola já tava dura outra vez. Eu subi em cima, segurei o pau e enfiei sozinha.

Sentei até o fundo, sentindo os pelos da minha buceta se esmagarem contra a virilha dele.

Comecei a quicar. Devagar no começo, sentindo a rola mexer dentro, a porra antiga escorrendo pra fora e molhando os pelos ainda mais. Depois acelerei.

A bunda batendo, os peitos pulando, o mato molhado fazendo barulho cada vez que eu descia. Ele segurava minha cintura e metia de baixo pra cima, encontrando o movimento.

— Isso… quica nessa buceta cabeluda… usa ela…

Eu rebolava, girava o quadril, subia quase saindo e descia com força. A cada movimento eu sentia os pelos sendo puxados, a textura grossa contra a pele dele.

O cheiro tava forte pra caralho. Eu gemia sem parar, a voz rouca, a boca aberta.

Gozamos juntos dessa vez. Eu senti a buceta apertar de novo e ele jorrar mais porra dentro. Continuei quicando enquanto ele gozava, espremendo tudo, sentindo o excesso vazar e escorrer pelo meio do mato, descendo pela coxa e molhando a cama.

Quando parei, fiquei sentada em cima dele, o pau ainda dentro, latejando. Passei a mão entre nós dois e senti a bagunça. Pelos molhados, porra escorrendo, buceta latejando. Levantei o dedo e mostrei pra ele.

— Olha o estado da minha buceta. Toda suja, peluda e cheia de porra.

Ele puxou meu dedo e chupou. Depois me puxou pra baixo e beijou minha boca, ainda com gosto de nós dois.

Ficamos ali, suados, o cheiro de sexo impregnado no quarto. Eu sabia que em breve ele ia ter que ir embora. Mas enquanto isso eu queria mais.

Queria sentir aquela língua de novo no mato, queria mais porra escorrendo pelos pelos, queria ficar com a buceta peluda destruída até o dia seguinte.

Passei a mão no cabelo dele e falei baixo, perto da orelha:

— Ainda tem porra sobrando nessa rola? Porque eu quero mais uma vez. Dessa vez quero você me comendo de lado, bem devagar, pra eu sentir cada centímetro entrando no meio desses pelos.

E quando for gozar… jorra tudo de novo. Quero acordar amanhã com a buceta fedendo a porra e mato.

Ele já tava endurecendo de novo dentro de mim. Eu sorri. A noite ainda era longa. E a minha buceta peluda ainda não tinha tido o suficiente.


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