Duas Bucetinhas Peludas, gozando com minha amiga bucetuda – Conto Erótico Lésbico

Naquela noite quente, eu e Sofia estávamos sozinhas no quarto, as duas completamente loucas de tesão. Sofia é linda, corpo grande, bundona empinada, peitos pesados com bicos rosados que viviam duros. Eu também não fico atrás: peitos grandes, coxas grossas e uma bucetinha bem peludinha, escura e cheia, que marcava qualquer calcinha que eu usasse.

Nós duas estávamos só de calcinha. A dela era branca e fina, já completamente molhada, com os pelos pretos da xota escapando pelos lados. A minha era preta e também encharcada.

— Vem cá, minha safada eu chamei, puxando ela para a cama.

Nós nos beijamos com fome, línguas se enrolando, saliva trocando. Minhas mãos apertavam aqueles peitos grandes dela, beliscando os bicos durinhos enquanto ela gemia na minha boca. Depois desci beijando o pescoço, a barriga macia e gostosa, chupando a pele dela com força, deixando marcas vermelhas.

Sofia gemeu alto quando eu cheguei na barriga dela, lambendo e chupando devagar, sentindo o cheiro forte que subia da bucetinha peluda.

— Lara… desce mais… quero sua boca na minha xota.

Eu tirei a calcinha dela devagar. A bucetinha de Sofia era linda: cheia de pelos pretos brilhantes de tesão, lábios grossos e inchados, já abertos e pingando. O cheiro era forte, quente, aquele cheiro delicioso de vadia molhada. Eu enfiei o rosto ali, esfregando meu nariz nos pelos, sentindo o calor e o aroma forte invadir minhas narinas.

— Porra, Sofia… sua buceta tá cheirando tanto… que delícia.

Eu abri a boca e comecei a chupar com muita saliva. Lambia tudo, de baixo para cima, encharcando os pelos com minha baba. Chupava os lábios grossos, sugava o clitóris inchado, enfiava a língua bem fundo na xotinha quente e melada. Sofia segurava minha cabeça, rebolando contra meu rosto.

— Isso, Lara! Chupa essa bucetinha peluda! Lambe tudo, sua puta… tá me deixando louca.

Enquanto eu mamava na xota dela, enfiei um dedo no cuzinho apertado. Sofia soltou um gemido alto, tremendo.

— Ai, caralho… deda meu cu enquanto chupa minha buceta. Assim… enfia mais.

Eu girava o dedo dentro do cuzinho dela, sentindo ele apertar, enquanto minha boca não parava de chupar e babar na bucetinha peluda. O quarto inteiro estava tomado pelo cheiro forte de duas mulheres excitadas. Era um cheiro doce, azedo e viciante.

Sofia me puxou para cima e me beijou, sentindo o próprio gosto na minha boca. Depois me deitou de costas e tirou minha calcinha. Minha bucetinha também era bem peludinha, escura e molhada.

— Agora é minha vez disse ela, abrindo minhas pernas.

Sofia colou a bucetinha dela na minha. Nós começamos a esfregar as duas xotas peludas uma contra a outra, devagar no começo. Os pelos se misturavam, as bucetas molhadas deslizavam, clitóris se tocando. O barulho molhado era obsceno e gostoso.

— Hummm… que delícia sentir sua bucetinha peluda roçando na minha gemi, segurando a bunda grande dela.

Nós aceleramos, rebolando forte, xota contra xota, pelos molhados se esfregando. O cheiro ficava cada vez mais forte no ar. Peitos grandes batendo uns contra os outros, bicos duros roçando. Sofia se inclinou e começou a chupar meus peitos, mordendo os bicos enquanto continuava esfregando a bucetinha na minha.

— Quero gozar assim… esfregando essa xota peluda na sua ela gemeu.

Eu enfiei a mão entre nós duas e comecei a dedar o cuzinho dela de novo, enquanto ela fazia o mesmo comigo. Nossos dedos entravam e saíam dos cuzinhos apertados enquanto as bucetas continuavam se amando, molhadas e peludas.

O prazer foi crescendo rápido. Eu sentia minha bucetinha latejando, os pelos encharcados do tesão dela e do meu.

— Sofia… eu vou gozar… continua esfregando essa bucetinha gostosa na minha!

Nós rebolamos mais rápido, xotas escorregando, clitóris batendo. Eu gozei primeiro, tremendo inteira, soltando um gemido longo. Sofia veio logo depois, apertando minha buceta com a dela, gozando forte enquanto me beijava.

Nós ficamos um tempo esfregando devagar, aproveitando os espasmos, o cheiro forte de porra de buceta no ar.

Depois Sofia desceu e abriu minhas pernas novamente.

— Quero chupar você agora… quero beber tudo.

Ela enfiou o rosto na minha xota peluda e chupou com vontade, babando muito, lambendo cada pelinho, enfiando a língua fundo. Eu segurei a cabeça dela, rebolando contra sua boca enquanto ela dedava meu cuzinho.

— Isso… chupa minha bucetinha toda… bebe meu gozo, sua vadia.

Eu gozei de novo na boca dela, tremendo, apertando as coxas ao redor da cabeça linda da Sofia.

Nós passamos a noite inteira assim: bucetas peludas se amando, bocas cheias de saliva, dedos nos cuzinhos, peitos sendo chupados e o cheiro forte de duas vadias molhadas dominando o quarto.

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