Estávamos sozinhas no apartamento dela depois de um filme que nenhuma de nós prestou atenção. O clima ficou pesado desde o momento em que ela colocou a mão na minha coxa. Sem dizer muita coisa, nos aproximamos e o beijo veio naturalmente, quente, molhado, cheio de urgência. Nossas línguas se enroscavam enquanto eu apertava seus seios por cima da blusa fina.
— Tira essa roupa logo, quero te sentir toda pedi, mordendo seu lábio inferior.
Ela sorriu safada e tirou a blusa e o short rapidamente. Fiquei nua junto com ela. Caímos no sofá, corpos colados, mãos explorando cada curva. Beijei seu pescoço, desci pelos seios, chupei os mamilos com vontade até ela gemer e arquear as costas.
— Isso… chupa meus peitos… adoro quando você fica assim gemeu ela, segurando minha cabeça.
Desci mais, beijando sua barriga até chegar entre suas pernas. Abri suas coxas e admirei sua boceta já brilhando de tesão. Passei a língua devagar por toda a extensão, saboreando seu gosto doce. Ela soltou um gemido longo quando concentrei no clitóris, circulando e sugando suavemente.
— Porra… que língua boa… continua chupando minha bucetinha assim implorou, rebolando contra meu rosto.
Aumentei a intensidade, lambendo mais rápido, enfiando a língua dentro dela enquanto esfregava seu clitóris com o nariz. Seus gemidos enchiam a sala. Em seguida, desci um pouco mais e lambi seu cuzinho enrugado, circulando devagar. Ela tremeu inteira.
— Ai caralho… você vai me comer no cu também? Que delícia… lambe meu cuzinho gostoso disse ela, a voz rouca de tesão.
Chupei seu ânus com dedicação, alternando entre a boceta e o cuzinho, enfiando a língua em ambos enquanto ela se contorcia. Dois dedos entraram na boceta dela, fodendo com ritmo enquanto eu continuava lambendo o cuzinho.
— Isso… me chupa nos dois buracos… sou tua puta safada… não para gemia ela sem parar, segurando meus cabelos com força.
Depois de deixá-la à beira do orgasmo, trocamos de posição. Ela me deitou no sofá e abriu minhas pernas bem abertas. Começou beijando a parte interna das minhas coxas, subindo devagar até chegar na minha boceta encharcada.
— Olha como você tá molhada… essa bucetinha tá pedindo boca murmurou ela, passando a língua larga por toda minha fenda.
Soltei um gemido alto quando ela chupou meu clitóris com força. A sensação era incrível. Ela lambia, sugava e enfiava a língua fundo, fazendo barulhos molhados que me deixavam ainda mais excitada.
— Chupa mais forte… adoro sentir sua boca na minha buceta pedi, rebolando contra o rosto dela.
Enquanto isso, ela desceu e atacou meu cuzinho, lambendo com fome, circulando e tentando enfiar a ponta da língua. A sensação dupla me fazia tremer.
— Isso… lambe meu cuzinho também… que boca gulosa gemi, apertando meus próprios seios.
Ela alternava entre os dois buracos com maestria: chupava minha boceta com vontade, depois voltava para o cuzinho, enfiando dois dedos na minha entrada molhada enquanto lambia meu ânus. Eu não conseguia ficar quieta.
— Você é uma safada deliciosa… adoro quando você me come inteira falei, ofegante.
Ela sorriu entre minhas pernas e acelerou, chupando meu clitóris com mais pressão enquanto os dedos entravam e saíam rápido. Meu corpo começou a tremer.
— Não para… vou gozar na sua boca… continua chupando assim avisei, quase gritando.
Gozei forte, apertando a cabeça dela entre minhas coxas enquanto ondas de prazer me atravessavam. Ela continuou lambendo devagar, prolongando meu orgasmo até eu ficar mole.
Não demorou para trocarmos novamente. Coloquei ela de quatro no sofá, empinei aquela bunda gostosa e enterrei o rosto entre suas nádegas. Chupei sua boceta de trás, lambendo tudo, depois foquei no cuzinho, enfiando a língua o máximo possível.
— Isso… come meu cuzinho com essa língua… me faz de vadia gemia ela, empinando mais a bunda contra meu rosto.
— Você é minha vadia hoje… adoro comer esses dois buracos apertados respondi, antes de voltar a chupar com fome.
Enfiei três dedos na boceta dela enquanto lambia o cuzinho sem parar. Ela rebolava desesperada, gemendo alto e falando sem filtro.
— Me chupa toda… sou tua putinha de buceta e cu… enfia essa língua bem fundo… quero gozar assim.
O tesão dela me deixava louca. Alternei os buracos com rapidez, chupando, lambendo e sugando até sentir ela ficar tensa.
— Tô gozando… não para… chupa meu cuzinho enquanto eu gozo! Gritou ela, o corpo convulsionando forte.
Gozei junto com ela apenas de ouvir seus gemidos. Depois caímos no sofá, suadas e ofegantes, trocando beijos lentos e molhados, ainda sentindo o gosto uma da outra na boca.
— Isso foi incrível… podemos repetir sempre que quiser disse ela, sorrindo.
Eu sorri de volta e acariciei sua bunda.
— Pode ter certeza que vamos repetir… e muito.

