Meu Chefe Me Fodeu na Mesa da Sala de Reuniões – Conto Erótico

Eu sempre soube que era perigoso. O Rodrigo era meu chefe direto, casado, dez anos mais velho e extremamente proibido. Mas tinha algo no jeito como ele me olhava durante as reuniões que me deixava molhada só de imaginar. Naquela noite, o escritório já estava praticamente vazio. Eram quase nove da noite e tínhamos ficado até tarde finalizando um projeto urgente.

Ele saiu da sala dele e parou na porta da minha baia, afrouxando a gravata.

— Você não precisa ficar até tão tarde, Clara. Já fez mais do que o suficiente hoje.

Eu me virei na cadeira, cruzando as pernas devagar, deixando a saia subir um pouco mais.

— Eu gosto de terminar o que começo… respondi, sustentando o olhar dele.

Ele sorriu daquele jeito que fazia meu estômago revirar. Entrou na minha baia, fechou a porta de vidro e encostou nela.

— Você sabe que isso é arriscado, né? perguntou, a voz mais baixa.

— Sei. E você também sabe que eu não ligo.

Ele se aproximou, me puxou pela cintura e me beijou. Não foi um beijo suave. Foi urgente, faminto, como se ele estivesse segurando aquilo há meses. Suas mãos desceram direto para minha bunda, apertando por cima da saia justa.

— Você não imagina quantas vezes eu pensei em te foder bem aqui, nessa mesa — confessou contra minha boca, mordendo meu lábio inferior.

— Então para de falar e faz logo provoquei, abrindo o cinto dele com as duas mãos.

Ele me levantou com facilidade, sentou-me na borda da mesa e abriu minhas pernas. Ajoelhou-se, puxou minha calcinha para o lado e passou a língua quente por toda minha boceta já encharcada. Soltei um gemido baixo, segurando a cabeça dele.

— Caralho, Rodrigo… você chupa tão bem… continua assim.

Ele não respondeu com palavras. Apenas enfiou a língua mais fundo, chupando meu clitóris com força enquanto dois dedos me fodiam devagar. Eu rebolava contra o rosto dele, mordendo o braço para não fazer barulho. O risco de algum funcionário da limpeza aparecer deixava tudo mais intenso.

— Eu tô louca pra sentir seu pau… me fode logo, por favor implorei, a voz tremendo.

Ele se levantou, abriu a calça e liberou o pau grosso, já latejando. Esfregou a cabeça na minha entrada, me provocando.

— Olha como você tá molhada pra mim… essa bocetinha safada tá piscando pedindo rola.

— É toda sua hoje… me arromba respondi, puxando ele pela gravata.

Ele empurrou devagar no começo, mas logo meteu tudo de uma vez. Soltei um gemido mais alto do que pretendia. Ele tampou minha boca com a mão enquanto começava a socar com força, a mesa rangendo a cada estocada.

— Shhh… quietinha. Não quero ninguém ouvindo você gemendo como uma puta no meu escritório.

As palavras dele me deixaram ainda mais excitada. Eu rebolava contra ele, recebendo cada investida fundo.

— Então me fode mais forte… me trata como sua puta particular sussurrei no ouvido dele.

Ele tirou o pau, me virou de costas e me curvou sobre a mesa. Levantou minha saia até a cintura e meteu novamente, agora ainda mais fundo. O som molhado da nossa foda ecoava na sala silenciosa. Ele dava tapas firmes na minha bunda enquanto socava sem piedade.

— Isso… bate nessa bunda… eu adoro quando você me usa assim gemi, empinando mais.

Ele segurou meus cabelos, puxando minha cabeça para trás enquanto acelerava.

— Você é tão apertadinha… melhor do que eu imaginava. Essa boceta foi feita pra levar minha rola.

Eu estava quase gozando quando ele saiu de dentro de mim e me fez ajoelhar. Segurou meu queixo e enfiou o pau na minha boca.

— Chupa gostoso… quero ver você engolindo tudo.

Eu chupei com vontade, lambendo toda a extensão, sentindo meu próprio gosto nele. Olhava pra cima enquanto ele fodia minha boca com estocadas controladas.

— Que boca boa pra caralho… você mama pau melhor do que minha mulher confessou, gemendo baixo.

Aquilo me deixou ainda mais safada. Segurei as bolas dele e chupei mais fundo, engasgando de leve.

Ele me levantou novamente, sentou na cadeira do chefe e me puxou para o colo. Desci devagar sobre o pau dele, sentindo cada centímetro me abrir. Comecei a cavalgar, rebolando fundo enquanto ele chupava meus seios por cima da blusa.

— Isso… senta gostoso… rebola nessa rola toda mandou ele, apertando minha cintura.

— Você gosta assim? Gosta de me ver quicando no seu pau no meio do escritório? Perguntei, acelerando o movimento.

— Porra, adoro… você é muito mais safada do que parece.

Eu cavalgava cada vez mais rápido, sentindo o orgasmo se aproximando. Ele enfiou a mão entre nós e massageou meu clitóris.

— Goza pra mim, Clara… quero sentir você apertando meu pau.

Não aguentei. Gozei forte, tremendo inteira, mordendo o ombro dele para abafar o grito. Ele me segurou firme e continuou metendo por baixo, até que também gozou, enchendo-me com jatos quentes e grossos.

Ficamos um tempo assim, ofegantes, colados. Ele acariciava minhas costas por baixo da blusa.

— Isso não pode virar hábito… disse ele, mas o sorriso entregava que queria repetir.

Eu beijei seu pescoço e respondi:

— Pode sim. E vai virar. Sempre que você quiser me foder depois do expediente, é só me chamar.

Ele riu baixinho e me apertou contra o peito.

— Você vai me deixar louco, Clara.

Saímos do escritório quase meia hora depois, como se nada tivesse acontecido. Mas eu sabia que, a partir daquela noite, nada mais seria igual.

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