Cheguei em casa com a bucetinha latejando o dia inteiro. Estava absurdamente molhada, excitada sem motivo aparente. Mal tirei os sapatos e já fui para o quarto, tirando a roupa com pressa. Fiquei completamente nua, peguei meu vibrador roxo favorito, com várias velocidades e a cinta para prender na coxa e me deitei na cama.
Minha xoxota estava encharcada, brilhando de tanto tesão. Passei a cabeça do vibrador entre os lábios, espalhando minha lubrificação natural, e empurrei devagar para dentro. Soltei um gemido longo quando ele me preencheu.
— Ahhh… que delícia… tá entrando tão gostoso…
Prendi a cinta firmemente na minha coxa direita, ajustando para que o vibrador ficasse bem fundo e firme dentro de mim. Liguei na velocidade mais baixa. O tremor começou suave, massageando minhas paredes internas. Mordi o lábio e comecei a rebolar devagar.
— Porra… isso… vibra bem gostoso aí dentro…
Aumentei para a segunda velocidade. O zumbido ficou mais forte e eu não consegui ficar quieta. Levantei da cama e comecei a andar pelo quarto, rebolando o quadril de forma exagerada. Cada passo fazia o vibrador se mover e tremer em pontos diferentes dentro da minha bucetinha molhada.
— Caralho… tá tremendo todinho… me deixando louca…
Parei em frente ao espelho e abri as pernas. Ver o vibrador roxo preso na minha coxa, entrando e saindo levemente da minha xoxota enquanto eu rebolava, me excitou ainda mais. Aumentei mais a velocidade.
— Uuuuhhh… que gostoso… tá massageando tudo lá dentro… ahh porra…
Voltei para a cama, deitei de costas e puxei as pernas bem abertas. Liguei no modo pulsado. O vibrador começou a dar aqueles choques ritmados de intensidade, me fazendo arquear as costas.
— Ai meu Deus… tá batendo certinho no ponto… vou ficar louca…
Comecei a rebolar com mais força contra o aparelho, fodendo ele com o quadril. Os gemidos saíam cada vez mais altos e descontrolados.
— Isso… continua vibrando… tá me deixando tão molhada… caralhooo!
Virei de lado, depois de bruços, empinando a bunda bem alto. Rebolava para trás como se estivesse cavalgando, fazendo o vibrador entrar e sair enquanto tremia sem parar. Estava escorrendo pelos meus lábios, molhando a coxa e a cinta.
— Tô me sentindo uma puta safada… olha como eu tô rebolando nesse vibrador… ahhh… ahhh… não para!
Aumentei para a velocidade máxima. O quarto inteiro parecia vibrar junto com o aparelho. Meu clitóris estava inchado e sensível. Toquei ele com os dedos enquanto rebolava desesperadamente.
— Porra… tô virando uma vadia… tá bom demais… vou gozar… vou gozar caralhooo!
O primeiro orgasmo me acertou forte. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas se esticaram e eu gritei, apertando os lençóis enquanto minha bucetinha pulsava violentamente ao redor do vibrador.
— Tô gozando… tô gozando tanto… aaaahhh!
Não desliguei. Deixei ele no máximo e continuei rebolando devagar, prolongando o prazer. Dois minutos depois veio o segundo orgasmo, ainda mais intenso.
— De novo… tô gozando de novo… que delícia… porra que vibração gostosa!
Fiquei de quatro, empinei a bunda e continuei fodendo o vibrador com força. Falava sozinha, gemendo alto, completamente entregue:
— Isso… me deixa louca… tá me destruindo por dentro… sou uma putona viciada em vibrador… ahhh… ahhh!
Gozei pela terceira vez, depois pela quarta. No final estava suada, tremendo, a voz rouca de tanto gemer. Desliguei o vibrador aos poucos, sentindo minha bucetinha pulsar, inchada e extremamente sensível.
Fiquei deitada por um tempo, recuperando o fôlego, com um sorriso satisfeito no rosto. Ainda sentia os espasmos leves dentro de mim.
— Amanhã eu faço de novo… com certeza.

