Minha Esposa Ficou Viciada em Quicar no Meu Pau – Conto Erótico de Esposas

Eu cheguei em casa aquele dia cansado pra caralho. Trabalho pesado, trânsito de merda, só queria tomar um banho e cair no sofá. Mas quando abri a porta e vi ela ali na sala, de roupão curto, cabelo solto e aquele olhar safado, eu já senti o pau mexer na calça.

Minha mulher sempre soube me ler. Não precisou falar nada. Só se levantou, veio até mim e me beijou com a boca já molhada de vontade.

A gente nem foi pro quarto de primeira. Ficou ali mesmo, na sala. Eu sentei no sofá e ela subiu em cima de mim, uma perna de cada lado. O roupão abriu sozinho.

Ela tava pelada por baixo, buceta já brilhando. Eu senti o cheiro dela, aquele cheiro quente de mulher tesuda. Ela desceu a mão, abriu meu zíper, tirou minha rola pra fora.

Tava dura pra porra. Ela nem pediu licença. Segurou, esfregou a cabeça grossa na boceta molhada e enfiou tudo de uma vez.

Caralho… a sensação foi foda. Quente, apertada, escorregadia. Ela soltou um gemido baixo, quase um rosnado, e começou a rebolar. Não era uma sentada qualquer.

Era um movimento sujo, de mulher que sabe o que tá fazendo. O quadril dela girava devagar, esfregando a buceta inteira no meu pau. Eu sentia cada prega, cada contração.

O clitóris dela raspava na base toda vez que ela descia até o fundo.

Ela botou as mãos no meu peito e acelerou um pouco. O rebolado ficou mais pesado. A bunda dela batia na minha virilha com um barulho molhado.

Eu segurei as nádegas dela com força, abrindo mais, e ela gemeu mais alto:

— Porra… que pau gostoso… tá engolindo tudo, amor…

Eu mamei o peito dela enquanto ela quicava. O mamilo duro na minha boca, o corpo dela suando. Ela rebolava de um jeito que fazia o pau entrar e sair em ângulos diferentes.

Às vezes subia só a pontinha e descia devagar, sentindo cada centímetro. Outras vezes descia forte, batendo fundo, o pau batendo no fundo da buceta dela.

O sofá rangia. O cheiro de sexo já tava forte. Eu sentia o líquido dela escorrendo pelas minhas bolas, molhando a calça. Ela não parava.

Continuava rebolando, agora mais safada, mais desesperada. O gemido dela saía solto:

— Ahh… caralho… continua assim… tô ficando mole de tanto tesão…

Eu puxei o cabelo dela, beijei a boca com violência. Ela gemeu dentro da minha boca, a língua quente, o corpo inteiro tremendo. Quando soltei, ela se endireitou de novo e começou a quicar de verdade. Não era mais só rebolado.

Era sentada pesada, de quem queria foder até doer. A bunda batia com força. O pau entrava até o saco. Eu sentia o fundo dela batendo na cabeça do pau a cada descida.

— Isso… fode… fode esse pau… — eu gemi, a voz já rouca.

Ela olhou pra baixo, viu o pau sumindo dentro dela, e sorriu daquele jeito puta.

— Tá vendo como a minha buceta tá engolindo? Tá esticada toda… cheia do seu pau grosso…

Ela acelerou ainda mais. As unhas se cravaram no meu peito. O movimento agora era uma mistura de quicada e giro, sujo pra caralho.

Eu sentia o tesão subindo rápido. As bolas pesadas, latejando. Mas eu aguentei. Queria ver ela gozar primeiro.

Ela começou a tremer. O gemido ficou mais alto, quebrado:

— Ahh… porra… tô gozando… tô gozando no seu pau… não para, caralho…

A buceta dela apertou com força, pulsando. Um jato quente escorreu, molhando tudo. Ela não parou de quicar mesmo gozando.

Continuou, o corpo mole, mas o quadril ainda trabalhando desesperado. O gemido virou quase um grito. Eu senti o líquido dela escorrendo mais forte, esquentando minha virilha.

Aí eu não aguentei mais. Segurei a cintura dela e comecei a meter de baixo pra cima, enfiando com força enquanto ela descia. O barulho molhado ficou nojento e delicioso.

A buceta dela tava encharcada, escorregadia pra porra. Eu sentia cada centímetro, cada contração.

— Vou gozar… vou encher essa buceta… — eu avisei.

Ela desceu até o fundo e ficou rebolando em círculos apertados, esfregando o fundo dela na minha glande.

— Goza… goza tudo dentro… quero sentir escorrendo pela perna…

Eu gozei. Foi forte pra caralho. O pau latejou, jorrando porra quente lá no fundo. Eu senti o jato saindo, enchendo ela. Ela continuou rebolando enquanto eu gozava, espremendo o pau, tirando cada gota.

O orgasmo foi longo. Eu continuei metendo devagar enquanto a porra saía, sentindo o excesso começar a vazar pelas laterais, escorrendo pelas minhas bolas e molhando o sofá.

Ela não desceu. Ficou sentada, o pau ainda dentro, latejando. Depois de uns segundos, começou a se mexer de novo. Devagar. Um rebolado preguiçoso, sujo, como se quisesse sentir a porra se mexendo lá dentro.

— Ainda tá duro… — ela sussurrou, a voz rouca. — Quero mais…

Eu ri, sem fôlego. Segurei as nádegas dela e comecei a mexer de novo. O pau ainda sensível, mas o tesão voltando rápido. A buceta dela tava mais escorregadia agora, cheia da minha porra.

O barulho era nojento. Ela rebolou com mais vontade, agora de frente pra mim, olhando nos meus olhos.

— Quero que você goze de novo… quero essa buceta transbordando…

Ela se inclinou pra frente, peitos na minha cara, e começou a quicar pesado de novo. Mais rápido. A bunda batendo com força. Eu chupei os mamilos enquanto ela fodia. O gemido dela voltou alto, descontrolado.

— Porra… que delícia… seu pau tá batendo no fundo… ahh, caralho…

Eu senti o segundo orgasmo se formando. Mais lento, mais fundo. Ela apertou a buceta de propósito, espremendo enquanto quicava. Eu gemi alto, as mãos marcando a carne da bunda dela.

— Vai… goza de novo… enche essa puta…

Eu gozei de novo. Menos jato, mas ainda forte. A porra saiu e se misturou com a que já tava lá dentro. Ela gemeu alto quando sentiu, o corpo tremendo de novo.

Continuou rebolando devagar, tirando as últimas gotas, a buceta latejando ao redor do meu pau.

Quando finalmente parou, ficou sentada em cima de mim, ofegante, a porra escorrendo pela coxa. Ela olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou baixo:

— Ainda tem mais? Porque eu quero sentir você gozando dentro de novo antes de a gente ir pro quarto…

Eu só ri, o pau ainda semi-duro dentro dela, e apertei a bunda dela com força. A noite tava só começando.


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