Eu tava sozinha em casa naquela tarde quente quando a vontade bateu forte demais pra ignorar. A imagem do meu melhor amigo veio na cabeça sem pedir licença, aquele corpo dele, aquele jeito de olhar e principalmente a pica que eu nunca vi mas que eu invento todo dia na imaginação.
Minha mão já desceu entre as pernas e encontrou a bucetinha raspada, completamente lisinha e quente, já molhada só de pensar nele.
Sou morena de pele escura e brilhante, cabelo preto cacheado caindo pelas costas e uma bunda que chama atenção onde eu passo, enorme, gigante, redonda e pesada, que balança quando eu caminho e fica ainda maior quando estou de quatro ou sentada.
A bucetinha embaixo é pequenininha, apertadinha e sempre depilada bem rente pra contrastar com esse rabo absurdo. Eu gosto de sentir a diferença, a bunda carnuda e a xota lisinha se abrindo.
Peguei o didlo azul grosso, aquele de borracha firme que eu comprei escondido. A cabeça dele é larga e o corpo tem veias marcadas. Passei lubrificante devagar, sentindo o tamanho, e me posicionei no meio da cama de joelhos com a bunda empinada bem alto.
Primeiro esfreguei a cabeça grossa na minha bucetinha raspada, abrindo os lábios e gemendo baixinho enquanto imaginava que era a pica real do meu amigo.
Foi entrando aos poucos, a bucetinha apertada resistindo um pouco e depois engolindo com vontade. O azul grosso foi sumindo entre a carne até eu sentir ele fundo, batendo lá dentro.
Soltei um gemido mais alto e comecei a rebolar devagar, o quadril girando em círculos, a bunda enorme balançando pesada pra um lado e pro outro, os glúteos batendo um no outro enquanto o didlo azul ficava engolido até a base.
Rebolava gostoso, sentindo cada centímetro da borracha grossa esticando minha bucetinha lisinha. Eu falava sozinha, a voz saindo embargada.
— Caralho, como eu queria que fosse a pica dele dentro de mim em vez desse pau de borracha azul… eu quero a rola de verdade do meu melhor amigo, quero sentir ele me comendo enquanto eu rebolo essa bunda gigante no colo dele.
Acelerei o movimento, a bunda subindo e descendo com força, o didlo azul entrando e saindo molhado, fazendo barulho gostoso a cada quicada.
Minha bucetinha apertada sugava a borracha e eu gemia mais alto.
— Ahh, porra, que delícia esse pau grosso me abrindo… eu quero a pica real dele, eu quero sentar nessa rola de verdade e rebolar até ele gozar tudo dentro.
A mão foi pro clitóris enquanto eu continuava quicando. O dedo esfregava rápido a bucetinha lisinha e o didlo azul ficava fundo.
Eu rebolava com mais safadeza, a bunda enorme tremendo a cada movimento, os peitos balançando e a boca soltando putaria sem parar.
— Me fode, amigo… fode essa bucetinha gulosa com a sua pica de verdade. Tô sentando nesse pau azul imaginando que é o seu caralho grosso me comendo fundo.
O orgasmo veio forte. As pernas tremeram, a bucetinha apertou o didlo com força e eu gozei escorrendo pela borracha azul enquanto ainda rebolava devagar, tirando cada onda de prazer.
A bunda gigante continuava se mexendo pesada e eu falava ofegante.
— Ainda quero mais… quero a pica dele de verdade, quero sentir ele me pegando por trás e metendo enquanto essa bunda enorme balança na cara dele.
Tirei o didlo molhado e me virei de frente, ainda de joelhos. Segurei o pau azul grosso e voltei a enfiar, agora sentada com as pernas abertas, a bunda espalhada na cama e o quadril subindo e descendo com vontade.
A bucetinha raspada engolindo a borracha inteira de novo. Eu olhava pra baixo, vendo o azul sumindo entre a carne, e imaginava a rola real do meu amigo no lugar.
Gemia alto e falava cada pensamento sujo que passava na cabeça.
— Eu ia rebolar gostoso na pica dele do mesmo jeito… ia sentar até o fundo e girar o quadril bem devagar pra ele sentir essa bucetinha apertada mamando o pau… ia deixar ele apertar essa bunda gigante com força enquanto eu quicava igual puta querendo leite.
Continuei por bastante tempo, variando o ritmo. Às vezes devagar, sentindo cada veia da borracha, às vezes rápido, batendo a bunda com força na cama.
O suor escorria pela pele morena e o cheiro de sexo já tinha tomado o quarto.
Eu gozei mais uma vez, ainda mais forte, a bucetinha latejando e escorrendo enquanto o didlo azul ficava enterrado fundo.
No final eu tirei o pau de borracha todo molhado e fiquei deitada ofegante, a mão ainda acariciando a bucetinha lisinha e a bunda enorme espalhada na cama.
A vontade não tinha passado. Eu queria a pica de verdade do meu melhor amigo, queria sentir ele me comendo e me enchendo enquanto eu rebolava esse rabo gigante em cima dele até não aguentar mais.
morena rabuda, bunda grande, bunda enorme, sentando no dildo, rebolando no dildo, dildo grosso, buceta raspada, buceta lisinha, conto erótico, masturbação feminina, morena de bunda grande, rabuda sentando, sentando no pau de borracha, dildo azul, buceta apertada, mulher se masturbando, conto erótico real, primeira pessoa, mulher safada, morena rabuda sentando no dildo, bunda gigante rebolando no dildo

