Contos Eróticos

Conto Erótico Arrombando a Buceta Gulosa da MILF Alice – Gozei e Contei

Porra, cara, ainda tô com o corpo todo arrepiado só de lembrar. Eu, o Rodrigo, magrelo de 32 anos, fodi uma MILF gostosa pra caralho chamada Alice, 40 anos bem vividos. Aconteceu numa tarde que eu nunca vou esquecer.

Conheci ela no prédio, ela é casada, mas o marido viaja pra porra toda semana. A Alice é daquelas que ainda tá no auge: peitos grandes e pesados, bunda empinada, cintura marcada, cabelo castanho na altura dos ombros e um olhar de quem já sabe exatamente o que quer na cama. A gente começou a trocar umas olhadas, depois uns sorrisos, até que um dia ela me chamou pra “ajudar com uma prateleira” no apartamento dela.

Assim que entrei, já senti o clima. Ela tava de short jeans curto e uma blusinha fina sem sutiã, os bicos dos peitos marcando. Mal fechei a porta e ela já veio pra cima de mim, me beijando com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava meu pau por cima da calça.

Eu tava louca pra sentir um pau jovem e duro de novo ela sussurrou no meu ouvido, mordendo minha orelha.

Eu não perdi tempo. Tirei a blusa dela e aqueles peitos enormes pularam livres. Chupei os mamilos com força, mordendo de leve enquanto ela gemia e segurava minha cabeça. Desci o short dela e a safada não tava de calcinha. A buceta dela era depilada, inchada, já brilhando de tesão. Enfiei dois dedos logo, sentindo como ela tava molhada pra caralho.

Que buceta gulosa da porra falei, enquanto ela rebolava nos meus dedos.

Alice me empurrou pro sofá, tirou minha calça e ficou de joelhos. Olhou pra cima com cara de puta e engoliu meu pau até o fundo. Ela chupava como uma profissional: lambia as bolas, passava a língua na cabeça, engasgava de propósito fazendo aquele barulho molhado e safado. Eu segurava o cabelo dela e fodia a boca dela com vontade.

Isso, mama meu pau, sua vadia gostosa.

Ela sorriu com meu pau na boca e disse:

Me fode logo, Rodrigo. Quero sentir esse pau magrelo me arrombando.

Coloquei ela de quatro no sofá, bunda pra cima. A bunda dela era perfeita, redonda e macia. Dei uns tapas fortes, deixando a marca da mão, e enfiei tudo de uma vez. A buceta dela era quente, apertada e encharcada. Comecei a meter forte, batendo as bolas nela, ouvindo o barulho molhado de tanto tesão.

Ai, caralho! Me fode mais fundo, ela gritava, empinando mais a bunda.

Eu puxava o cabelo dela, dava tapa na bunda e metia sem parar. Virei ela de lado, levantei uma perna dela e continuei socando. Os peitos balançavam loucamente a cada estocada. Ela gozou pela primeira vez assim, tremendo toda, apertando minha rola com a buceta.

Gozei no seu pau, seu safado… não para!

Mudei pra posição demissionária. Queria ver a cara dela enquanto eu metia. Segurei as coxas dela abertas e comecei a comer bem fundo, esfregando o clitóris com o polegar. Alice revirava os olhos, gemia alto, xingava:

Me arromba, Rodrigo! Faz essa buceta de puta latejar! Quero levar porrada de pau novo!

Eu tava no limite. Tirei o pau, bati na cara dela e enfiei de novo. Depois de uns minutos metendo sem dó, avisei que ia gozar.

Goza dentro, por favor… enche essa buceta casada!

Não aguentei. Dei umas últimas estocadas bem fortes e gozei bem fundo, enchendo ela de porra quente. Alice gozou junto pela segunda vez, cravando as unhas nas minhas costas.

Ficamos ali, suados e ofegantes. Ela ainda mexia a buceta, espremendo o resto da minha porra pra fora enquanto me beijava.

Quando seu marido viaja de novo você me chama, sua puta falei, rindo.

Ela sorriu safada:

Pode deixar. Essa buceta agora é sua pra usar quando quiser.

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