Contos Eróticos

40cm de Tesão: Chamando Todos os Paus que Já Me Foderam – Conto Erótico

Cheguei em casa depois de um dia infernal no trabalho, o corpo todo latejando de tesão acumulado. Aos 38 anos, eu já sabia bem o que meu corpo queria, e hoje ele estava insaciável. Mal fechei a porta, já tirei a blusa e o sutiã no caminho pro banheiro, sentindo os mamilos duros roçando no ar. Entrei no chuveiro ainda de saia, abri a água quente e deixei que caísse forte sobre mim.

Minha mão desceu rápido pro meio das pernas. A calcinha já estava encharcada, não só da água. Afastei o tecido e comecei a esfregar o clitóris inchado, circulando devagar no começo, depois mais rápido, gemendo baixinho enquanto imaginava mãos fortes me apertando. “Porra… tô tão molhada…”, sussurrei, enfiando dois dedos na minha xota quente e apertada. Fiquei me dedando ali mesmo, o jato do chuveiro batendo nos meus peitos, mas não era o suficiente. Eu precisava de mais. Muito mais.

Saí correndo do banheiro pingando, deixei um rastro de água no chão e fui direto pro quarto. Abri a gaveta e peguei ele: meu dildo grosso, veioso, daqueles 40cm de puro prazer, preto brilhante e com uma cabeça grossa que sempre me fazia delirar. Voltei pro banheiro quase correndo, entrei de novo no boxe com ele na mão. A água ainda quente caía forte enquanto eu me agachava devagar.

Sentei na ponta primeiro, sentindo a cabeça larga abrindo meus lábios. “Ahhh… caralho…”, gemi alto, descendo centímetro por centímetro. “Vem, João… me fode com essa rola grossa que eu tanto amo…” Chamei o nome do meu ex, aquele que me comia como um animal. Desci mais, sentindo ele me abrindo inteira. “Isso, Marcelo… enfia tudo na minha xota gulosa… me rasga!”

A água escorria pelo meu corpo enquanto eu começava a sentar de verdade, subindo e descendo devagar no começo, depois mais rápido. O dildo entrava fundo, batendo no fundo da minha boceta, me enchendo toda. “Fode, Pedro! Me fode gostoso, seu gostoso… ahhh, sim! Mais fundo!” Gemia os nomes de todos que já me comeram: o vizinho casado que me pegava escondido, o chefe que me fodia no escritório, o personal trainer que me fazia rebolar no pau dele depois da academia.

Sentei completamente, sentindo quase tudo dentro de mim, a barriga marcando o volume. “Me fode, porra! Fode essa xota da mamãe direito!” Comecei a rebolar como uma puta desesperada, girando os quadris, subindo e descendo com força, a água batendo no meu clitóris e tornando tudo mais escorregadio e gostoso. Meus gemidos ecoavam no banheiro: “Isso… me arromba! Quero sentir essa pirocona me destruindo… ahhh, tô gozando…!”

Rebolei sem parar, quicando como uma vadia no cio, chamando mais nomes, pedindo pra cada um me encher de porra. Os peitos balançando, a água quente escorrendo, meu corpo inteiro tremendo de prazer. Gozei forte, apertando o dildo lá dentro, mas não parei. Continuei sentando, rebolando, gemendo como a puta safada que eu sou, até perder as contas de quantas vezes meu corpo convulsionou debaixo da água.

Quando finalmente saí do banho, as pernas tremendo, sorri satisfeita. Mas já sabia que amanhã eu ia querer de novo… e talvez algo de verdade dessa vez.

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