Contos Eróticos

Cheirando e Gozando na Calcinha Branca de Bolinhas – Contos Eróticos

Eu mal acreditei na sorte quando ouvi a porta do banheiro abrir e Keity sair enrolada na toalha, o cabelo molhado caindo nos ombros e aquele cheiro de sabonete e mulher fresca invadindo o corredor. Minha cunhada é foda: corpo cheio, bundão empinado e um jeito de andar que faz qualquer macho babar.

Assim que ela desceu as escadas, entrei no banheiro rapidamente, trancando a porta. Meu coração já estava disparado. Foi quando vi, dentro do cesto de roupas sujas: a calcinha dela. Branca, com desenhinhos de bolinhas vermelhas espalhadas, ainda quente e úmida do banho. Peguei ela com as mãos tremendo.

Levei a calcinha direto no nariz e inspirei fundo. Porra… que cheiro delicioso. O aroma da xota da Keity ainda estava forte ali um perfume doce, misturado com o cheiro natural de mulher safada que acabou de tomar banho. Fechei os olhos e cheirei mais forte, enfiando o tecido na cara, sentindo o fundinho da calcinha onde a boceta dela tinha ficado apertada o dia todo.

Meu pau já estava duro pra caralho dentro da bermuda. Baixei ela e comecei a bater uma punheta lenta, enrolando a calcinha branca de bolinhas no pau. “Keity… sua vadia gostosa”, sussurrei, imaginando ela. Aquela puta senta com força, rebola gostoso e suga todo o esperma do macho até a última gota. Eu fantasiava com ela cavalgando em mim, aquela bunda grande subindo e descendo, engolindo minha rola inteira enquanto gemia meu nome.

Aumentei o ritmo, cheirando a virilha da calcinha sem parar. O cheiro dela me deixava louco. Eu lambia o tecido, sentindo o leve sabor salgado da sua xota, enquanto minha mão subia e descia rápido no pau. “Isso, Keity… senta forte no meu pau, sua safada. Quero sentir essa xota quente me ordenhando…”

Minhas pernas começaram a tremer. Eu imaginava ela olhando pra trás, rebolando como uma puta experiente, pedindo pra eu encher ela toda. Cheirei mais fundo, quase enfiando a calcinha na boca, e gozei pra caralho. Jatos grossos de porra saíram, sujando minha mão e caindo dentro do cesto. Fiquei ali, ofegante, ainda com o nariz enfiado na calcinha dela, aproveitando o último cheiro daquela mulher que eu queria foder pra valer.

Guardei a calcinha de volta no cesto, mas já sabia que não ia conseguir parar de pensar nela. Keity… um dia eu vou te comer de verdade.

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