Contos Eróticos

Conto Erótico: A Noite em que eu sentei gostoso na pica do meu primo – Contei e Gozei

Magrinha, bundinha durinha e peitinhos de limão: eu sentei devagar, rebolei e depois quiquei com força na rola grossa do meu primo até a cama ranger alto

Oi, eu sou a Layla. Tenho 24 anos, sou magrinha, cintura fina, bunda bem durinha e empinada de tanto agachar na academia. Meus peitos são pequenos, do tamanho de limões bem firmes, com bicos rosadinhos que ficam duros só de pensar em sacanagem. Sempre fui a prima mais safada da família. Porém todo mundo acha que sou tímida, mas ninguém imagina o quanto eu sou puta quando a luz apaga.

Eu sempre quis o James. Meu primo gostoso, alto, corpo definido, aquela barba por fazer e uma pica que eu já tinha visto marcando na bermuda várias vezes. A gente passava as férias juntos na casa da vovó, e eu ficava louca imaginando ele me comendo.

Tudo começou numa noite quente de verão. A família toda estava dormindo. Eu estava no quarto de hóspedes, só de calcinha fio-dental preta, deitada na cama suada. Minhas pernas estavam bem abertas, como sempre faço quando vou me tocar. Desci a mão devagar pela barriga até chegar na minha bucetinha lisinha.

— Ahhh porra… sussurrei baixinho.

Meu dedo médio deslizou fácil entre os lábios inchados. Eu já estava encharcada. Comecei a circular o clitóris bem devagar, sentindo ele pulsar. Depois enfiei o dedo inteiro, bem fundo.

— Hummm… que delícia gemi baixinho.

Tirei o dedo e olhei: estava brilhando, todo melado do meu melzinho grosso. Levei até a boca e chupei devagar, imaginando que era a pica do James.

— Quero sentar nessa rola grossa do meu primo… Quero rebolar até ele gozar dentro de mim.

Fiquei me dedando por uns vinte minutos, enfiando dois dedos, depois três, abrindo bem as pernas, rebolando o quadril no ar como se já estivesse cavalgando ele. Meu mel escorria pela bunda, molhando o lençol. Gozei uma vez só pensando nele, mordendo o travesseiro pra não fazer barulho.

Mas não foi suficiente. Eu precisava da pica dele de verdade.

Levantei molhada, só de calcinha, e fui até o quarto dele no fim do corredor. A porta estava entreaberta. Entrei devagar. James estava dormindo só de cueca boxer, de barriga pra cima. A rola dele já estava semi-dura, marcando forte no tecido.

Fechei a porta, tirei minha calcinha e subi na cama bem devagar. Fiquei de quatro por cima dele, minha bundinha durinha bem em cima do rosto dele. Abaixei devagar até minha xoxota molhada roçar na boca dele. Ele acordou assustado.

— Layla?! Que porra é essa?

— Shhh… primo… eu tô louca pra sentar na sua pica. Eu me toco todo dia pensando em você. Hoje você vai me comer, tá bom?

Ele tentou falar, mas eu já estava esfregando minha bucetinha molhada na cara dele. James gemeu e agarrou minha bunda com as duas mãos, abrindo bem e enfiando a língua fundo.

— Issooo… lambe a buceta da sua prima, vai… sussurrei safada.

Ele chupou gostoso, sugando meu mel, enfiando a língua e depois o dedo. Eu rebolava devagar no rosto dele, meus peitinhos de limão balançando. Depois desci, puxei a cueca dele pra baixo e liberei aquela pica grossa, latejando, veias marcadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo.

— Caralho James… que rola gostosa… maior do que eu imaginava.

Segurei com as duas mãos e dei uma lambida bem lenta da base até a cabeça, depois engoli tudo que consegui, babando bastante. Ele agarrou meu cabelo e gemeu.

Eu subi nele, posicionei a cabecinha na entrada da minha buceta e comecei a descer bem devagar.

— Aaaahhh… que delícia… tá abrindo todinha… gemi.

Senti ele me abrindo centímetro por centímetro. Minha bucetinha apertada engolindo aquela pica grossa do primo. Quando sentei até o final, fiquei paradinha, sentindo ele pulsando lá dentro.

— Tá todo dentro de mim… que gostoso… falei rebolando bem lento, círculos pequenos.

Comecei a rebolar devagar, mexendo só o quadril, minha bundinha durinha subindo e descendo. O barulho molhado da minha buceta era alto no quarto silencioso.

— Me fode primo… me fode com essa rola grossa…

Aumentei o ritmo aos poucos. Comecei a subir mais e sentar com mais força. A cama começou a ranger — crec… crec… crec…

— Isso… me come… sou sua putinha particular agora.

Eu quicava cada vez mais forte. Meus peitinhos pequenos pulando, bicos duros. James segurava minha cintura fina e metia de baixo pra cima, batendo forte.

— Porra Layla… sua buceta é tão apertada… tão molhada…

Eu me inclinei pra frente, apoiei as mãos no peito dele e comecei a sentar com tudo. Bundinha batendo contra as coxas dele, fazendo um barulho gostoso de tapa.

— Tá ouvindo o barulho da cama? perguntei gemendo. É sua prima safada quicando na sua pica.

O rangido da madeira ficou mais alto. CREC CREC CREC CREC. Eu estava completamente louca, rebolando rápido, depois sentando forte, girando o quadril, apertando ele lá dentro.

Mudei de posição. Virei de costas pra ele, posição de vaqueira reversa. James tinha visão perfeita da minha bundinha durinha subindo e descendo, engolindo a pica inteira.

— Olha como eu rebolo pra você, primo… olha essa bundinha gostosa…

Rebolei bem safada, fazendo aquela dança de quatro no pau dele. Subia devagar até quase sair, depois descia batendo forte. O mel escorria pelas bolas dele.

Ele deu um tapa forte na minha bunda.

— Isso! Bate na bunda da sua prima! Eu gosto!

Ele deu vários tapas, deixando minha pele vermelha. Eu gemia cada vez mais alto, sem me importar se alguém acordava.

— Me fode mais forte James… quero gozar na sua rola…

Ele segurou minha cintura e começou a meter forte por baixo. Eu só rebolava e gemia. A cama parecia que ia quebrar.

— Aaaahhh… tô gozando… tô gozando no pau do meu primo!!!

Gozei forte, apertando ele lá dentro, tremendo inteira. Meu mel jorrou escorrendo pela pica dele.

James me virou de quatro, colocou um travesseiro embaixo da minha barriga e meteu fundo. Segurou meu cabelo e começou a estocar forte.

— Agora eu vou te encher de porra, Layla.

— Goza dentro… goza tudo na buceta da sua prima… me engravida se quiser…

Ele meteu mais algumas vezes bem fundo e gozou jorrando quente dentro de mim. Senti cada jato forte. Fiquei tremendo, gozando de novo só com a sensação dele enchendo minha bucetinha.

Caímos os dois na cama, suados, ofegantes. A cama ainda rangia um pouco.

Eu virei pra ele, passei a perna por cima e falei no ouvido:

— Isso foi só o começo, primo. Amanhã eu quero de novo. Quero acordar com sua pica na minha boca… e depois quero rebolar mais ainda até você não aguentar mais.

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