Contos Eróticos

Eu, Sofia, e Meu Vício de Cheirar Minha Própria Calcinha – Conto Erótico

Cheirando Minha Própria Calcinha Molhada e Me Masturbando no Banheiro – Relato Safado +18

Oi, eu sou a Sofia, tenho 26 anos e sou bem conhecida por ter uma bunda grande e empinada. Aquela bunda que balança quando eu ando e que chama atenção por onde passo. Mas o que mais me deixa louca é a minha bucetinha testuda. Ela é bem inchadinha, carnuda, daqueles lábios grossos que marcam forte na calça legging ou na calça jeans. Dá pra ver o volume alto e até o rachadinho no meio quando a roupa é justa. Eu amo isso. Me sinto uma puta só de olhar no espelho e ver minha buceta marcando.

Eu tenho um vício secreto: adoro usar calcinhas bem pequenas, daqueles modelos fio-dental ou tanga minúscula que entram bem no meio do meu rabo. Quando eu caminho, a calcinha fica roçando direto na minha bucetinha inchada e no meu cuzinho. É uma tortura deliciosa. O tecido fino vai esfregando, coçando, me deixando molhada o dia inteiro. Muitas vezes eu saio de casa já com a calcinha enfiada no meio da bunda e sinto um tesão constante só de andar.

Hoje o dia foi especialmente quente. Passei a manhã toda trabalhando, andando de um lado pro outro, e a calcinha preta minúscula estava completamente enfiada entre meus grandes lábios. Quando eu sentava, ela pressionava forte contra o meu clitóris inchado. Quando eu levantava, o tecido puxava e roçava meu cuzinho. Eu estava louquinha de tesão o dia inteiro.

No final da tarde, entrei no banheiro de casa pra fazer xixi. Tranquei a porta, abaixei minha calça legging e, quando fui tirar a calcinha, parei por um segundo. A calcinha estava quente, úmida e com um cheiro forte. Meu coração acelerou de curiosidade.

Eu nunca tinha feito isso antes, mas algo me deu uma vontade louca. Segurei a calcinha com as duas mãos, aproximei do nariz e dei uma cheirada leve.

— Hmmm… caralho… sussurrei.

O cheiro da minha própria buceta me subiu pela cabeça. Era um cheiro quente, íntimo, levemente azedinho e muito safado. Meu corpo inteiro arrepiou. Senti minha bucetinha testuda pulsar na hora. Sentei na privada, ainda com as pernas abertas, e cheirei novamente, agora mais fundo.

Funguei bem devagar, sentindo o aroma forte da minha bucetona misturado com o suor do dia. Quanto mais eu cheirava, mais molhada eu ficava. Minha bucetinha inchada latejava, os lábios grossos brilhando de tesão.

— Que cheiro gostoso da minha própria buceta… murmurei excitada.

Comecei a passar a mão na minha bucetinha testuda enquanto continuava fungando a calcinha. Meus dedos deslizavam fácil entre os lábios grandes e carnudos. Eu estava encharcada. Esfreguei o clitóris inchado em círculos, sentindo ele bem durinho.

— Ahhh… que delícia… eu sou uma puta mesmo…

Aumentei o ritmo. Fungava fundo na calcinha, inspirando o cheiro da minha própria xota safada, enquanto meus dedos entravam e saíam da minha bucetinha. O barulho molhado ecoava no banheiro. Eu estava completamente entregue.

Levantei um pouco a bunda da privada, abri bem as pernas e enfiei dois dedos fundo, masturbando forte enquanto cheirava a calcinha como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.

— Hmmm… cheiro de buceta de puta… meu cheiro… que tesão…

Eu rebolava os quadris no ar, sentindo minha bunda grande balançando. Os peitos estavam pesados, bicos duros. Cada cheirada profunda fazia minha buceta contrair de prazer. O cheiro me deixava cada vez mais louca.

Fiquei assim por uns bons minutos: cheirando, fungando, lambendo um pouco o tecido molhado e me dedando cada vez mais rápido. Meu mel escorria pela minha mão e pingava na privada.

De repente, senti o orgasmo vindo forte.

— Tô gozando… tô gozando cheirando minha própria calcinha… aaaahhh!!!

Gozei tremendo inteira, apertando os dedos lá dentro, minha bucetinha testuda pulsando forte. O gozo jorrou um pouco, molhando minha mão. Fiquei gemendo alto, pernas tremendo, nariz ainda enfiado na calcinha.

Mas eu não parei.

Ainda ofegante, virei a calcinha do lado mais molhado e continuei cheirando enquanto esfregava o clitóris sensível. Queria mais. Comecei a me masturbar de novo, agora mais devagar, aproveitando cada sensação.

Fiquei imaginando alguém me vendo ali, sentada na privada, bunda grande pra fora, bucetinha inchada aberta e cheirando minha própria calcinha como uma vadia desesperada. Essa fantasia me deixou ainda mais excitada.

Esfreguei com mais força, alternando entre enfiar os dedos e massagear o clitóris. Fungava sem parar, gemendo palavras sujas:

— Eu adoro o cheiro da minha buceta… sou uma safada… uma puta cheiradora de calcinha…

Gozei pela segunda vez, ainda mais forte. Meu corpo inteiro convulsionou. Fiquei sentada na privada por uns minutos, recuperando o fôlego, com a calcinha ainda na mão e um sorriso safado no rosto.

Depois desse dia, virou vício. Sempre que uso calcinha o dia inteiro, guardo ela pra cheirar no banheiro ou na cama. Adoro sentir minha bunda grande balançando enquanto caminho com a calcinha enfiada, sabendo que mais tarde vou me recompensar cheirando meu próprio cheiro de puta.

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