Eu entrei no quarto dela com o coração martelando no peito. O ar estava carregado de um perfume doce misturado ao cheiro íntimo que me deixava louco. Ela me esperava deitada na cama, pernas entreabertas, vestindo apenas uma blusa fina que mal cobria os seios fartos. Seus olhos brilhavam com malícia quando estendeu a mão e me entregou o troféu: sua calcinha ainda quente, úmida do dia inteiro de uso.
Peguei o tecido delicado e aproximei do rosto, inalando profundamente aquele aroma almiscarado que me fazia latejar. O pano estava marcado pelo traço de sua excitação, um leve viscoso que eu lambi devagar, saboreando o gosto salgado e feminino. “Você é um pervertido safado”, ela murmurou, rindo baixinho enquanto abria mais as coxas, revelando a carne rosada e inchada, brilhando de desejo.
Não aguentei. Joguei-me entre suas pernas, língua faminta explorando cada dobra macia, sugando o clitóris túrgido enquanto ela arqueava as costas e gemia alto. Minhas mãos apertavam suas nádegas firmes, puxando-a contra minha boca. Ela se contorcia, dedos enfiados nos meus cabelos, pressionando meu rosto mais fundo. “Chupa gostoso, vai… lambe tudo que eu molhei pra você.”
Levantei-me, pau latejando dolorosamente, e esfreguei a cabeça grossa na entrada escorregadia. Entrei de uma vez, sentindo as paredes quentes e apertadas me envolverem como um veludo molhado. Comecei a meter forte, ritmado, o som obsceno de pele contra pele enchendo o quarto. Ela cravava as unhas nas minhas costas, pernas enlaçadas na minha cintura, pedindo mais fundo, mais rápido.
Virei-a de quatro, admirando o cu redondo e empinado. Passei o dedo molhado pela fresta apertada enquanto voltava a socar sua buceta encharcada. Seus gemidos viraram gritos roucos, corpo tremendo a cada estocada. “Me fode como uma vadia… quero sentir você todo dentro.” Gozei com força, enchendo-a enquanto ela se contraía em espasmos, gozo escorrendo pelas coxas.
Depois, ainda ofegantes, ela me entregou outra peça íntima recém-tirada. “Guarde isso como lembrança.”

