Siririca na minha buceta peludinha: Relato Erótico MILF

Eu gosto de me olhar no espelho antes de começar. Não é vaidade vazia. É uma forma de me excitar ainda mais. As pernas grossas, a bunda gigante que sobe e desce quando caminho, a buceta carnuda que marca qualquer calcinha e forma um pacote generoso entre as coxas. E os pelinhos. Eu deixo alguns de propósito. Finos, macios, só o suficiente pra dar textura. Acho sexy. Acho sujo. Acho que combina comigo.

Hoje escolhi uma lingerie preta. O conjunto é de renda fina, quase transparente. A calcinha é fio-dental, mas larga o bastante pra acomodar o volume da minha xota. Quando visto, o tecido some entre as nádegas e o pacote fica ainda mais evidente na frente. O sutiã segura os peitos sem apertar demais. Eu passo a mão pela própria bunda, aperto, vejo o formato no espelho e já sinto o calor subindo.

Sento na beira da cama. As coxas abrem sozinhas. Passo dois dedos por cima da renda, sentindo o relevo do meu bucetão. Os pelinhos fazem um leve atrito contra o tecido. Eu aperto, esfrego em círculos lentos e um gemido baixo sai da minha boca. Gosto do som, gosto de ouvir minha própria voz quando estou sozinha.

Puxo a calcinha pro lado. A xota aparece carnuda, úmida, com aqueles fios claros que eu recusei depilar. Passo o dedo no meio e sinto a umidade logo de cara. Abro os lábios com os dois dedos e olho. A entrada já brilha, levo o dedo à boca, chupo o gosto e volto pra baixo. Começo a siriricar de verdade, entrando e saindo devagar com o meu dedo, enquanto o polegar circula o clitóris. Os gemidos sempre vêm soltos agora, eu não seguro. Deixo sair alto, sujo, sem vergonha, e eu gosto disso.

— Assim… mais fundo…

Falo sozinha, a voz fica fraca e sedutora. Os dedos entram mais, fazem barulho molhado, a buceta carnuda engole fácil e eu rebolo contra a própria mão, a bunda gigante pressionando o colchão. A renda da calcinha ainda está atravessada, molhada, e o atrito dela contra a pele me deixa ainda mais louca.

Os gemidos sobem de volume, minha outra mão sobe pro peito, aperta o mamilo por cima da renda, puxa. Quando sinto que preciso de mais prazer, abro a gaveta. O consolador grosso está ali, esperando pra me invadir toda. Escuro, veias marcadas, cabeça larga. Eu pego, levo à boca e começo a chupar, saliva escorre pelos cantos dos lábios. Engulo o máximo que consigo, deixo o dildo brilhar inteiro. O barulho de sucção enche o quarto, gosto de sentir o peso na língua, o tamanho forçando a garganta, imagino que é uma pica de verdade e gemo em volta dele.

Tiro da boca, um fio de saliva conectando ainda e desço até a buceta, passo a cabeça grossa no meio da buceta, espalhando a saliva misturada com meu próprio líquido. Os pelinhos ficam molhados e empurro gostoso. A entrada resiste um segundo e depois engole, o volume é grande, eu sinto cada centímetro abrindo. Um gemido longo, quase um grito, sai da minha boca quando ele entra até o fundo me preenchendo todinha… delícia a sensação de me alto comer.

Começo a me foder devagar no início, o consolo saindo quase inteiro e voltando com força enquanto a buceta carnuda faz aquele barulho molhado a cada estocada, sujo e gostoso. Rebolo empurrando o quadril pra frente no mesmo ritmo, a bunda tremendo e as pernas grossas se abrindo mais, gemendo alto sem nenhum filtro.

— Que grosso… me enche toda…

Falo entre um gemido e outro e aumento o ritmo, agora sentando de verdade. Levanto o corpo e desço com força sobre o dildo fixado no colchão, a bunda gigante batendo a cada descida enquanto a xota engole tudo e a saliva misturada com meu líquido escorre pelas coxas. Os pelinhos molhados fazem cócegas e eu aperto os seios, puxo os mamilos e continuo gemendo sem parar.

Viro de frente e sento naquele pau gostoso com as pernas abertas, olhando direto no espelho do guarda-roupa. A imagem me deixa ainda mais molhada: a lingerie sexy amassada, a calcinha puxada pro lado, a buceta carnuda engolindo o dildo grosso e os pelinhos brilhando de saliva. Subo e desço com força, cada batida fazendo a carne tremer, o som obsceno enchendo o quarto e eu adorando cada segundo.

Levo a mão ao clitóris e esfrego enquanto cavalgo gostoso igual uma vadia, os gemidos ficando quebrados, altos e descontrolados. Sinto o orgasmo chegando e continuo sentando pesado, o dildo entrando até o limite. O corpo inteiro treme quando gozo, a buceta apertando em volta do brinquedo, pulsando e escorrendo mais líquido. Não paro, continuo me fodendo através do orgasmo, gemendo sem ar, a voz rouca e a bunda batendo sem ritmo nenhum.

Quando o primeiro passa ainda quero mais. Tiro o pauzão com um som molhado, ele todo coberto de saliva e do meu líquido, e levo de novo à boca, chupando limpo e saboreando o sabor da minha própria xoxota. Depois enfio de novo, agora de quatro com o rosto no travesseiro e a bunda alta, empurrando com a mão fundo e rápido enquanto a outra mão vai pra frente e esfrega o clitóris. Os gemidos saem abafados no tecido.

A lingerie está destruída de tanto mexer, a renda rasgada num canto e a calcinha encharcada. Amo isso, amo o contraste entre o tecido fino e a buceta peluda e carnuda se abrindo, amo o cheiro que sobe misturando sexo, saliva e mulher. Continuo até o segundo orgasmo vir mais forte, sentando com tudo, o dildo sumindo, o corpo travando e a voz saindo num grito longo enquanto a xota escorre sem parar.

Fico quieta por alguns segundos ainda penetrada por aquele dildo grosso, respirando pesado com o quente dentro de mim. Rebolo devagar só pra sentir o volume, passo a mão pela bunda gigante, aperto e sinto o excesso de líquido escorrendo entre as nádegas. Olho no espelho de novo e a imagem está suja, molhada e perfeita.

Tiro o brinquedo pela última vez, ele sai brilhante, e chupo mais uma vez limpando antes de largar ao lado. Deito de lado com as pernas ainda trêmulas, a calcinha torta e a buceta latejando de prazer.

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