Bati Punheta e Gozei em Todas as Minhas Calcinhas Fio Dental: Conto Erótico da Femboy Pauzuda

Eu me olhei por um tempo. O cabelo caía macio nos ombros, o rosto maquiado leve, os lábios brilhando. A calcinha fio dental preta apertava o volume enorme na frente.

O pau grosso já marcava o tecido, as bolas pesadas e cheias fazendo a peça esticar.Passei a mão por cima da calcinha e apertei.

O calor subiu rápido. Tirei a pica pra fora pelo lado, a cabeça grossa já molhada. Comecei a acariciar devagar, olhando no espelho. A mão subia e descia no pau grosso, as veias saltadas, o saco pesado balançando a cada movimento.

— Que pauzão gostoso… olha o tamanho dessa porra falei baixinho, a voz rouca.

Aumentei o ritmo. O pré-gozo escorria e eu espalhava com o polegar. O espelho mostrava tudo: o corpo delicado, a cintura fina, e aquele pau enorme latejando na minha mão. Gemi mais alto, as pernas abrindo sozinhas.

Parei um instante. Tirei a calcinha fio dental completamente e levei até o nariz. Respirei fundo o cheiro da minha própria pica. Quente, forte, macho misturado com o tecido fino que tinha ficado apertado o dia todo. O aroma me deixou ainda mais louca. A pica latejou forte na mão.

— Porra… que cheiro gostoso de pau… eu tô ficando mais puta só de sentir isso.

Enfiei o nariz de novo, cheirando com vontade enquanto masturbava. O saco pesado apertava contra a coxa. Eu gemia sem vergonha, falando sozinha.

— Olha essas bolas cheias… vão jorrar tanta porra hoje.

Abri a gaveta da cômoda. Peguei todas as calcinhas fio dental que eu tinha: pretas, vermelhas, brancas, de renda, de cetim. Joguei tudo em cima da cama, formando um monte colorido bem no meio. Ajoelhei na frente delas, a pica dura apontando pra cima, e continuei batendo.

Olhava no espelho enquanto a mão subia e descia rápido. O pau grosso brilhava de pré-gozo. Eu cheirava a calcinha usada de novo de vez em quando, o cheiro me deixando mais excitada.

— Vou gozar tudo nessas calcinhas de putinha… vou melar cada uma delas com essa porra quente.

Acelerei. As bolas batam leves contra a mão. O corpo inteiro arrepiava. Eu gemia alto, a voz suja enchendo o quarto.

— Isso… bate nessa piroca grossa… olha como ela lateja… porra, eu vou gozar tanto… falei sozinha no quarto.

Senti o orgasmo subindo. Segurei a base forte e apontei a cabeça pro monte de calcinhas. O primeiro jato saiu grosso e quente, acertando várias de uma vez. Continuei masturbando sem parar, esporrando mais e mais. A porra cobria o tecido fino, escorrendo, molhando tudo. Jatos fortes, longos, o saco se contraindo a cada um.

— Toma… toma toda essa porra… melando minhas calcinhas de puta…

Eu continuei até o último espasmo. A pica ainda latejava, pingando o resto em cima do monte branco e grudento. O cheiro de porra fresca misturado com o cheiro do meu pau enchia o ar.

Deitei de lado na cama, a pica já amolecendo devagar entre as coxas. Peguei uma das calcinhas mais molhadas e levei de novo ao nariz. Respirei fundo o cheiro da minha própria piroca misturado com o leite quente. Fiquei ali, ofegante e ainda cheirando minhas calcinhas sujas.

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