Cavalguei a Noite Toda no pau do Meu Marido: Conto Erótico Esposa Dominadora e Safada

Eu estava esperando ele chegar do trabalho há um tempo. O quarto estava só com a luz do abajur, a cama arrumada e eu deitada de ladinho, de calcinha branca bem pequena. Aquela peça mal cobria a xota. O tecido fino sumia entre os lábios carnudos e atolava no meio da bunda grande. As pernas grossas ficavam abertas de propósito, mostrando o pacote que a calcinha não conseguia esconder direito. Eu me sentia safada só de imaginar a cara dele quando abrisse a porta.

Ouvi a chave na fechadura, os passos no corredor e a porta do quarto se abrindo. Ele parou na soleira. Eu virei o rosto devagar e sorri, passando a mão pela própria coxa.

— Chegou, amor… olha o que a sua putinha preparou pra você.

Ele engoliu em seco, os olhos descendo direto pro volume marcado na calcinha branca.

— Porra… olha essa buceta. Tá me provocando desde a porta.

— Tô. E vou continuar. Tira a roupa e deita. Hoje você é meu brinquedo.

Ele obedeceu rápido. Tirou a camisa, a calça, a cueca. A pica já estava dura, latejando. Eu me levantei de quatro na cama, a bunda grande pro alto, e rebolei devagar, o tecido branco sumindo ainda mais entre as nádegas. Ele se aproximou e eu segurei a rola dele com a mão.

— Antes de eu te montar, você vai sentir essa boca. Fica quieto.

Abaixei a cabeça e chupei. A pica quente entrou na minha boca e eu engoli fundo, babando, fazendo barulho. Subia e descia a cabeça com vontade, apertando as bolas, olhando pra cima pra ver a cara dele se contorcendo. Ele gemia baixo e eu soltei a boca só pra falar:

— Gosta da sua puta te mamando assim? Fala.

— Porra, gosto… sua boca é uma delícia. Continua chupando.

Voltei a engolir. A saliva escorria pelo queixo e molhava as bolas. Eu chupava com força, deixando ele no limite, depois parava de propósito e rebolava a bunda na frente dele de novo.

— Agora deita. Eu quero cavalgar.

Ele deitou e eu subi por cima, ainda de calcinha. Puxei o tecido pro lado, mostrei a xota inchada e molhada e desci devagar, engolindo a pica centímetro por centímetro. O volume preencheu tudo. Eu soltei um gemido longo e sentei até o fundo.

— Porra… que pica gostosa. Olha como ela some dentro de mim.

Comecei a rebolar. Circular, pesado, a bunda grande batendo no colo dele. A cama rangeu. Eu subia quase saindo e descia com força, sentindo cada veia. As mãos dele tentaram segurar minha cintura e eu segurei os pulsos dele contra o colchão.

— Não. Eu mando. Você só recebe essa buceta.

Ele riu ofegante e respondeu:

— Então me fode, minha puta. Usa essa xota.

Eu acelerei. Quiquei com força, a bunda batendo alto, o som molhado enchendo o quarto. A calcinha branca ainda atravessada, molhada de tanto líquido. Eu inclinava o tronco, apertava os peitos e falava sujo sem parar.

— Sente essa buceta te fodendo… olha o jeito que eu quico nessa pica. Você é meu puto agora.

— Continua… porra, sua buceta tá me deixando louco.

Eu rebolava mais sujo, fazendo círculos largos, depois batia a bunda com força no colo dele. A cama rangia alto. Eu sentia o pau latejando dentro e apertava de propósito.

— Quer gozar? Ainda não. Eu mando quando.

Levantei quase saindo, fiquei só com a cabeça dentro e desci de uma vez, gemendo alto. As pernas grossas tremiam de tanto esforço, mas eu não parava. Queria sentir ele no limite. Queria ver ele se contorcendo por causa da minha xota.

Ele gemeu mais alto e falou:

— Amor… eu não vou aguentar muito assim.

— Então segura. Eu ainda não terminei de te usar.

Continuei cavalgando. O suor escorria entre os peitos, a bunda batia pesada, o barulho da cama misturado com o som da minha buceta engolindo ele. Eu me inclinava pra frente, apoiava as mãos no peito dele e quicava mais fundo.

— Fala que essa buceta é sua. Fala.

— É minha… porra, essa buceta gostosa é minha.

— Então goza dentro. Me enche. Quero sentir sua porra escorrendo.

Acelerei ainda mais. A cama batia na parede. Ele segurou minha bunda com força e eu deixei, mas continuei no controle. Senti os jatos quentes batendo fundo. Continuei quicando enquanto ele gozava, espremendo cada gota, sentindo o leite vazar pelas laterais e molhar as bolas dele.

Fiquei cheia de porra na bucetinha, rebolando devagar, sentindo a porra quente dentro. Olhei pra ele ofegante e sorri.

— Ainda não acabou. Você ainda vai me foder a noite toda.

Levantei, o pau saiu molhado de porra e eu desci de novo de quatro. Empurrei a bunda pra trás e falei:

— Agora mete. Quero sentir você me comendo enquanto eu ainda tô cheia da sua porra.

Ele ajoelhou atrás e enfiou de uma vez. Eu gemei alto e rebolei de volta, encontrando cada estocada. A cama voltou a ranger. Eu falava sujo sem parar.

— Isso… soca essa buceta. Mais forte. Usa sua puta.

— Sua xota tá escorrendo tudo… porra, que delícia.

— Então me fode mais. Quero outra porra dentro.

Ele metia fundo e eu empurrava a bunda pra trás.

— Isso… me enche outra vez. Eu amo ficar com a buceta transbordando.

Ele gozou de novo, gemendo alto, e eu continuei rebolando pra forçar tudo pra dentro. Quando ele saiu eu me virei, chupei a pica limpa e falei olhando nos olhos dele:

— Ainda tem a noite inteira. Você é meu até eu cansar.

Ele riu cansado e respondeu:

— Então monta de novo. Eu aguento.

Eu subi outra vez, sentei até o fundo e comecei a cavalgar devagar, sentindo a mistura quente escorrendo. A cama rangeu de novo. Eu rebolava com amor e safadeza ao mesmo tempo, apertando, soltando, falando putaria no ouvido dele.

— Essa perereca é sua… mas hoje eu mando nela. E vou quicar até você não aguentar mais.

Ele segurou minha bunda e eu continuei, a noite ainda longa, a xota latejando, a porra escorrendo e eu determinada a usar aquele pau até o fim.

Eu continuei quicando por cima dele, a buceta ainda escorrendo a porra quente da primeira gozada. A cama rangia sem parar e eu não tinha a menor intenção de parar. Subia quase saindo e descia com força, a bunda grande batendo pesada no colo dele. As pernas grossas tremiam, mas eu gostava daquele cansaço gostoso.

— Ainda tá duro pra mim? — perguntei ofegante, rebolando em círculos largos.

— Tô… porra, sua xota não para de apertar — ele respondeu, a voz rouca.

— Então segura. Eu ainda quero mais dessa pica.

Levantei devagar, o pau saiu brilhando de porra e saliva. Eu me virei de costas e sentei de novo, agora de costas pra ele. A bunda gigante cobriu o colo e eu desci até o fundo de uma vez. Ele gemeu alto e eu comecei a quicar de costas, rebolando pesado, mostrando tudo.

— Olha essa bunda te comendo… sente como ela engole sua pica.

— Porra, que bunda gostosa… continua quicando assim.

Eu acelerava. A cama batia na parede com força. O som molhado da minha buceta engolindo ele misturava com o o cheiro da nossa trepada e deixa tudo mais gostoso. Eu levava a mão pra trás e abria as próprias nádegas, deixando ele ver tudo enquanto eu cavalgava.

— Fala que você é meu brinquedo. Fala.

— Sou… sou seu brinquedo. Usa essa buceta em mim.

— Isso. Agora me dá outra porra. Quero ficar ainda mais cheia.

Ele segurou minha cintura com força e eu deixei, mas continuei ditando o ritmo. Quiquei mais pesado, até sentir ele latejar forte. Os jatos quentes vieram de novo, enchendo tudo. Eu continuei sentando pra forçar cada gota pra dentro, gemendo alto enquanto a porra vazava pelas laterais e escorria nas bolas dele.

Fiquei preenchida pela pica dele por um tempo, rebolando devagar, sentindo o excesso quente de esperma.

Eu subi outra vez, sentei até o fundo e comecei a cavalgar mais lento, sentindo a mistura quente escorrendo pelos cantos. Foi uma noite maravilhosa, adoro fazer sexo e mandar no marido, adoro sentir ele gozar dentro da buceta enquanto eu rebolo nele.

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