Travesti Pauzuda Fode o Namorado: Conto Erótico Trans

O pau latejando de leve contra o lençol porque não era só tesão comum e sim aquele desejo lento que fica crescendo o dia inteiro misturado com carinho e vontade de dominar, então passei a manhã toda pensando nele no jeito que ele olha quando eu tiro a calça e o volume aparece e no som que ele faz quando eu enfio devagar enquanto trabalhava com a cabeça longe respondendo mensagem com uma mão só e a outra apertando a própria pica por cima da calça algumas vezes só pra manter o fogo aceso.

Quando ele chegou em casa no fim da tarde eu já estava no quarto só de camisa aberta e uma calcinha preta que mal segurava o pau e ele parou na porta sorrindo daquele jeito que me deixa ainda mais dura então eu não disse nada no começo só caminhei até ele puxei pela camisa e beijei fundo empurrando a língua com vontade enquanto esfregava o volume grosso contra a coxa dele.

Ele puxou o ar entre os dentes e falou baixo:

— Você tá dura pra caralho já.

Eu respondi ainda colada na boca dele:

— Tô e hoje eu vou te foder.

Empurrei ele até a cama sem pressa e tirei a camisa dele devagar beijando o peito e descendo a língua pelo abdômen enquanto a mão dele já apertava minha bunda e quando a calça dele desceu o pau já estava empinado então eu ajoelhei entre as pernas segurei a base e chupei a cabeça com calma só pra deixar ele molhado e desesperado com a saliva escorrendo enquanto eu subia o olhar pra ver a cara que ele fazia.

Ele gemeu e falou:

— Porra sua boca… é tão gostosa.

Eu soltei a pica dele e subi o corpo tirando a calcinha e o pau grosso saltou pesado com as veias marcadas e a cabeça já brilhando então ele olhou e passou a língua nos lábios e eu me inclinei sobre ele enfiei a rola na boca dele sem aviso e ele engoliu o que conseguiu engasgando um pouco enquanto eu segurava a cabeça com carinho e metia devagar na garganta.

— Isso abre pra mim — falei ofegante — mama essa piroca que é sua também.

Ele chupava com vontade a mão apertando minhas bolas e eu gemia alto rebolando o quadril e quando senti que ia longe demais puxei pra fora e virei ele de quatro com a bunda exposta e o cu piscando então eu cuspi na mão passei os dedos abri e encostei a cabeça grossa empurrando devagar e sentindo o aperto quente engolir centímetro por centímetro.

Ele soltou um gemido longo e falou:

— Vai devagar… porra que grossa.

Eu beijei as costas dele e respondi:

— Eu sei relaxa que eu vou te foder gostoso.

Entrei até o fundo e fiquei parado um segundo sentindo o calor apertar depois comecei a meter lento no começo e depois mais fundo e mais ritmado com cada estocada fazendo a bunda dele bater na minha virilha e o pau dele balançar por baixo enquanto eu segurava a cintura com força e falava sujo sem parar.

— Olha como seu cu tá engolindo minha pica tão apertado e quente você foi feito pra levar essa piroca.

Ele gemia e respondia entre os soluços de prazer:

— Me fode mais assim sua pica tá me destruindo gostoso.

Eu acelerei e o barulho molhado enchia o quarto com a cama rangeando enquanto eu sentia o pré-gozo escorrendo então inclinei o corpo alcancei o pau dele por baixo e masturbei enquanto metia fundo no cu e ele tremia inteiro.

— Eu quero sentir você gozar com minha pica dentro — falei no ouvido dele — goza pra mim enquanto eu te fodo.

Ele gozou gemendo, o pau latejando na minha mão e o cu apertando ainda mais em volta de mim então eu continuei metendo através do orgasmo dele sentindo as contrações e quando ele amoleceu um pouco eu puxei pra fora virei ele de novo e enfiei a pica na boca dele e ele chupou limpando a própria porra misturada com a minha saliva enquanto eu gemia olhando.

— Boa limpa sua boca de puto agora deita que eu ainda não terminei.

Ele deitou de costas ofegante e eu subi por cima ajoelhei sobre o peito e enfiei a rola de novo na garganta metendo com mais vontade agora e vendo os olhos dele marejados com a saliva escorrendo pelos cantos da boca depois desci o corpo alinhei o pau dele com o meu cu e sentei com força entrando de uma vez só e começando a cavalgar por cima com a bunda batendo e o pau sumindo e aparecendo.

Ele segurava minhas coxas e falava:

— Porra cavalgando assim você me faz gozar de novo, continua.

Eu rebolava pesado na piroca gostosa dele:

— Eu vou gozar dentro de você quero encher esse cu até transbordar.

Acelerei ainda mais com o suor escorrendo e o som obsceno enquanto eu sentia as bolas apertando e quando o orgasmo veio eu enfiei até o fundo e gozei gritando com jatos quentes, e continuei rebolando devagar enquanto esporrava forçando cada gota começar a vazar.

Fiquei sentada por um tempo, respirando pesado com o pau ainda latejando, depois saí devagar e vi a porra escorrer pelo meu cu piscando.

— Ainda tem a noite inteira e eu ainda quero te foder de novo quando essa pica endurecer.

Ele sorriu e respondeu:

— Então deixa eu recuperar o fôlego porque eu quero sentir essa piroca outra vez.

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