Meu Vício Secreto em Cheirar a Calcinha Usada Dela – Conto Erótico

Eu sou completamente viciado. Não consigo parar. Desde que descobri o prazer proibido de cheirar calcinha usada, virou uma obsessão. O cheiro dela, misturado com suor, xota e aquele aroma íntimo de mulher que ficou o dia todo com a peça, me deixa louco. E ela sabe. A safada descobriu meu vício e agora usa isso pra me dominar.

Aquele dia foi especial. Ela tinha acabado de chegar da academia, suada, o corpo quente. Tirou a legging bem na minha frente, devagar, e jogou a calcinha preta de renda no meu colo.

— Vai, seu pervertido. Eu sei que você tá louco pra cheirar. Tá bem molhada e cheirosa hoje…

Eu nem fingi vergonha. Peguei a calcinha ainda quente com as duas mãos, aproximei do nariz e inspirei fundo. Porra… que delícia. O cheiro era forte, marcante. Um aroma azedinho de boceta suada, misturado com o perfume dela e aquele toque de excitação. Fechei os olhos e cheirei de novo, mais demorado, pressionando o tecido úmido contra o rosto.

Minha rola ficou dura instantaneamente dentro da cueca. Ela sentou na cama, abriu as pernas e ficou me olhando com aquele sorrisinho de quem tem todo o poder.

— Cheira gostoso, vai… enfia o nariz bem onde minha xota tava encostada o dia inteiro.

Eu obedeci como um cachorrinho no cio. Virei a calcinha do avesso, encontrei a parte da virilha, o cheiro era tão intenso que minha cabeça girava. Lambi o tecido, sentindo o sabor salgadinho, levemente azedo, delicioso. Meu pau latejava, babando pré-gozo.

Ela riu baixinho.

— Olha como você fica patético cheirando minha calcinha suja… Isso te deixa mais excitado do que quando eu te dou a buceta, né?

— Me deixa louco… respondi com a voz abafada, ainda com o nariz enfiado na peça.

Ela tirou a blusa, ficou só de sutiã e me chamou mais pra perto. Eu me ajoelhei entre as pernas dela, ainda segurando a calcinha no rosto, e continuei cheirando enquanto ela tirava o sutiã. Depois ela pegou outra calcinha que tinha usado no dia anterior, que estava guardada na gaveta, e colocou na minha cara.

— Essa aqui você vai amar… Usei o dia todo no trabalho, bem suada.

O cheiro era ainda mais forte. Maduro, potente, quase animalesco. Eu inspirei tão fundo que parecia que ia sugar toda a essência dela. Meu pau tava latejando tanto que eu comecei a masturbar devagar, cheirando uma calcinha enquanto lambia a outra.

Ela adorava ver aquilo. Abriu bem as pernas, mostrou a boceta lisinha e molhada e mandou:

— Cheira as duas ao mesmo tempo, seu viciado. E não para de olhar pra minha xota.

Eu obedecia tudo. Alternava entre as calcinhas, cheirando, lambendo, gemendo como um desesperado. O quarto estava tomado pelo cheiro íntimo dela. Eu me sentia drogado, completamente dominado por aquele vício.

Em certo momento ela se levantou, tirou a calcinha que estava usando naquele exato momento (ainda mais quente e molhada) e colocou direto na minha boca.

— Chupa. Quero ver você sugando o gosto da minha buceta.

Eu chupei como se minha vida dependesse disso. O tecido encharcado soltava aquele líquido salgado na minha língua. Enquanto isso, ela segurava minha cabeça e esfregava a calcinha no meu rosto, me fazendo cheirar, lamber e respirar só por ela.

— Você é meu cheirador de calcinha particular agora… Toda vez que eu usar uma, vou guardar pra você ficar cheirando e se masturbando como um pervertido.

Eu tava no limite. O pau duro latejando, as bolas pesadas. Ela percebeu e mandou eu deitar na cama. Tirou as calcinhas do meu rosto por um segundo, sentou na minha cara e esfregou a boceta quente e molhada direto na minha boca enquanto eu ainda segurava uma calcinha usada na mão, cheirando.

O cheiro real da xota dela misturado com o cheiro da calcinha me deixou insano. Eu lambia tudo, enfiava a língua fundo, enquanto cheirava a peça suja ao mesmo tempo. Ela rebolava na minha cara, gemendo, me chamando de cachorro, de pervertido, de viciado.

— Cheira mais forte… Isso… assim mesmo. Você vive pra isso, né? Pra ficar cheirando minha calcinha suja.

Quando eu tava quase gozando só de cheirar e lamber, ela desceu, pegou a calcinha mais molhada e enrolou no meu pau. Começou a me masturbar com o tecido úmido, enquanto colocava outra na minha cara.

O tecido molhado deslizando na minha rola, combinado com o cheiro forte no nariz, foi demais. Eu gozei como nunca, jatos grossos encharcando a calcinha dela, misturando meu esperma com o cheiro dela.

Ela tirou a calcinha do pau, olhou o estrago e sorriu satisfeita.

— Olha o que você fez, seu safado… Agora vai ter que lavar com a língua.

E colocou a calcinha gozada na minha boca. Eu lambi tudo, ainda tonto de prazer, completamente apaixonado por aquela mulher.

Desde esse dia, toda vez que ela chega em casa, a primeira coisa que faz é tirar a calcinha e jogar pra mim. E eu, como o viciado que sou, sempre espero ansioso, pau duro, pronto pra enfiar o nariz e me perder naquele cheiro delicioso.

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