Dei o cuzinho pro primo e gozei sem me tocar – Conto Erótico Gay

Eu sempre soube que era passivo, mas nunca imaginei que ia acabar dando o cu pro meu próprio primo. Ele era aquele tipo de macho que fazia qualquer um virar putinha: alto, corpo trabalhado na academia, voz grossa e uma pica enorme que marcava até dentro da bermuda quando ficava meia-bomba.

A gente se via em churrascos da família, e eu disfarçava o tesão olhando disfarçadamente pra aquele volume. Até que numa noite, depois de muita cerveja e uma conversa que foi descambando pro lado perigoso, ele confessou que também curtia foder homem. Não pensei duas vezes. Fomos pra casa dele e eu me entreguei inteiro.

Mal entramos no quarto e ele já estava em cima de mim, me beijando com força, mão grande apertando minha bunda por cima da calça. Tirou minha roupa rapidinho, me deixou pelado e de quatro na cama. Cuspiu na minha rosca e enfiou dois dedos grossos de uma vez, abrindo caminho.

— Caralho, que cu apertadinho… hoje você vai virar minha putinha.

Eu gemia feito vadia só com os dedos dele me abrindo. Quando tirou a roupa, a pica dele saltou pesada, grossa, veiosa, com uma cabeça rosada brilhando. Era enorme. Ele passou lubrificante, posicionou a glande na minha entrada e empurrou. Senti a cabeça forçando, abrindo meu cuzinho devagar. Doeu no começo, mas era uma dor gostosa, daquelas que vira prazer rápido.

— Ai porra… tá muito grande… reclamei, mas empinei mais a bunda pedindo.

Ele segurou minha cintura e meteu tudo. Senti cada centímetro entrando, me abrindo, me arrombando. Quando as bolas dele encostaram na minha bunda, eu já estava gemendo alto, tremendo. Ele começou a socar devagar, depois mais forte, o pauzão batendo fundo no meu intestino.

— Isso, toma essa pica, putinha. Relaxa esse cu pra mim.

Cada metida acertava direto na minha próstata. Era como se ele estivesse apertando um botão de prazer dentro de mim. Meu pau, que nem estava sendo tocado, já babava no lençol. Ele aumentou o ritmo, metendo forte, as bolas batendo na minha bunda com estalos molhados. O quarto enchia de sons obscenos: o barulho do cu molhado engolindo aquela rola grossa, meus gemidos de vadia e os grunhidos dele.

Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou socando. Nessa posição a pica entrava ainda mais fundo, roçando sem parar na próstata inchada. Eu babava, olhos revirando, gemendo sem parar:

— Mete mais… fode meu cu… ai que delícia…

Meu pau pulsava no ar, duro como pedra, sem ninguém tocar. Cada estocada forte fazia ele balançar e soltar fios de pré-gozo. Ele segurava minha perna aberta e metia como um animal, suor escorrendo no peito definido.

— Olha como seu cu tá guloso… tá engolindo tudo, safado.

Depois me colocou deitado de costas, pernas bem abertas, joelhos quase encostando no peito. Era a posição mais safada. Ele se encaixou entre minhas coxas e enfiou a pica inteira de uma vez. Começou a me foder com força, o corpo musculoso batendo contra mim. Meu cuzinho estava completamente arrombado, piscando ao redor da rola grossa.

A próstata latejava de prazer. Cada metida forte fazia uma onda de tesão subir pela minha coluna. Meu pau, completamente ignorado, latejava no ar, a cabeça vermelha e inchada. Eu me sentia uma putinha passiva total, pernas abertas recebendo pica como uma cadela no cio.

— Me fode… soca fundo… eu sou sua vadia… implorava entre gemidos.

Ele metia sem parar, o pauzão entrando e saindo brilhando de lubrificante e meus sucos. O barulho era molhado, sujo, delicioso. Meu corpo inteiro tremia. A pressão na próstata ficava cada vez mais insuportável, um prazer profundo que eu nunca tinha sentido antes.

De repente, veio. Sem tocar no meu pau nenhuma vez, eu gozei. Meu cuzinho apertou forte ao redor da pica dele enquanto jatos grossos de esperma saíam do meu pau, voando pra todos os lados. Um jato acertou meu próprio peito, outro minha barriga, outro até meu queixo. Gozei gemendo feito putinha, voz aguda, corpo convulsionando, pernas tremendo no ar.

— Porra… tô gozando… ai caralho… gemi gostoso.

Ele não parou. Continuou socando forte enquanto eu gozava, prolongando o orgasmo. Meu cu piscava descontrolado ao redor da pica dele, massageando ele. O esperma continuava jorrando, escorrendo pela minha barriga. Eu me sentia completamente dominado, usado, satisfeito como nunca.

Ele acelerou ainda mais, o suor pingando no meu corpo.

— Vou encher esse cu de porra…

— Goza dentro… me enche… quero sentir tudo…

Com um grunhido rouco ele enterrou fundo e gozou. Senti os jatos quentes explodindo dentro de mim, enchendo meu intestino. Muita porra, grossa, quente. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, empurrando o leite pra bem fundo. Quando saiu, meu cu ficou aberto, piscando, e um rio de porra escorreu pra fora, molhando o lençol.

Fiquei deitado ali, pernas ainda abertas, corpo suado e sujo de esperma, respirando pesado. Meu pau ainda dava pequenos espasmos, soltando as últimas gotas. Ele sorriu, passando a mão na minha coxa.

— Você gozou gostoso hein, putinha… sem nem encostar.

Eu só consegui gemer baixinho, o cu latejando, cheio e arrombado. Foi a foda mais intensa da minha vida. Dar o cuzinho pro meu primo e gozar só com a pica dele batendo na próstata me transformou. Depois daquela noite, sempre que a gente se via em família, eu só conseguia pensar em abrir as pernas de novo pra ele me comer até eu jorrar sem tocar no pau.

A sensação de ser completamente passivo, pernas abertas, gemendo feito vadia enquanto uma pica grande me arromba e me faz gozar só com estocadas na próstata é viciante. Meu cu ainda lembra da grossura, do calor, da força das metidas. E eu sei que vou dar de novo. Quantas vezes ele quiser.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *