Metendo Forte no Cuzinho do Meu Amigo – Conto Erótico Gay

O Rafael chegou na minha casa já com aquele olhar faminto, sem enrolação. A gente tinha trocado mensagens o dia todo, daqueles nudes discretos no banheiro do trabalho, pau duro marcando a calça, e agora não tinha mais volta. Mal fechei a porta e ele já estava me agarrando, mão na minha bunda, apertando forte enquanto enfiava a língua na minha boca.

— Tô louco pra sentir você me arrombando murmurou contra meus lábios, a voz rouca.

Tirei a roupa dele rápido, jogando tudo no chão. O corpo do Rafael era uma delícia: peito largo, barriga tanquinho, e aquela bunda redonda, empinada, pedindo pra ser comida. Virei ele de costas contra a parede da sala mesmo, baixei a calça dele até os joelhos e me ajoelhei. Abri as nádegas firmes e cuspi direto no cuzinho rosado e apertado. Lambi com fome, enfiando a língua fundo enquanto ele gemia feito uma puta no cio.

— Isso… lambe meu cu, caralho… prepara ele pra sua pica grossa.

Levantei, passei lubrificante no meu pau latejando e na rosca dele. Posicionei a cabeça grossa e empurrei. O cuzinho resistiu no começo, mas forcei devagar até a cabeça entrar com um estalo molhado. Ele soltou um gemido alto, as mãos espalmadas na parede.

— Ai porra… tá grande… mete mais, vai… me abre inteiro.

Segurei a cintura dele e meti tudo de uma vez, até as bolas baterem na bunda macia. O calor apertado do cu dele massageava meu pau inteiro, sugando. Comecei a socar forte, ritmado, tirando quase tudo e enfiando até o fundo com força. O barulho de pele contra pele ecoava alto.

— Isso, fode porra! Me come esse cu gostoso! Ele gritava, empinando mais a bunda pra tomar tudo.

Eu metia sem dó, segurando os quadris dele e batendo fundo. O cuzinho dele piscava ao redor da minha rola, cada vez mais aberto, guloso. Mudei o ritmo, metendo rápido e curto, só a cabeça entrando e saindo, depois estocadas longas e brutais que faziam ele gemer feito vadia.

— Mais forte! Mete mais, caralho! Arromba meu cu!

Puxei ele pro sofá, deitei de costas e fiz ele sentar na minha pica. O Rafael desceu devagar, rebolando, engolindo meu pau centímetro por centímetro até sentar completamente. Começou a cavalgar, subindo e descendo com força, a bunda batendo nas minhas coxas. Segurei as nádegas dele, abrindo mais, e meti de baixo, socando pra cima.

— Isso, senta gostoso na minha rola. Rebola nesse pau, puta.

Ele rebolava como uma cadela no cio, girando o quadril, contraindo o cu ao redor de mim. O pau dele balançava duro, babando pré-gozo na minha barriga. Eu dava tapas na bunda dele, marcando a pele.

— Me fode mais! Me enche de porra! Quero sentir você gozando fundo no meu cu!

Levantei ele, coloquei de quatro na cama e voltei a comer com tudo. Metia selvagem agora, o pau entrando e saindo brilhando, o cuzinho dele vermelho e aberto. Cada estocada fazia ele gemer alto, pedindo mais.

— Me come! Fode esse cu safado! Sou sua vadia hoje!

Segurei o cabelo dele e puxei pra trás enquanto socava fundo. O cu dele apertava forte, pulsando. Eu sentia o gozo subindo.

— Vou gozar, porra…

— Goza nesse cu gostoso! Me enche! Jorra tudo dentro!

Dei mais algumas metidas brutais e explodi. Jatos grossos de porra quente encheram o intestino dele, transbordando enquanto eu continuava metendo, empurrando o leite pra dentro. Ele gozou junto, o pau dele jorrando sem nem tocar, sujando o lençol inteiro.

Caímos suados, meu pau ainda meio duro dentro do cu arrombado dele, porra escorrendo pelas coxas. Ele virou o rosto, sorrindo safado:

— Amanhã quero de novo… quero você me fodendo até eu não conseguir sentar direito.

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