O Pauzão da Femboy me deixou apaixonado – Conto Erótico

Eu ainda era novato nessa vida de trabalhar em alto mar. Tinha acabado de completar um mês na plataforma e tudo ainda era estranho: o balanço constante do mar, o cheiro de óleo e sal, os turnos longos. Meu nome é Marcos, 28 anos, hétero convicto a vida inteira. Nunca tinha olhado para outro homem com desejo. Até aquela noite.

Alissa era o femboy mais lindo que eu já tinha visto na vida. Corpo marcado de sol, pele dourada com a marca clara do maio nas coxas e no quadril, onde o short de trabalho não cobria. Ele tinha um corpinho definido, cintura fina, bundinha empinada e uns peitinhos pequenos, quase de mulher, que apareciam quando ele tirava a camisa. O rosto era perfeito: lábios carnudos, olhos grandes e maquiagem leve que ele usava escondido. Mas o que mais chamava atenção era o volume absurdo dentro da bermuda. Todo mundo comentava baixo que Alissa era “pauzudo pra caralho”.

Durante o dia eu tinha percebido ele me olhando. Olhares demorados, sorrisos discretos. Eu ficava desconfortável, mas também sentia um calor estranho na barriga.

Naquela noite, depois de um banho quente, eu saí do banheiro só de toalha enrolada na cintura. O quarto era pequeno, duas camas de solteiro encostadas em paredes opostas, mas ainda bem próximas. Alissa já estava deitado na dele, a luz baixa do abajur iluminando seu corpo.

— Meu bem… olha pra mim chamou ele com a voz suave e manhosa.

Eu virei o rosto e congelei. Alissa estava de lado, o lençol levantado até a cintura. Ele estava completamente pelado. O corpinho dourado brilhava, os peitinhos pequenos arrepiados, a barriguinha lisinha. E entre as pernas… caralho. Um pauzão enorme, grosso, veioso, com a cabeça rosada e suculenta brilhando de tesão, babando um fio grosso de pré-gozo. Era maior que o meu, parecia um tronco poderoso, reto e pesado.

Eu fiquei parado, sem reação. Meu coração batia forte. Nunca tinha visto algo assim. Era homem, mas parecia mais mulher que muita mulher que eu já tinha comido. E aquele pau… era lindo de um jeito sujo.

— Tá gostando do que vê, Marcos? perguntou ele baixinho, balançando o quadril de leve, fazendo o pauzão balançar. Eu percebi como você me olha durante o dia. Pode chegar mais perto, meu bem. Não vou morder… a não ser que você queira.

Eu não respondi. Mas também não consegui desviar o olhar. Meu pau começou a endurecer embaixo da toalha. Alissa sorriu, safado.

— Olha como você ficou duro só de me ver pelado. Vem cá. Deixa eu te mostrar uma coisa gostosa.

Eu dei dois passos e sentei na beira da minha cama, a poucos centímetros dele. Alissa levantou mais o lençol, mostrando tudo. Ele segurou o próprio pauzão com a mão delicada e começou a bater uma punheta lenta, a cabeça suculenta aparecendo e desaparecendo.

— Você gosta de pica grande, né? Olha o tamanho dessa aqui. É toda pra você admirar hoje. Eu sei que você nunca viu uma femboy como eu. Eu sou homem, mas sou mais gostosa que mulher, não sou?

— Porra, Alissa… isso é errado murmurei, mas minha mão já tinha descido até a toalha, apertando meu pau duro por cima do tecido.

— Errado é você ficar negando o que sente. Olha pra mim enquanto bate uma punheta pra mim. Mostra esse pauzão de macho pra essa putinha.

Eu tirei a toalha. Meu pau pulou para fora, duro, latejando. Comecei a me masturbar olhando para ele. Alissa gemeu baixinho, acelerando a mão no próprio pauzão.

— Isso, meu macho… bate pra mim. Olha como meu pau é grande. Imagina essa cabeça suculenta na sua boca? Ou na sua mão? Eu adoro quando os novatos ficam assim… curiosos.

Nós dois batíamos punheta olhando um para o outro. Eu não conseguia parar de olhar para aquele corpo perfeito: os peitinhos pequenos, a cintura fina, o pauzão grosso babando sem parar.

— Vem tocar nele, Marcos. Só tocar. Eu sei que você quer.

Eu estiquei a mão tremendo e segurei aquele tronco quente. Era pesado, grosso, a pele macia. Comecei a bater devagar. Alissa gemeu alto.

— Isso… aperta mais. Masturba o pauzão da sua femboy. Você tá gostando, né? Tá sentindo como é poderoso?

— Caralho, Alissa… é enorme. Parece um poste. Nunca vi uma pica tão grande e bonita assim.

Ele sorriu, satisfeito, e se aproximou mais. Nossas pernas se encostaram. Ele soltou o próprio pau e começou a passar a mão no meu peito, descendo até segurar meu pau junto com a minha mão.

— Dois paus juntos é tão gostoso. Você é tão macho… e eu sou tão vadia pra você.

Ficamos um tempo assim, trocando carinhos, batendo punheta um no outro. Eu beliscava os peitinhos dele, ele gemia e pedia mais.

De repente Alissa se ajoelhou na cama dele, o pauzão balançando pesado entre as pernas. Ele olhou pra mim com cara de puta.

— Deixa eu chupar você, meu bem. Quero sentir o gosto desse pauzão de macho novato.

Eu nem consegui responder. Ele se inclinou e engoliu minha rola até o fundo em uma única descida. A boca quente, molhada, apertada. Ele chupava com fome, fazendo barulho, babando tudo.

— Puta que pariu… que boca gostosa gemi, segurando a cabeça dele.

Alissa tirou meu pau da boca só para falar safadeza:

— Chupa bem, né? Eu sou uma boqueteira profissional. Engole até o saco. Goza na minha boca, Marcos. Quero beber tudo de você.

Ele voltou a chupar, fundo, rápido, a língua girando na cabeça. Uma das mãos dele batia no próprio pauzão enquanto me mamava. Eu não aguentei muito tempo. Segurei a cabeça dele e gozei forte, enchendo a boca quente dele.

Alissa engoliu tudo, gemendo, e depois mostrou a língua com um resto de porra.

— Delicioso. Você gozou bastante, macho.

Eu me deitei, ofegante. O arrependimento veio rápido. Porra, o que eu fiz? Eu sou hétero… nunca tinha feito nada com homem. Fiquei a noite toda virando na cama, pensando, sentindo culpa, mas também lembrando do pauzão lindo dela, do corpinho dourado, da boca quente.

No outro dia eu não conseguia parar de pensar em Alissa. Durante o trabalho, toda vez que via ele de short apertado, meu pau latejava. Eu tinha gostado. Gostado pra caralho daquele pauzão. Era como se eu tivesse me apaixonado por ele. Aquele tronco grosso, reto, poderoso… eu queria ver de novo. Queria tocar. Queria mais.

Alissa passou por mim no corredor estreito da plataforma e sussurrou:

— Hoje à noite eu quero sentar nesse pauzão de macho. Você vai deixar, né, meu bem?

Eu só consegui acenar com a cabeça. O arrependimento da noite anterior tinha virado desejo puro.

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