Nunca tinha transado na vida. Mas o tesão que eu sentia por ser dominado por uma mulher era insuportável. Depois de meses fantasiando, juntei coragem e contratei a Gaby.
Quando ela entrou no quarto de hotel, meu coração quase saiu pela boca. Gaby estava exatamente como eu pedi: saia preta super curta, quase não cobrindo nada, uma calcinha fio dental preta que marcava perfeitamente a bucetinha dela, entrando entre os lábios carnudos, e uma meia calça preta fina e brilhante que cobria as pernas grossas e bem feitas.
— Então você é o Tex… o virgem safado que quer ser dominado
— Disse ela com a voz firme e autoritária.
— De joelhos. Agora.
Eu obedeci imediatamente, ajoelhando no chão. Meu pau já estava duro dentro da calça.
Gaby se aproximou, levantou a saia curta e segurou minha cabeça com força.
— Olha bem pra baixo da minha saia, seu pervertido. Essa é a bucetinha que você vai adorar hoje. Você pediu pra eu mandar em você, então é isso que vai acontecer.
Ela sentou por cima de mim na cama, na posição de facesitting, com a saia cobrindo meu rosto. O cheiro dela era quente, molhado e delicioso. A calcinha fio dental estava enfiada fundo na xota dela. Eu conseguia ver tudo de baixo: os lábios grossos da buceta pressionando o tecido, o cuzinho logo acima.
— Começa chupando por cima da calcinha, seu cachorrinho — ordenou ela, rebolando devagar no meu rosto.
Eu colei a boca na bucetinha dela e comecei a chupar por cima do fio dental, sentindo o gosto doce e o calor através do tecido. Gaby gemeu e apertou as coxas ao redor da minha cabeça.
— Isso… chupa mais forte. Lambe essa xereca como um bom escravo. Você nunca comeu uma mulher e já está aí babando pela minha buceta, né seu virgem tarado?
Ela puxou a calcinha para o lado, expondo a bucetinha inchada e molhada.
— Agora enfia essa língua dentro. Lambe tudo. Quero sentir você esfregando esse rosto de macho na minha xota.
Eu obedeci, enfiando a língua o mais fundo que conseguia, lambendo as paredes quentes e molhadas. Meu nariz esfregava no clitóris dela enquanto eu respirava o cheiro forte de tesão. Gaby rebolava com força, usando meu rosto como cadeira.
— Isso, porra! Esfrega esse rosto na minha bucetinha. Você é só um tapete humano hoje. Lambe o cuzinho também, vai… eu sei que você quer.
Eu subi a língua e comecei a lamber o cuzinho apertado dela, circulando e enfiando a ponta. Gaby soltou um gemido rouco.
— Seu puto… que língua gostosa. Chupa meu cu enquanto eu rebolo na sua cara. Você paga pra ser humilhado assim, né? Pra virar meu escravo sexual.
Depois de um tempo ela se levantou, tirou a calcinha e a jogou no meu rosto.
— Deita na cama. Agora vou sentar de novo, mas dessa vez quero sua boca trabalhando direito.
Eu me deitei. Gaby subiu por cima de mim, sentando com a buceta e o cu bem na minha boca, na posição de queening total. A saia curta cobria meu rosto, me deixando no escuro com o cheiro e o gosto dela.
— Chupa. Alterna entre a buceta e o cu. Quero os dois bem lambidos.
Eu lambia e chupava alternadamente, enfiando a língua na bucetinha molhada e depois no cuzinho. Gaby rebolava forte, gemendo alto e falando putaria sem parar.
— Isso, seu cachorro! Come meu cu. Enfia essa língua bem fundo. Você é virgem e já está aqui comendo o cu de uma puta dominatrix. Que vergonha, Tex… mas que delícia.
Meu pau latejava, babando sem parar. Gaby percebeu e riu.
— Olha como você tá duro só de me servir. Você nem fodeu ainda e já virou meu escravo de buceta.
Ela se virou de posição, ainda sentada no meu rosto, mas agora de frente para o meu pau. Segurou minha rola e começou a bater devagar.
— Você vai comer meu cuzinho hoje. Mas primeiro vai gozar dentro da minha buceta. Quero sentir esse pau virgem me enchendo de porra.
Gaby desceu, encaixou meu pau na bucetinha quente e sentou devagar, engolindo tudo.
O prazer era insano, logo eu não aguentei mais.
— Pode gozar, seu virgem. Enche minha bucetinha de porra. Goza pra sua dominatrix.
Eu gozei forte, jorrando dentro dela. Gaby gemeu satisfeita e continuou rebolando, tirando o máximo de mim.
Depois ela se levantou, abriu as pernas sobre mim e ordenou:
— Agora limpa tudo. Chupa sua própria porra da minha buceta.
Eu obedeci, lambendo meu gozo misturado com o tesão dela. Em seguida ela virou de costas, empinou a bunda e mandou:
— Come meu cu agora. Quero sentir essa língua fundo enquanto eu me masturbo.
Eu ataquei o cuzinho dela com fome, chupando e enfiando a língua enquanto ela se tocava. Gaby gozou gemendo alto, o corpo tremendo.
Por fim, ela sentou no meu peito, ainda com a saia curta, e colocou os pés com meia calça na minha cara.
— Beija e chupa meus pés, escravo. Esse é o seu lugar.
Eu beijei, lambi e chupei os dedos dos pés dela por cima da meia fina, completamente dominado e satisfeito.
Gaby sorriu, acariciando meu rosto com o pé.
— Bom garoto. Da próxima vez vou te amarrar e usar ainda mais.

