Comi a Bunda Grande da Minha Namorada: Contos Eróticos

Minha namorada tinha um corpo que me deixava duro só de lembrar. Naquela sexta à noite ela chegou em casa depois do trabalho usando uma calça legging preta que marcava cada curva. Quando se inclinou pra tirar os sapatos, o tecido esticou tanto que a fenda ficou desenhada, profunda, quase me convidando.

Não aguentei. Cheguei por trás, apertei as duas mãos naquela carne macia e puxei ela contra mim. Ela riu baixo, sentindo a rola já dura pressionando o meio da bunda.

— Tá com fome de novo?

— De você. Só de você.

Puxei a legging pra baixo devagar. A calcinha preta sumia entre as nádegas. Passei o dedo por cima do tecido, sentindo o calor. Ela arqueou as costas, empurrando a bunda pra trás. Tirei a calcinha também. Aquele cu apertado apareceu, rosado, e logo abaixo a buceta já brilhando. Mas naquele momento eu só queria a bunda.

Beijei a nuca dela enquanto esfregava a pica no meio das nádegas. O pré-gozo molhava a pele. Ela gemeu quando eu ajoelhei atrás e abri as duas metades com as mãos. A língua passou primeiro na xota, depois subiu devagar até o cu. Chupei ali com calma, molhando, abrindo. Ela tremia, as mãos apoiadas na parede da entrada.

— Porra… continua…

Levantei, puxei ela até o quarto e joguei de quatro na cama. A bunda grande ficou levantada, aberta, pronta. Passei saliva na cabeça da rola e encostei na entrada. Empurrei devagar. O cu resistiu no começo, apertando a glande, depois cedeu centímetro por centímetro. Entrei fundo. Quente, estreito, pulsando ao redor de mim.

Ela soltou um gemido longo, quase um grito abafado no travesseiro. Eu fiquei parado um segundo, sentindo aquele aperto, e comecei a meter. Devagar no início, depois mais fundo. Cada estocada fazia a bunda tremer. A carne batia na minha virilha com um som molhado e pesado. Eu segurava as cinturas e puxava ela pra trás, enfiando até o fundo.

— Mais… me fode essa bunda…

Acelerei. A visão era suja pra caralho: as nádegas enormes se abrindo e fechando em volta da pica, o cu engolindo tudo, a buceta pingando embaixo. Passava a mão embaixo e enfiava dois dedos nela enquanto metia no cu. Ela rebolava de volta, encontrando o ritmo, gemendo alto, pedindo mais forte.

Virei ela de lado sem sair. Levantei uma perna e continuei fodendo. O ângulo mudou, ficou mais fundo ainda. Ela apertava o lençol com força, o rosto virado pra mim, a boca aberta. Beijei a boca dela enquanto metia sem parar. O barulho da pele batendo enchia o quarto. Suor escorria pelas costas dela.

Puxei pra fora, deitei de costas e ela montou de costas pra mim. A bunda grande desceu devagar, engolindo a rola de novo. Ela começou a rebolar. Circular, pesado, sujo. Eu segurava as nádegas abertas e metia de baixo pra cima, encontrando cada descida. O cu apertava a cada movimento. Ela jogava o cabelo pra trás e gemia sem vergonha.

— Olha como eu tô te comendo… essa bunda é sua…

Fiquei hipnotizado. Aquele movimento, a carne batendo, o cu engolindo até o limite. Senti o gozo subindo rápido. Avisei. Ela não parou. Rebolou mais forte, mais fundo. Gozei dentro. Jatos quentes enchendo o cu dela enquanto eu segurava a cintura com força. Continuei metendo enquanto esporrava, sentindo o leite vazar pelas laterais, escorrendo pelas bolas e molhando a cama.

Ela desceu devagar, ainda com a pica dentro, e ficou ali, ofegante. Eu passei a mão pela bunda molhada, sentindo o excesso de porra escorrendo. Puxei ela pra trás e chupei o cu de novo, limpando, sentindo o gosto misturado. Depois enfiei de novo, já semi-duro, só pra sentir o aperto quente e sujo.

Ficamos assim por um tempo. Eu ainda dentro dela, a respiração pesada, a bunda grande pressionada contra mim.

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