Não era só a bunda grande, redonda, que balançava pesada quando ela andava. Era o conjunto inteiro: o jeito de se mexer, o perfume que ficava grudado na roupa, e aquele cheiro que eu inventava na cabeça, quente, úmido, de xota. Qualquer pensamento nela já fazia a pica endurecer. Às vezes eu sentia o aroma dela no ar mesmo quando ela nem estava perto, e o volume na calça denunciava na hora.
Naquela noite dormi na casa dela. Sofá da sala, cobertor fino, silêncio da madrugada. Acordei com vontade de mijar e fui até o banheiro de leve, sem acender a luz do corredor. Abri a porta, liguei só o abajur pequeno em cima da pia e vi.
A calcinha azul estava pendurada no registro do chuveiro. Pequena demais para uma mulher com aquela bunda. O tecido fino, o formato estreito, o elástico delicado. Provavelmente ela tinha lavado no banho e deixado secar ali. Já estava seca, mas o cheiro ainda vivia preso nas fibras.
Parei na frente do chuveiro. Peguei a peça com cuidado. Segurei aberta entre os dedos e olhei o tamanho. Imaginei aquele pano apertando as nádegas enormes, sumindo entre elas, marcando a fenda. Cheguei perto do nariz.
O aroma subiu forte. Não era só sabonete. Tinha o fundo de mulher, quente, misturado com o residual do banho. Indescritível. Eu respirei fundo, de novo, e a rola já estava dura, latejando contra o short.
Puxei o short pra baixo. A pica saltou pesada. Enrolei a calcinha azul em volta da cabeça e da glande, sentindo o tecido macio. Comecei a masturbar devagar, apertando o pano contra a pele quente. Eu fechava os olhos e via a tia: a bunda grande se movendo, a xota escondida atrás daquele mesmo tecido azul, o cu apertado no meio.
— Que delícia de xota ela deve ter… — murmurei baixo, só pra mim.
O cheiro de mulher misturado com sabonete me deixava louco. Eu apertava mais a calcinha, esfregava a ponta na parte onde a buceta dela deveria tocar, e o corpo inteiro arrepiava. A mão subia e descia com ritmo sujo, o tecido azul brilhando de pré-gozo. Pensava em enfiar em qualquer buraco dela naquele momento: buceta, cu, boca. Não importava. Só queria sentir aquilo quente e apertado.
Acelerei. A respiração ficou pesada. Enrolava a calcinha com mais força, esfregava a cabeça da pica no centro do pano, imaginava a xota dela se abrindo, o cu piscando. O tesão subia rápido demais. Senti as bolas contrair.
Gozei.
Jatos grossos e quentes estouraram direto na calcinha. Esporrei com força, sujando o tecido azul de porra branca. Continuei masturbando enquanto o leite saía, espalhando tudo com a própria pica na direção exata onde a xota e o cuzinho dela ficariam. Esfreguei a cabeça no meio do pano, passando o gozo pra lá e pra cá, molhando as partes que deveriam tocar a pele dela. Mais um jato, outro, até a calcinha ficar pesada e brilhante de porra.
Fiquei ali, ofegante, segurando a peça suja. O cheiro agora era outro: o dela misturado com o meu. Olhei o estrago. A calcinha azul, pequena, encharcada, o leite escorrendo pelas bordas. Respirei fundo de novo, e sorri sozinho no banheiro.
Limpei o excesso com cuidado, mas deixei o suficiente. Pendurei de volta no registro, exatamente como estava, só que agora marcada. Puxei o short, lavei as mãos e voltei pro sofá no escuro.
Deitei, ainda com o cheiro dela no nariz e a pica latejando leve. A madrugada continuou quieta. Mas eu já sabia que, da próxima vez que visse aquela bunda grande andando pela casa, ia lembrar exatamente do que tinha feito com a calcinha azul.

