Mamei e Fodi o Cuzinho da Minha Amiga Trans Pauzuda – Conto Erótico

A gente se marcou na minha casa. Gina chegou cheirosa, cabelo arrumado, sorriso fofo de sempre. A gente se abraçou, conversou um pouco e foi direto pro banho. Eu passei a mão na bunda dela, firme e redonda, e senti o peso do pau dela batendo na minha perna algumas vezes. Ela riu baixinho e me beijou de novo.

Quando saímos, ela pediu um momento. Eu fiquei na cama, só de toalha, e ela voltou do banheiro usando uma meia-calça branca fininha e um salto alto. As pernas dela pareciam ainda mais longas. A meia-calça marcava a curva da bunda e o volume generoso na frente, mas de longe ela era só mulher. Linda, cheirosa, toda arrumada.

Ela parou no meio do quarto, virou de costas e começou a rebolar. Devagar no início, depois com mais força. A bunda batia de um lado pro outro, o salto alto batendo no chão. Eu puxei a toalha e segurei a pica, já dura. Ela olhou por cima do ombro e sorriu.

— Tá gostando de ver, amor? — perguntou ela, a voz doce.

— Porra, tô. Continua — respondi, masturbando devagar.

Gina abriu as pernas, inclinou o tronco e puxou as nádegas com as duas mãos, mostrando o cuzinho rosado através da meia-calça. O pau dela balançava entre as pernas, ainda mole. Ela rebolou mais, o volume na frente crescendo aos poucos. Em pouco tempo o pau estava semi-duro, depois duro de novo, latejando contra o tecido branco. Ela apertou a própria rola por cima da meia-calça e soltou um gemido baixo.

— Olha como ele fica só de te ver me olhando disse ela, rebolando sensual.

Eu acelerava a mão. O pré-gozo já molhava a cabeça. Gina se virou de frente, tirou o sutiã e jogou no chão. Os peitos saltaram, firmes. Ela continuou o strip, descendo a meia-calça devagar até a metade das coxas. O pau dela saltou pesado, grosso, uns dezoito centímetros, depilado, a cabeça rosada brilhando. Depois amoleceu de novo enquanto ela dançava. Em seguida endureceu outra vez, pulsando. Eu gemia baixo, batendo punheta sem tirar os olhos.

— Vem cá, pedi.

Ela veio andando no salto, o pau balançando. Eu segurei na base e levei à boca. A cabeça era grossa. Abri e engoli o máximo que consegui. O gosto era limpo, de banho e pele. Gina soltou um gemido alto e passou a mão no meu cabelo.

— Isso… mama minha piroca, amor.

Assim, fundo — falou ela, a voz já delicada e cheia de tesão.

Eu chupava com vontade, babando, engasgando de propósito. A saliva escorria pelo queixo. O pau dela latejava na minha língua, endurecendo ainda mais. Eu subia e descia a cabeça, apertava as bolas, chupava a glande com força. Ela rebolava o quadril, fodendo minha boca devagar.

— Porra, sua boca é uma delícia… continua mamando essa pirocona, gemia Gina.

Eu sentia o gosto do pré-gozo e acelerava. Ela prendeu minha cabeça e começou a meter mais fundo. Eu engasgava, os olhos marejados, mas não parava. O pau dela latejava forte. De repente ela gemeu alto e gozou. Jatos quentes bateram no fundo da minha garganta. Eu engoli o máximo, mas engasguei e um pouco escorreu pelo canto da boca. Continuei chupando até o último espasmo, limpando tudo com a língua.

Gina estava ofegante, o batom vermelho um pouco borrado. Eu a virei de quatro na cama. A meia-calça ainda estava nas coxas. Eu puxei as nádegas e cuspi no cuzinho rosado. Encostei a cabeça da minha pica e empurrei devagar. O cu dela cedeu, quente e apertado. Entrei até o meio e parei.

— Me dá pica… enfia tudo — pediu ela, a voz tremula de safadeza.

Empurrei o resto. O cu engoliu inteiro. Comecei a meter. Fundo, ritmado. A bunda dela batia na minha virilha. Gina gemía alto, o salto alto ainda nos pés, as mãos apertando o lençol.

— Soca gostoso… me come esse cuzinho… assim, forte — gritava ela.

Eu segurava a cintura e metia sem dó. O barulho molhado enchia o quarto. O pau dela balançava entre as pernas, endurecendo de novo com as estocadas. Eu passei a mão por baixo e masturbei ela enquanto fodia o cu.

— Me dá pica com força… porra, me fode… goza no meu cu se quiser, mas me come — implorava Gina.

Acelerei. A cama batia na parede. Eu sentia o aperto dela com o cuzinho, a bunda dela me apertava com uma sucção a cada entrada. Gina rebolava de volta, pedindo mais.

— Isso… usa esse cuzinho… me fode até o fundo… sua pica tá me deixando louca — falava ela entre gemidos.

Eu não aguentei muito. Puxei pra fora, virei ela de frente e enfiei a pica na boca dela. O batom vermelho manchou a minha rola. Gina abriu a boca e eu gozei, jatos fortes bateram na língua e no fundo da garganta. Ela engoliu, chupou até o final, limpando com a língua enquanto eu ainda tremia.

O pau dela ainda semi-duro, o meu amolecendo. Gina se ajeitou no travesseiro, o batom borrado, o cabelo bagunçado, ainda cheirosa. Eu deitei ao lado e passamos a noite conversando.

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