Ela se ajoelhou de costas pra mim, espalhou as pernas e encaixou o consolo grosso no meio da buceta. O silicone sumiu devagar, molhado, engolido pela buceta inchada.
O gemido saiu baixo, gutural, quase um rosnado.
— Olha isso, amor… tô sentando inteiro.
Ela desceu mais, até a base bater na xota.
O cu dela se abriu um pouco com a pressão. Eu apertei o pau por cima da cueca, sentindo o calor subir.
Ela começou a subir e descer devagar, o consolo saindo brilhante de porra dela. Cada vez que enfiava de novo, soltava um gemido mais alto, mais solto.
— Você gosta, né? Gosta de me ver assim…
A voz dela saía embargada, molhada.
— Sei que você adora me ver sendo uma putinha.
Sentando sozinha, se fodendo pra você.
Ela acelerou um pouco. O barulho úmido da buceta engolindo o brinquedo encheu o quarto.
— Bate pra mim. Quero ver esse pau duro enquanto eu sento.
Eu puxei a cueca pra baixo. O pau saltou, já pingando. Enrolei os dedos em volta e comecei a subir e descer a mão no mesmo ritmo que ela cavalgava o consolo.
A cabeça do pau brilhava de pré-gozo. Eu apertava mais forte na base, segurando pra não estourar cedo.
Ela olhou por cima do ombro, olhos semicerrados, boca aberta.
— Isso… assim. Mais rápido. Quero ver você se tocando pra mim.
O movimento dela ficou mais pesado. Ela descia com força, o cu batendo na cama, a buceta fazendo barulho de sucção.
— Ah, porra… tá me abrindo tanto.
Gemido longo, trêmulo.
— Gozar pra mim, amor. Quero ver esse pau cuspindo enquanto eu sento igual vadia.
Eu masturbava mais rápido, a mão molhada de pré-gozo, o polegar passando na cabeça sensível.
O tesão subia pelas bolas, apertando. Ela sentia. Começou a falar mais alto, mais sujo.
— Bota esse pau gostoso na minha boca depois… quero chupar enquanto ainda tô gozando.
Ela enfiou dois dedos na própria boca, chupou, depois desceu a mão e espalhou a saliva na clitóris, esfregando em círculos enquanto continuava sentando.
— Olha como eu tô molhada… toda aberta pra você.
O corpo dela tremeu. As coxas apertaram o consolo.
— Vem… goza. Goza pra mim agora.
Eu me inclinei pra frente, a mão voando no pau. Ela gritou baixo quando o orgasmo bateu.
A buceta dela contraiu visivelmente em volta do silicone, o corpo inteiro se arqueando, gemendo sem parar, um som rouco e quebrado.
— Porra… tô gozando… ah, caralho…
Ela não parou de sentar. Continuou cavalgando enquanto escorria, o orgasmo se esticando.
Eu me levantei, o pau latejando. Ela se virou rápido, ainda com o consolo dentro, e abriu a boca. Eu enfiei. Ela engoliu até a garganta, a língua pressionando a veia de baixo.
Eu segurei a cabeça dela e gozei direto, jatos quentes, um atrás do outro. Ela engoliu o primeiro e deixou o resto escorrer pelos lábios, chupando com força, puxando até o último espasmo.
Meu corpo se contorceu. As pernas tremeram. Eu soltei um gemido alto, quase um grito, enquanto ela continuava sugando a cabeça sensível, limpando tudo.
Quando eu saí da boca dela, ela lambeu os lábios e olhou pra cima, ainda ofegante, o consolo ainda enterrado nela.
— Quero repetir. Um dia desses… de novo. Mais tempo. Quero te ver se acabando enquanto eu me fodo pra você.
Eu ainda respirava pesado, o pau mole e sensível na mão dela. Ela sorriu, suja, satisfeita, e puxou o consolo pra fora com um som molhado.
O quarto cheirava a sexo e suor. Ninguém falou mais nada por um tempo. Só o silêncio depois do tesão.

