Minha Bucetinha Depilada Estava Se Abrindo e Pedindo Pica

A calcinha preta sumia no meio da minha bunda enorme, aquela rabuda gostosa e pesada que balançava a cada passo. Meus peitos grandes quase estouravam o sutiã.

A bucetinha depilada, lisinha, já latejava, os lábios grossos se abrindo sozinhos de tanto tesão. Eu queria um macho safado de saco grande pra me foder sem pena.

Ele estava sentado na beira da cama, pernas abertas. Eu fechei a porta com o pé e fui direto ajoelhar na frente dele.

Puxei a cueca e o pau saltou grosso, quente, a cabeça já brilhando. Embaixo, o saco grande, pesado, cheio. Eu segurei os dois com as mãos e lamei devagar, sentindo o cheiro forte de homem.

— Olha essa puta…

Eu sorri com a boca cheia do pau dele. Abri as pernas ali no chão, puxei a calcinha pro lado e mostrei a bucetinha depilada se abrindo. Os lábios se separaram, a entrada rosada pulsando, escorrendo.

— Tá vendo? Tá se abrindo sozinha… pedindo pica…

— falei com a voz rouca enquanto chupava.

— Me fode. Enfia esse pau grosso nessa xota.

Ele puxou meu cabelo e me fez engolir mais fundo. O saco grande batia no meu queixo.

Eu gemia em volta do pau, babando. Minha bunda enorme ficava pra cima, a rachadura suada, a bucetinha se contraindo no ar, pedindo.

Ele me levantou e me jogou de quatro na cama. A bunda subiu alta, pesada, as nádegas se abrindo.

Ele segurou as duas mãos cheias da minha raba e esfregou o pau grosso entre os lábios depilados.

— Que bucetinha safada… toda aberta já.

— Enfia… enfia tudo… — eu pedi, rebolando pra trás.

— Quero sentir esse saco batendo na minha bunda.

Ele enterrou de uma vez. O pau abriu minha xota com força, o saco grande estalou contra a pele. Eu gritei no travesseiro.

Ele não teve piedade. Começou a meter fundo e rápido, o barulho molhado enchendo o quarto. Minha bunda tremia a cada estocada.

Os peitos grandes balançavam pesados, os mamilos arrastando no lençol.

— Mais forte… me arromba essa buceta…

— eu gemia sem vergonha.

— Olha como ela tá se abrindo pro teu pau… porra, que delícia…

Ele segurava minha cintura com uma mão e dava tapas na bunda com a outra. A carne tremia. Eu empurrava pra trás, engolindo cada centímetro, sentindo o saco grande bater molhado.

A bucetinha depilada fazia aquele barulho obsceno, chupando o pau dele, escorrendo pela coxa.

Ele me virou e me fez sentar. Eu enfiei o pau sozinha, descendo até o fundo, o saco dele apertado contra minha bunda.

Comecei a rebolar, a bunda enorme batendo nele, os peitos grandes quicando na cara dele. Ele mordeu um mamilo e chupou forte enquanto eu rebolava igual puta.

— Me come… me usa… quero esse saco batendo até eu gozar…

— eu falava ofegante, a bucetinha se contraindo em volta do pau.

Ele segurou minha bunda com as duas mãos e meteu de baixo pra cima, fundo, violento. Eu gritei, a cabeça jogada pra trás.

A xota depilada estava completamente aberta, os lábios esticados em volta do pau grosso, brilhando. Eu olhei pra baixo e vi o saco grande subindo e descendo, batendo molhado.

— Olha essa puta… toda aberta… pedindo mais…

— Me dá… me enche… quero sentir esse saco pesado…

— eu gemia, rebolando mais rápido.

Ele me jogou de costas, ergueu minhas pernas e enfiou de novo. A bunda ficou suspensa, a bucetinha totalmente exposta, se abrindo a cada estocada.

Eu segurei os peitos grandes e apertava os mamilos enquanto ele me fodia sem parar. O saco batia forte, o pau entrava até o fundo.

Eu gozei primeiro. A bucetinha se apertou, esguichou um pouco, as paredes tremendo. Eu gritei alto:

— Porraaaa… tô gozando… olha essa xota se abrindo… me fode mais… não para…

Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu tremia, a bunda contraindo, os peitos balançando. Quando ele gozou, enterrou fundo e jorrou quente dentro de mim.

O saco grande se contraiu contra a minha pele. Eu senti cada jato enchendo a bucetinha depilada. Ele saiu devagar e a porra escorreu imediatamente, branca e grossa, saindo da xota aberta.

Eu fiquei deitada, pernas abertas, a bucetinha se contraindo sozinha, ainda pedindo. Passei o dedo e levei à boca, chupando a mistura.

— Ainda tá aberta… ainda quer mais…

— murmurei, olhando pra ele com o sorriso safado.

— Vem de novo. Me fode essa rabuda até o saco doer.

Ele já estava endurecendo outra vez. Eu virei de quatro, a bunda enorme pra cima, a bucetinha depilada se abrindo sozinha, escorrendo porra, pedindo pica como a puta safada que eu sou.

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