Eu acordei molhada. Não era suor. Era aquele calor pegajoso que sobe direto do meio das coxas e deixa a calcinha do biquíni verde colada na fenda, escorrendo.
Eu me chamo Lara, tenho vinte e oito anos, e hoje decidi que ia me comer sozinha até gozar como uma puta sem vergonha.
O biquíni era verde-bandeira, aquele tom que grita contra a pele clara. Os lacinhos vermelhos nas laterais do top e nas alças da calcinha tremiam cada vez que eu mexia.
Cabelo longo, ondulado, ruivo-fogo caindo pelos ombros, beijando a curva dos peitos. Lábios carnudos, vermelhos de batom que ainda não tinha se espalhado.
Olhos pretos, grandes, já meio embaciados de tesão. Quadril largo, coxas grossas que se esfregavam uma na outra quando eu caminhava até a cama.
Eu me olhei no espelho e sorri. Cara de quem sabe que vai se sujar.
Deitei de bruços. O travesseiro macio ficou bem no meio das pernas. Eu abri as coxas, ajeitei a bunda pra cima e comecei a me esfregar. A calcinha verde já estava encharcada; o tecido fino raspava no clitóris inchado a cada movimento de vai-e-vem.
Eu gemia baixo no início, só pra sentir a voz vibrar na garganta. “Porra… que delícia…” A fricção era lenta, suja, molhada. O travesseiro absorvia o meu cheiro, aquele odor forte de buceta quente.
Eu apertava mais, girava o quadril, sentia os lábios grandes se abrirem e fecharem contra o tecido. Os lacinhos vermelhos balançavam. Meus peitos pesados esmagavam o colchão, os mamilos duros coçando no top.
Eu me masturbei gostoso esfregando a buceta no travesseiro. Não tinha vergonha de dizer. A frase saía entre gemidos, alta, clara: “Eu me masturbei gostoso esfregando a buceta no travesseiro… olha como eu estou melada, puta que pariu…”
O tecido já estava escuro de porra. Eu acelerava, o quadril batendo com mais força, as coxas grossas tremendo. O clitóris latejava, inchado, escorregadio.
Cada esfregada mandava um choque até o útero. Eu mordia o lábio inferior, o batom se espalhando. “Ah… porra… que buceta safada…”
Levantei a bunda um pouco mais, enfiando dois dedos por baixo da calcinha. A pele estava quente, escorregadia, os lábios inchados.
Empurrei os dedos fundo, sentindo as paredes apertarem. O som molhado ecoou. Eu tirei os dedos, brilhando de porra transparente e branca misturada.
Levantei a mão até a boca e chupei. O gosto era salgado, ácido, meu.
Eu chupei o próprio dedo molhado da própria buceta melada, demorando a língua, limpando cada gota, gemendo em volta dos dedos.
“Mmm… que gosto de puta…” Voltei a enfiá-los, mais fundo, curvando, procurando aquele ponto que faz a perna tremer.
Enquanto chupava o outro dedo, eu continuava me esfregando no travesseiro, o tecido já encharcado, cheirando forte.
A voz saía alta agora. Eu não me importava se alguém ouvisse. “Me come… me fode essa xota… quero pica grosso, grosso pra caralho… enfia tudo, até o fundo… ai, porra, que vontade de tomar porra…” Eu gemia e pedia pica na xota sem parar.
As palavras saíam sujas, sem filtro. “Me arromba essa buceta… me usa como vadia… quero sentir o pau batendo no fundo, quero gozar esguichando… porra, me fode!” O travesseiro estava destruído, manchado.
Eu virava de lado, abria mais as coxas, esfregava o clitóris direto no tecido enquanto os dedos entravam e saíam. O som era obsceno: schlick, schlick, molhado, rápido.
Eu me imaginava de quatro, o biquíni puxado pro lado, alguém me pegando por trás. Os lacinhos vermelhos se desfazendo.
O cabelo ruivo colado no suor das costas. Eu falava alto, como se estivesse sendo fodida de verdade: “Mais forte… me come essa puta… eu sou vadia, eu sou puta, eu quero porra na boca, na xota, em tudo… me enche…” Os dedos aceleravam.
O polegar no clitóris, girando, apertando. A onda subia. Eu tremia. As coxas grossas se fechavam em volta da mão.
O orgasmo veio sujo, longo, esguichando um pouco no travesseiro. Eu gritei, a voz rouca: “Porraaaaa… que delícia… gozei igual puta…”
Mas não parei. Ainda molhada, ainda latejando, eu virei de costas, tirei a calcinha de vez e joguei no chão. O top ficou. Os peitos livres, pesados, mamilos duros.
Eu abri as pernas largas, a bunda afundada no colchão, e continuei. Agora com a mão inteira. Quatro dedos entrando, o polegar esmagando o clitóris.
O cheiro enchia o quarto. Eu chupava os dedos de novo, gemendo, babando. “Olha essa buceta… toda aberta, melada, pedindo pau… me fode, caralho… quero sentir grosso, quero arder…”
Eu me contorcia, o cabelo ruivo espalhado no travesseiro, os olhos pretos semicerrados. A boca aberta, gemendo sem parar. “Ah… ah… porra… me come… me usa… eu sou sua puta… enfia, enfia mais… quero gozar de novo…” A segunda onda veio mais rápida.
Eu esguichei de verdade dessa vez, um jato quente molhando a mão e o lençol. O corpo inteiro contraiu. As coxas grossas tremeram.
Eu continuei falando, mesmo ofegante: “Gozei… gozei igual vadia… ainda quero mais… quero pau de verdade… quero chupar, quero engolir, quero sentir porra escorrendo da xota…”
Levantei, pernas moles, e fui até o espelho. Me olhei. Rosto vermelho, batom borrado, cabelo bagunçado, peitos marcados, a buceta inchada, brilhando, aberta.
Eu abri os lábios com os dedos e mostrei pra mim mesma. “Olha que xota gostosa… toda usada, toda melada… pronta pra tomar pau…” Voltei pra cama, deitei de novo, e recomecei. Dessa vez mais devagar, mais sujo.
Eu lambi a própria mão, depois enfiei de novo. Gemia baixinho, depois alto. Pedindo. Sempre pedindo. “Me fode… me arromba… quero pica na xeta até não aguentar mais… me faz gozar esguichando de novo… porra, que vontade de ser comida…”
O tempo passou. Eu perdi a conta de quantas vezes gozei. O travesseiro estava destruído, o lençol encharcado, meu corpo inteiro cheirando a sexo.
Eu ainda estava de biquíni só no top, os lacinhos vermelhos soltos.
Deitada de lado, pernas abertas, mão ainda devagar na buceta, eu sussurrava, quase sorrindo: “Eu me masturbei gostoso esfregando a buceta no travesseiro… chupei o dedo molhado da minha própria buceta melada… gemi e pedi pica na xota… e eu fui bem puta… bem safada… bem vadia…”
Ainda latejava. Ainda queria mais. O corpo inteiro pedia. Eu fechei os olhos e continuei, devagar, suja, sem pressa, gemendo baixo, pedindo alto, sendo exatamente o que eu sou: uma puta que se come sozinha até não aguentar mais, e ainda assim quer pau.
E eu ia continuar. Até a próxima gozada. Até a voz rouca. Até a buceta doer de tanto se esfregar e se enfiar. Porque eu gosto. Porque eu sou assim. Safada. Melada. Pedindo. Sempre pedindo.
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