Meu marido, o corno safado, estava sentado na poltrona do quarto, de cueca, pau semi-duro, sorrindo daquele jeito nojento que me deixa ainda mais puta.
Eu abri a porta e o vizinho entrou. Alto, grosso, saco pesado balançando dentro da calça.
— Pode começar
— meu marido falou, a voz rouca.
Eu não perdi tempo. Ajoelhei na frente do vizinho, abri o zíper com os dentes e puxei o pau pra fora. Grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo.
O saco grande e quente enchi as duas mãos. Eu mamei devagar, de baixo pra cima, chupando as bolas primeiro, sentindo o cheiro forte de macho.
— Olha só a puta da sua esposa…
— o vizinho riu, puxando meu cabelo.
Eu engoli o pau até a garganta. O barulho molhado encheu o quarto. Babava, engasgava, os olhos marejados. Meu marido se masturbava devagar, olhando tudo.
Eu gemia em volta do pau grosso, a buceta latejando dentro da calcinha fina.
Ele me puxou pelo cabelo e me jogou de quatro na cama. Puxou a calcinha pro lado e esfregou a cabeça grossa na minha buceta depilada. Eu estava escorrendo.
— Enfia… enfia tudo nessa xota de puta
— eu pedi, rebolando pra trás.
— Me fode na frente do meu marido.
Ele enterrou de uma vez. O pau abriu minha buceta com força, o saco grande bateu pesado nas minhas nádegas. Eu gritei no travesseiro.
Ele não teve piedade. Meteu fundo, rápido, o barulho molhado ecoando. Minha bunda tremia a cada estocada. Os peitos balançavam pesados.
— Mais forte… me arromba…
— eu gemia alto, olhando pro meu marido.
— Olha como essa buceta tá engolindo o pau dele… porra, que delícia…
Meu marido se aproximou, enfiou o pau na minha boca. Eu chupava enquanto o vizinho me fodia por trás. Os dois me usando ao mesmo tempo.
O saco do vizinho batia molhado na minha bunda, o pau do meu marido ia fundo na minha garganta. Eu estava babando, escorrendo, gemendo sem parar.
— Eu sou puta… eu sou vadia… adoro trair…
— eu falava entre engasgos.
— Me enche de porra… quero sentir escorrendo…
O vizinho me virou de costas, ergueu minhas pernas e meteu mais fundo. Eu segurava os peitos e apertava os mamilos enquanto ele me fodia.
Meu marido se ajoelhou ao lado e cuspiu na minha boca. Eu engoli e pedi mais.
— Goza dentro… enche essa buceta…
— eu implorei.
Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo minha xota. O saco grande se contraiu contra mim. Quando ele saiu, a porra escorreu imediatamente, branca e grossa, pela minha bunda.
Meu marido se masturbou mais rápido e gozou no meu rosto, na minha boca, nos peitos.
Eu fiquei deitada, pernas abertas, a buceta se contraindo sozinha, ainda escorrendo a mistura dos dois. Passei o dedo e chupei.
— Ainda tá aberta… ainda quer mais…
— murmurei, olhando pros dois.
— Quem vai me foder agora?
O vizinho já estava endurecendo de novo. Meu marido sorriu e se afastou pra assistir melhor.
Eu virei de quatro outra vez, a bunda pra cima, a buceta melada se abrindo sozinha, pedindo pica como a esposa puta e traidora que eu sou.
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