
Boquete Gay é Muito Mais Gostoso, Chupada Profunda e Deliciosa – Conto Erótico
A tensão entre nós dois vinha crescendo há semanas. Éramos amigos há anos, mas algo havia mudado recentemente. Depois de uma longa sessão de jogos no apartamento dele, o assunto surgiu de forma natural. Ele confessou que sempre teve curiosidade e eu admiti o mesmo. O clima esquentou rápido. Sentados no sofá, um olhar bastou para que nos aproximássemos.
Ele se ajoelhou na minha frente sem hesitar. Abriu minha calça com dedos ansiosos e puxou minha rola já semi-dura para fora. Segurou a base com firmeza e olhou para cima com um sorriso malicioso antes de passar a língua quente desde as bolas até a cabeça inchada. O contato molhado me fez soltar um gemido longo e profundo.
— Porra… isso é bom demais escapei, sentindo a língua dele girar ao redor da glande sensível.
Ele não perdeu tempo. Abriu a boca e engoliu metade do comprimento de uma vez, a cavidade quente e úmida envolvendo meu pau com perfeição. Subiu e desceu a cabeça devagar no início, acostumando-se ao tamanho, depois acelerou. A sucção era forte e ritmada, a língua pressionando a parte inferior enquanto ele me chupava com vontade.
Eu segurava os cabelos dele, guiando levemente o movimento. Ele relaxou a garganta e desceu mais fundo, engolindo quase tudo. Senti a cabeça da rola tocar o fundo da garganta dele, que se contraiu ao meu redor. O calor, a saliva abundante escorrendo pelos cantos da boca e o som molhado e obsceno me deixavam louco.
— Caralho… sua boca é perfeita… boquete gay é muito mais gostoso mesmo gemi, as pernas tremendo levemente.
Ele olhou para cima, os olhos lacrimejando de esforço, mas continuou sem parar. Chupava com dedicação, alternando entre movimentos rápidos e curtos na cabeça e descidas lentas e profundas até o nariz encostar na minha barriga. A saliva escorria pelo meu pau, molhando as bolas, que ele logo começou a lamber e chupar também.
Em seguida, ele me fez levantar. Ajoelhou-se novamente e continuou o trabalho de pé. Segurava minha bunda com as duas mãos, puxando-me para frente enquanto engolia tudo. Eu fodia a boca dele com estocadas suaves no início, depois mais firmes. Ele gemia ao redor do meu pau, as vibrações aumentando o prazer.
O boquete era intenso e molhado. Saliva pingava no chão enquanto ele engasgava de leve, mas não parava. Pelo contrário, parecia gostar da sensação. Eu sentia o orgasmo se aproximando rápido.
— Vou gozar… avisei, segurando a cabeça dele.
Ele apertou a sucção e desceu até o fundo. Gozei com força, jatos grossos e quentes explodindo direto na garganta dele. Ele engoliu tudo, continuando a chupar devagar até extrair a última gota. Quando finalmente soltou, havia fios de saliva e porra ligando sua boca ao meu pau.
Não demorou para trocarmos de lugar. Agora eu estava de joelhos, ansioso para retribuir. A rola dele era grossa, veiada e cheirava a desejo. Segurei a base e lambi toda a extensão, saboreando o gosto salgado do pré-gozo. Depois abri a boca e engoli o máximo possível.
Chupei com fome, subindo e descendo a cabeça enquanto usava a mão para masturbar a parte que não cabia. Ele gemia alto, segurando meus cabelos. Eu relaxava a garganta e descia fundo, sentindo o pau pulsar contra minha língua. O boquete ficava cada vez mais molhado, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas bolas dele.
— Isso… chupa gostoso… boquete assim é viciante dizia ele, a voz rouca.
Eu variava o ritmo: chupadas rápidas e rasas na cabeça, depois descidas lentas e profundas. Lambia as bolas, chupava uma de cada vez enquanto masturbava o pau com a mão. Depois voltava a engolir tudo, engasgando de propósito para aumentar a sensação.
Ele fodia minha boca com estocadas controladas, segurando minha cabeça. Eu olhava para cima, olhos marejados, mas excitado com a intensidade. O pau dele latejava na minha boca, cada veia marcada contra minha língua.
Depois de longos minutos, ele avisou que estava perto. Segurei a bunda dele e puxei para frente, engolindo até o fundo. Ele gozou com força, enchendo minha boca com porra quente e abundante. Engoli tudo que consegui, o resto escorrendo pelo canto dos lábios. Limpei o pau dele com a língua, saboreando cada resquício.
Não paramos por aí. Depois de recuperar o fôlego, voltamos para a cama. Ele se deitou de costas e eu me posicionei entre as pernas dele novamente. O segundo boquete foi ainda mais intenso. Chupei devagar, explorando cada centímetro, lambendo a fenda da cabeça e girando a língua ao redor. Ele se contorcia na cama, gemendo sem parar.
Eu alternava entre chupar apenas a cabeça com sucção forte e engolir tudo até o nariz encostar na barriga. Saliva escorria abundantemente, molhando tudo. Ele segurava minha cabeça, guiando o ritmo enquanto eu o levava ao limite mais uma vez.
Troquei de posição, fazendo ele ficar de quatro. De baixo, chupava as bolas e lambia o períneo enquanto masturbava o pau grosso. Depois voltei para a frente e continuei o boquete de outro ângulo. Ele gemia cada vez mais alto, o corpo tremendo.
Gozei mais uma vez na boca dele, que engoliu com prazer. Ele retribuiu logo depois, enchendo minha boca novamente. Perdemos a conta de quantas rodadas fizemos naquela noite. Boquetes longos, molhados e intensos, com saliva, engasgos e porra para todos os lados.
Descobrimos juntos que boquete gay realmente era muito mais gostoso. A conexão, a intensidade e a entrega tornavam tudo infinitamente superior. Deitamos exaustos, corpos colados, sabendo que aquilo seria apenas o começo de muitas noites como aquela.
