
Dois Amigos Gays se Fodem com Força Depois do Expediente – Conto Erótico
Quando o relógio marcou o fim do expediente, eu e meu colega de equipe decidimos tomar uma cerveja rápida para relaxar. Sentados no bar perto da empresa, as conversas fluíram naturalmente até que o assunto tomou um rumo mais íntimo. Olhares se prolongaram, toques discretos na perna e um sorriso cúmplice selaram o acordo silencioso. Saímos juntos e fomos direto para o apartamento dele, que ficava a poucos quarteirões.
Mal entramos pela porta e o clima esquentou. Ele me prensou contra a parede da sala, colando o corpo ao meu com urgência. Nossos lábios se encontraram num beijo feroz, línguas se entrelaçando com fome acumulada. Minhas mãos desceram pelas costas dele, apertando a bunda firme enquanto ele fazia o mesmo comigo. Respirávamos com dificuldade, o desejo explodindo depois de meses de tensão no ambiente de trabalho.
No entanto, ele logo me puxou para o quarto, tirando minha camisa pelo caminho. Caímos na cama king size, corpos entrelaçados. Ele desceu beijos pelo meu peito, mordiscando os mamilos e descendo pela barriga até alcançar o volume na calça. Abriu o cinto com destreza e libertou minha rola já dura. Segurou a base e engoliu tudo de uma vez, chupando com força e profundidade. A sensação da boca quente e molhada me fez soltar um gemido alto, as mãos segurando os cabelos dele enquanto ele subia e descia a cabeça com ritmo intenso.
A sucção era poderosa, a língua girando ao redor da cabeça sensível. Ele não dava trégua, engasgando de leve mas continuando sem parar. Meu pau pulsava na garganta dele, babando saliva que escorria pelos cantos da boca. Além disso, ele massageava minhas bolas com uma mão, aumentando o prazer. Eu sentia as forças se esvaindo, as pernas tremendo enquanto ele me chupava como se quisesse extrair tudo.
— Caralho… que boca incrível… escapei, arqueando as costas.
Ele acelerou, chupando mais forte, os sons molhados enchendo o quarto. Meu corpo inteiro se contraiu e gozei com intensidade, enchendo a boca dele com jatos grossos. Ele engoliu tudo, lambendo até a última gota antes de subir e me beijar novamente, compartilhando o gosto.
Em seguida, trocamos de posição. Agora era minha vez de retribuir. Ajoelhei entre as pernas dele e admirei a piroca grossa e veiada que se destacava. Segurei a base e passei a língua desde as bolas até a cabeça inchada, saboreando o pré-gozo que escorria. Depois engoli o máximo que conseguia, sentindo as veias pulsarem contra minha língua. Chupei com dedicação, subindo e descendo enquanto usava a mão para masturbar a parte que não cabia na boca.
Ele gemia alto, segurando minha cabeça e guiando o movimento. Eu relaxava a garganta, engolindo fundo, os olhos lacrimejando de esforço. A piroca dele era deliciosa, grossa e quente. Continuei chupando sem parar, alternando velocidade e pressão até sentir ele tremer. Com um gemido rouco, ele gozou forte, enchendo minha garganta com porra quente e abundante. Engoli tudo, limpando o pau dele com a língua.
De repente, ele me virou de bruços na cama e abriu minhas pernas. Cuspiu na mão, espalhou na rola e pressionou contra minha entrada. Empurrou devagar no início, mas logo meteu com força, enterrando tudo de uma vez. Soltei um gemido longo quando me senti completamente preenchido. Ele começou a socar com estocadas poderosas, o quadril batendo contra minha bunda com impacto audível.
Cada investida me fazia ver estrelas. Ele segurava meus ombros, puxando-me para trás enquanto metia fundo. O pau veiado roçava todos os pontos certos dentro de mim. Eu rebolava contra ele, pedindo mais intensidade.
— Me fode mais forte… quero sentir tudo pedi, a voz entrecortada.
Ele obedeceu, acelerando as socadas. O ritmo era brutal, a cama rangendo com o movimento. Meu pau, que tinha amolecido após o primeiro gozo, começou a endurecer novamente. Enquanto isso, ele alternava estocadas curtas e profundas, girando o quadril para me abrir ainda mais. O suor escorria pelos nossos corpos, tornando a pele escorregadia.
Depois de vários minutos, ele saiu de dentro de mim e me posicionou de quatro. Voltou a penetrar com tudo, segurando meus quadris com firmeza. As estocadas eram ainda mais potentes nessa posição. Eu gemia alto, empinando a bunda para receber cada golpe. Ele deu tapas firmes nas nádegas, aumentando a excitação.
Troquei de posição novamente, montando nele. Desci devagar sobre a piroca grossa, sentindo cada centímetro me invadir. Comecei a cavalgar com vontade, subindo quase até a cabeça e descendo com força. Ele segurava minha cintura, ajudando o movimento enquanto eu rebolava. Meu pau batia contra a barriga dele a cada descida.
O prazer era avassalador. Cavalguei mais rápido, sentindo a rola bater fundo. Ele gemia junto, apertando minha bunda. Em seguida, invertemos mais uma vez. Ele me deitou de lado, levantou uma perna e voltou a meter com estocadas laterais profundas. Nessa posição conseguia alcançar ângulos diferentes, roçando minha próstata constantemente.
Meu pau vazava pré-gozo sem parar. Ele segurou minha rola e começou a masturbar no mesmo ritmo das socadas. O duplo estímulo me deixou à beira do limite. Gozei pela segunda vez, jatos brancos espirrando na cama e na minha barriga. Ele não parou, continuando a me foder com força enquanto eu tremia de prazer.
Algum tempo depois, ele me colocou de costas novamente, as pernas sobre os ombros dele. A penetração ficou ainda mais profunda. Ele socava com determinação, o suor pingando do peito dele no meu. Eu segurava nas costas dele, unhas cravadas enquanto recebia tudo.
— Quero te encher de porra avisou ele, acelerando.
As estocadas ficaram curtas e rápidas. Com um gemido alto, ele gozou forte dentro de mim, jatos quentes enchendo meu interior. Senti a porra transbordando quando ele continuou se movendo devagar, prolongando o orgasmo.
Ficamos conectados por alguns instantes, respirando com dificuldade. No entanto, o desejo ainda não tinha acabado. Depois de recuperar o fôlego, ele saiu de dentro de mim e me puxou para o banheiro. Debaixo do chuveiro quente, voltamos a nos beijar. A água escorria pelos corpos enquanto ele me virava contra a parede e me penetrava novamente. As socadas molhadas eram diferentes, o som amplificado pelo ambiente.
Chupamos um ao outro no box, alternando quem ficava de joelhos. Eu engolia o pau dele até o fundo, sentindo as veias pulsarem. Ele retribuía com a mesma intensidade, fazendo minhas pernas fraquejarem. Gozamos mais uma vez, um enchendo a boca do outro com porra quente.
De volta à cama, experimentamos novas posições. Ele me fodeu sentado na cadeira do quarto, eu cavalgando de frente. Depois me curvou sobre a mesa de trabalho dele, metendo por trás enquanto eu me segurava na borda. Cada nova forma trazia sensações diferentes, o prazer se renovando constantemente.
Em uma das rodadas, ele me deitou de costas, colocou minhas pernas fechadas e penetrou por cima. A pressão era intensa, o pau roçando de forma diferente. Masturbamos um ao outro enquanto ele socava. Gozei pela terceira vez, o corpo inteiro tremendo. Ele gozou logo depois, enchendo-me mais uma vez.
A noite seguiu com momentos de oral intenso, socadas fortes e muita troca. Perdemos a conta de quantas vezes gozamos, o quarto cheirando a sexo e suor. Nossos corpos exaustos mas satisfeitos finalmente descansaram por volta das quatro da manhã, abraçados na cama bagunçada.
Na manhã seguinte, trocamos olhares cúmplices enquanto nos arrumávamos para o trabalho. Sabíamos que aquilo tinha aberto uma porta que dificilmente fecharíamos. A tensão do escritório nunca mais seria a mesma.
