Duas Trans Lindas e Rabudas se Comendo com Tesão – Conto Erótico

Éramos duas visões de feminilidade extrema: pele macia, cabelos longos, seios empinados e bundas grandes, redondas, suculentas que chamavam atenção a cada movimento. Eu era a mais delicada, com traços suaves e um pauzinho pequeno que ficava completamente mole quando o tesão tomava conta. Ela era mais dominante, com curvas generosas e um pauzão grosso, venoso e imponente que já latejava só de me olhar.

Mal fechamos a porta e ela já me encurralou contra a parede, colando seu corpo quente no meu. Nossas bocas se encontraram num beijo voraz, línguas se esfregando com urgência, saliva escorrendo pelos queixos enquanto gemíamos baixinho. Suas mãos grandes apertavam minha bunda farta, separando as nádegas e roçando o dedo médio no meu buraco enrugado. Eu tremia inteira, soltando suspiros entrecortados.

— Quero destruir esse cuzinho guloso hoje disse ela contra meus lábios, mordendo o inferior com força.

Em seguida, ela me arrastou até a cama, me jogou de bruços e subiu em cima de mim. Seu pauzão duro pressionava entre minhas nádegas enquanto ela lambia meu pescoço, descendo devagar pela coluna. Quando chegou à bunda, abriu as carnes com as duas mãos e cuspiu direto no meu furinho. A língua quente e molhada invadiu sem piedade, fodendo meu cuzinho com movimentos circulares e profundos. Eu rebolava desesperada contra o rosto dela, gemendo alto.

— Aaaahhh… assim… enfia essa língua bem fundo… me prepara pra levar esse monstro choraminguei, o pauzinho já mole começando a babar um fio transparente na colcha.

Ela chupava, lambia e penetrava com a língua sem parar, fazendo meu buraco piscar de tesão. Meu pauzinho pequeno vazava sem controle, pingando um líquido viscoso que escorria pela base. Enquanto isso, ela enfiou dois dedos grossos, abrindo-me devagar, preparando o terreno. Eu gemia sem vergonha, rebolando como uma vadia no cio.

— Olha como você tá aberta… esse cuzinho tá pedindo rola grossa provocou ela, girando os dedos e acertando minha próstata.

O prazer era tão intenso que meu pauzinho babava ainda mais, formando uma pequena poça. De repente, ela retirou os dedos, posicionou o pauzão na entrada e empurrou a cabeça grossa para dentro. Eu soltei um gemido longo e rouco quando o comprimento inteiro me invadiu, esticando minhas paredes ao limite.

— Uuuuhhh… que pauzão… me rasga toda… gritei, apertando os lençóis.

Ela começou a meter devagar, estocadas longas e profundas que faziam minhas nádegas grandes tremerem. Cada vez que batia fundo, meu pauzinho mole balançava e soltava mais líquido. Ela segurava minha cintura com firmeza, acelerando o ritmo aos poucos. O barulho molhado de pele contra pele ecoava pelo quarto junto com meus gemidos descontrolados.

— Isso… toma essa rola toda… sua putinha de cuzinho guloso grunhia ela, dando tapas estalados nas minhas bundas.

Eu rebolava para trás, encontrando cada investida, pedindo mais. Além disso, ela mudou de posição, me colocou de lado e levantou uma das minhas pernas. Nessa nova ângulo o pauzão entrava ainda mais fundo, batendo direto na próstata. Meu pauzinho pequeno babava sem parar, o líquido claro escorrendo pela barriga e coxa.

— Aaaaiii… tá batendo tão gostoso… me fode mais forte… quero sentir você me arrombar implorava eu, a voz falhando.

Ela obedeceu, socando com força bruta. O pauzão entrava e saía quase todo, brilhando com meus fluidos. Eu não parava de gemer, falando toda putaria que vinha à mente:

— Me usa como uma cadela… enfia esse pauzão até o talo… meu cuzinho é teu…

Depois de longos minutos, ela saiu de dentro de mim, me virou de frente e sentou na beira da cama. Puxou-me para o colo, de costas para ela. Desci devagar sobre o pauzão, sentindo cada veia grossa me abrir novamente. Comecei a cavalgar, subindo e descendo com vontade, minha bunda grande quicando contra as coxas dela.

— Olha como essa bunda rabuda engole tudo… rebola gostoso pra mim ordenou ela, dando um tapa forte.

Eu rebolava em círculos, quicava e apertava o cuzinho ao redor do pauzão. Meu pauzinho mole balançava loucamente, babando sem parar, o líquido pingando nos lençóis. Ela segurava meus seios, beliscando os bicos enquanto eu cavalgava cada vez mais rápido.

— Uuuuhhh… que delícia… vou gozar de novo… avisei, tremendo.

Ela enfiou a mão e segurou meu pauzinho mole, masturbando-o devagar enquanto eu continuava quicando. A combinação me fez explodir. Gozei sem ejacular muito, apenas tremendo violentamente, o cuzinho apertando o pauzão com força. Enquanto isso, ela não parou de meter por baixo, estocando para cima.

Em seguida, ela me deitou de costas, colocou minhas pernas sobre seus ombros e voltou a me penetrar fundo. O pauzão entrava com facilidade agora, meu buraco já bem arrombado. Ela metia com fúria, os seios balançando, suor escorrendo pelos corpos colados. Meu pauzinho continuava mole e babão, vazando sem controle.

— Olha esse pauzinho pingando… você adora levar rola, né sua safada? zombava ela, acelerando as estocadas.

— Sim… sou uma puta de cuzinho… me enche de porra… quero ficar vazando respondi entre gemidos altos.

O ritmo ficou insano. Ela socava sem piedade, o pauzão entrando até o fundo. Eu gemia como uma louca, unhas cravadas nas costas dela. Finalmente, ela começou a ficar ainda mais dura e latejante. Segurou meus quadris com força e enterrou tudo.

— Vou gozar… toma tudo, sua vadia!

Com um gemido gutural, ela explodiu dentro de mim. Jatos grossos e quentes encheram meu cuzinho até transbordar. Senti a porra quente escorrendo enquanto ela ainda pulsava lá dentro. Meu próprio pauzinho babava os últimos fios, tremendo de prazer.

Ela ficou alguns segundos enterrada, depois saiu devagar. Meu buraco piscava, aberto, vazando uma mistura branca e grossa que escorria pela minha bunda grande. Ela sorriu satisfeita, passou os dedos na gozada que vazava e enfiou de volta, brincando com o cuzinho destruído.

— Olha como ficou lindo… todo arrombado e cheio de leite murmurou, beijando-me profundamente.

Ficamos abraçadas, suadas e exaustas, trocando beijos preguiçosos. Meu pauzinho ainda mole descansava contra a barriga dela, levemente babando. Ela acariciava minha bunda com ternura, sabendo que em breve repetiríamos toda aquela putaria.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *