Minha Melhor Amiga Me Comeu Deliciosamente na Varanda – Sexo Lésbico Intenso

A noite estava quente e abafada. Nós duas estávamos na varanda do meu apartamento, bebendo vinho depois de um jantar longo e cheio de risadas. O vento leve balançava nossos cabelos enquanto a cidade piscava lá embaixo. Eu sempre achei minha melhor amiga linda, mas naquela noite algo era diferente. Seus olhares demoravam mais, o sorriso tinha um tom diferente.

No entanto, o clima mudou quando ela colocou a taça na mesa e se aproximou. Sentou ao meu lado no sofá de vime e, sem dizer nada, deslizou a mão pela minha coxa nua. Meu corpo inteiro reagiu. Além disso, ela se inclinou e me beijou. Um beijo suave no início, mas que rapidamente se tornou profundo e molhado. Nossas línguas se enroscaram com desejo reprimido por anos.

Eu soltei um gemido baixo contra sua boca quando ela mordeu meu lábio inferior. De repente, suas mãos subiram por baixo do meu vestido fino, apertando meus seios com vontade. Os bicos endureceram instantaneamente entre seus dedos habilidosos.

— Eu sempre quis fazer isso com você… sussurrou ela rouca, descendo os beijos para o meu pescoço.

Em seguida, ela me puxou para o seu colo. Sentei de frente, abrindo as pernas ao redor dela. Nossos beijos ficaram mais urgentes, saliva trocada, respirações ofegantes. Ela tirou meu vestido pela cabeça e atacou meus seios com a boca, chupando forte um mamilo enquanto apertava o outro. Eu arqueava as costas, gemendo cada vez mais alto.

— Ahh… continua… chupa mais gostoso…

Portanto, ela desceu a mão entre minhas pernas e afastou minha calcinha molhada. Seus dedos deslizaram pela minha fenda encharcada, circulando o clitóris inchado com precisão. Eu rebolava contra sua mão, desesperada por mais. Enquanto isso, ela enfiou dois dedos fundo, curvando-os e acertando o ponto que me fazia ver estrelas.

— Que boceta gostosa e molhada… você tá pingando pra mim murmurou ela, mordendo meu ombro.

Eu gemia sem controle, rebolando no colo dela enquanto seus dedos entravam e saíam com ritmo perfeito. Além disso, ela voltou a me beijar com fome, abafando meus gemidos com a boca. Nossas línguas dançavam, saliva escorrendo pelo queixo.

De repente, ela me levantou, tirou minha calcinha e me colocou sentada na borda da varanda, de frente para ela. Abaixou o rosto entre minhas pernas e passou a língua larga por toda minha intimidade. Eu segurei seus cabelos, gemendo alto quando ela começou a chupar meu clitóris com vontade.

— Porra… que boca deliciosa… me chupa assim… implorei, a voz rouca.

Ela alternava lambidas longas com sugadas fortes, enfiando a língua dentro de mim e voltando para o ponto mais sensível. Três dedos me invadiram novamente, fodendo com força enquanto a boca não parava. Meu corpo tremia inteiro. Nesse instante, gozei forte contra o rosto dela, gemendo alto, as pernas apertando sua cabeça enquanto o orgasmo me atravessava.

No entanto, ela não parou. Continuou chupando devagar, prolongando o prazer até eu ficar trêmula. Então levantou, tirou o próprio vestido e a calcinha, revelando o corpo escultural. Sentou-se novamente e me puxou para cima dela, nossas bocetas molhadas se esfregando.

Começamos a rebolar juntas, clitóris contra clitóris, gemendo no ouvido uma da outra. O atrito era delicioso, molhado e quente. Ela segurava minha bunda, guiando o movimento mais rápido.

— Isso… esfrega essa boceta safada na minha… você é minha putinha agora sussurrou ela, mordendo minha orelha.

Eu rebolava com força, sentindo o prazer subir novamente. Nossos beijos eram descontrolados, línguas se chupando, gemidos misturados. Em seguida, ela enfiou a mão entre nós e começou a massagear meu clitóris enquanto continuávamos esfregando.

— Quero te ver gozando de novo… goza pra mim, delícia ordenou ela.

Não demorou. O segundo orgasmo me acertou ainda mais forte. Eu gritei contra o pescoço dela, o corpo convulsionando enquanto gozava esfregando-me nela. Finalmente, ela também chegou ao limite. Apertou minha cintura e gozou tremendo, gemendo meu nome baixinho, o corpo inteiro pulsando de prazer.

Ficamos abraçadas na varanda, suadas e ofegantes, trocando beijos preguiçosos. Ela acariciava minhas costas com ternura e sussurrou:

— Isso foi só o começo… agora você é minha.

Eu sorri, sabendo que nossa amizade nunca mais seria a mesma.

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