
Fui Dominada e Arrombada pelo Amigo do Meu Marido na Cozinha – Conto Erótico Quente e Safado
Eu nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer naquela noite. Meu marido havia bebido um pouco demais no churrasco com os amigos e acabou apagando no quarto. A casa estava silenciosa, exceto pelo som baixo da televisão na sala. Eu estava na cozinha terminando de lavar a louça quando ele apareceu atrás de mim.
O melhor amigo do meu marido. Alto, forte, com aquele olhar que sempre me deixava desconfortável de um jeito bom. No entanto, daquela vez ele não disfarçou. Encostou o corpo no meu, pressionando-me contra a pia, e sussurrou no meu ouvido:
— Você fica ainda mais gostosa quando acha que ninguém está olhando.
Além disso, senti suas mãos grandes subindo pelas minhas coxas, levantando o vestido fino que eu usava. Meu coração acelerou. Sabia que era errado, perigoso, mas o tesão já molhava minha calcinha. De repente, virei o rosto e ele tomou minha boca num beijo urgente, dominador. Sua língua invadiu sem pedir licença, enquanto uma mão apertava minha bunda com força.
— Seu marido tá dormindo… e eu vou te comer bem aqui murmurou contra meus lábios, a voz baixa e carregada de desejo.
Em seguida, ele puxou minha calcinha para o lado e enfiou dois dedos grossos de uma vez na minha boceta encharcada. Eu soltei um gemido abafado, mordendo o lábio para não fazer barulho. Ele riu baixinho, safado, e começou a mexer os dedos com habilidade, curvando-os exatamente onde eu mais sentia.
— Olha como você tá molhada pra mim… sua putinha traidora provocou ele, acelerando o movimento.
Eu tremia contra a pia, as pernas fraquejando. Portanto, apoiei as mãos na bancada enquanto ele me dedava cada vez mais fundo. Seus dedos entravam e saíam com força, fazendo um barulho molhado que me deixava ainda mais excitada. Enquanto isso, ele beijava meu pescoço, mordendo e chupando, marcando a pele.
— Ahh… por favor… escapei num sussurro rouco.
Ele virou meu corpo de frente para ele, abaixou a calça e liberou o pau grosso e duro. Segurou minha perna esquerda, abriu bem e esfregou a cabeça inchada na minha entrada. Então empurrou devagar, me invadindo centímetro por centímetro até estar completamente enterrado.
Nós dois gememos juntos, baixinho. Ele começou a meter com estocadas firmes, segurando minha bunda com as duas mãos. Cada investida fazia meus seios balançarem por baixo do vestido. Eu tentava segurar os gemidos, mas era difícil.
— Isso… aperta minha rola com essa boceta casada grunhiu ele no meu ouvido. Você adora trair, né? Adora levar pica enquanto seu marido dorme logo ali.
As palavras dele me deixavam ainda mais molhada. Além disso, ele acelerou o ritmo, fodendo-me com vontade contra a pia. O som de pele contra pele era abafado apenas pela minha mão na boca. Eu rebolava contra ele, recebendo cada estocada com desespero.
De repente, ele me virou novamente, inclinou meu corpo sobre a bancada e meteu por trás. Nessa posição ele entrava ainda mais fundo. Segurei na pia com força enquanto ele socava sem parar, uma mão no meu cabelo, puxando de leve.
— Geme pra mim, sua vadia… diz que quer mais rola ordenou baixinho.
— Quero… me fode mais forte… sou tua puta agora respondi, a voz falhando de tesão.
Ele deu um tapa estalado na minha bunda e aumentou a velocidade. Eu sentia o orgasmo se aproximando rápido. Minhas pernas tremiam, a boceta apertando ele com força. Nesse instante, gozei violentamente, mordendo o braço para abafar o grito enquanto ondas de prazer me atravessavam.
No entanto, ele não parou. Continuou metendo fundo, prolongando meu gozo. Em seguida, tirou o pau, me virou de frente e me colocou sentada na bancada. Abriu minhas pernas ao máximo e voltou a me penetrar olhando nos meus olhos.
— Quero ver sua cara de safada enquanto goza de novo disse ele, socando com força.
Eu segurei nos ombros dele, cravando as unhas, rebolando contra cada estocada. Ele chupava meus seios por cima do vestido, mordendo os bicos. Os gemidos baixos e safados não paravam:
— Me enche toda… goza dentro dessa boceta traidora… me usa como quiser…
Finalmente, ele não aguentou mais. Com um grunhido rouco, enterrou fundo e gozou intensamente, enchendo-me com jatos quentes. Eu gozei junto pela segunda vez, tremendo inteira, abraçada nele enquanto sentia tudo pulsar dentro de mim.
Ficamos ali por alguns minutos, ofegantes, ainda conectados. Ele me beijou devagar, quase carinhoso, e sussurrou:
— Isso fica entre nós… mas posso garantir que vai acontecer de novo.
Eu sorri, ainda sentindo ele latejar dentro de mim, sabendo que tinha acabado de cruzar uma linha perigosa… e adorado cada segundo.
