Conto erótico: o boquete mais safado que eu já dei

Eu sou a Larissa, 28 anos, e vou contar exatamente como foi o dia em que eu me ajoelhei e chupei o pau do meu chefe no banheiro do escritório. E eu gozei só de sentir ele gozar na minha boca.

Era sexta-feira, quase seis da tarde. O escritório já estava vazio. Eu tinha ficado pra terminar um relatório e ele, o Ricardo, ainda estava na sala dele. A gente flertava há semanas.

Olhares, toques “acidentais”, mensagens sujas no WhatsApp depois do horário. Naquela tarde ele me chamou pra “revisar umas coisas”. Eu já sabia o que ia acontecer.

Entrei, fechei a porta e travei. Ele estava sentado, camisa aberta no peito, calça ainda fechada, mas o volume era impossível de ignorar. Eu não perdi tempo.

Fui até ele, me ajoelhei entre as pernas dele e abri o cinto com as duas mãos. O pau dele saltou pra fora, duro, grosso, a cabeça já brilhando de pré-gozo.

Eu segurei a base com a mão esquerda e passei a língua bem devagar pela cabeça, lambendo o líquido que escorria. O gosto era salgado e quente. Eu adorei.

“Porra, Larissa… chupa direito”, ele falou baixo, a mão já na minha cabeça.

Eu abri a boca e engoli a cabeça inteira de uma vez, chupando com força, a língua rodando em volta. Depois desci até a metade, subindo e descendo rápido, fazendo barulho de sucção bem alto.

O pau dele batia no fundo da minha garganta e eu engasgava de propósito, deixando saliva escorrer pelo queixo e cair nos meus peitos.

Eu estava de blusa sem sutiã, então abri os botões e deixei os peitos pra fora. Ele apertou os dois com força enquanto eu chupava mais fundo.

Eu tirei a boca só pra cuspir no pau dele e espalhar a saliva com a mão, masturbando bem molhado. Depois voltei a chupar, agora mais devagar, sugando só a cabeça enquanto a língua fazia círculos. Ele gemia baixo, a mão apertando meu cabelo. Eu desci a boca até engolir quase tudo, sentindo a garganta abrir e o pau entrar fundo. Lágrimas saíram dos meus olhos de tanto engasgar, mas eu não parei. Continuava subindo e descendo, chupando com vontade, a saliva pingando no chão.

“Vai gozar na minha boca”, eu pedi, a voz rouca de tanto chupar. “Quero sentir tudo.”

Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca de verdade. Empurrava fundo, rápido, o pau batendo na minha garganta.

Eu só segurava os joelhos dele e deixava. O barulho era nojento e gostoso ao mesmo tempo: saliva, gemidos, o som da boca sendo usada.

Eu estava encharcada entre as pernas. Sem conseguir me tocar, eu esfregava as coxas uma na outra enquanto ele me usava.

Quando ele gozou, foi forte. O pau latejou e jatos quentes encheram minha boca. Eu engoli a primeira porrada, mas ele tirou e gozou no meu rosto e na língua.

Eu abri a boca e mostrei a porra pra ele, depois engoli o resto e lambei os lábios. Ainda tinha porra no meu queixo e no peito. Eu passei o dedo, chupei e sorri.

Ele me puxou pra cima, me beijou com gosto da própria porra e falou:

“Na segunda você me chupa de novo. E dessa vez eu quero você de quatro depois.”

Eu limpei a boca com a mão, ajeitei a blusa e saí do banheiro com o gosto dele ainda na língua.

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