Eu sempre fui uma mulher curiosa com o próprio prazer. Desde os vinte e poucos anos, depois de um dia cansativo, eu me trancava no quarto, ligava o computador e escolhia um vídeo qualquer. As cenas tradicionais me excitavam: casais, trios, homens musculosos dominando mulheres gemendo alto.
Eu tirava a calcinha devagar, deitava na cama com as pernas abertas e começava a me tocar. Dois dedos deslizavam fácil pela fenda já molhada, circulando o clitóris inchado enquanto os gemidos do vídeo enchiam o quarto. Eu gemia junto, baixinho no início, depois mais alto quando o orgasmo se aproximava.
A buceta contraía ao redor dos dedos, o corpo arqueava e eu gozava com força, o líquido escorrendo pela mão, deixando o lençol úmido. Era bom, mas sempre faltava algo novo, algo que realmente me fizesse perder o controle.
Até que uma noite, por curiosidade, cliquei num vídeo sugerido com travestis. O título prometia algo diferente e eu, sem pensar muito, dei play. A mulher que apareceu era linda: rosto delicado com maquiagem perfeita, cabelos longos caindo sobre os ombros, seios firmes e empinados, uma bunda redonda e grande que balançava hipnoticamente.
Ela se movia como uma mulher total, sensual, safada. Mas quando a câmera desceu, lá estava: um pau grosso, veioso, balançando pesado entre as coxas torneadas. Meu coração acelerou. Senti uma pontada forte entre as pernas, diferente de tudo que já tinha sentido. Toquei-me assistindo aquilo, fascinada.
Ela era mais bonita que muitas mulheres que eu conhecia o corpo escultural, a pele macia, o jeito de rebolar. E ainda assim tinha aquela pica deliciosa, cheia de veias, pronta para dar prazer.
A partir dali, entrei num mundo novo. Viciada. Passava horas procurando os vídeos mais caprichados, com travestis lindas, maquiadas, com bundas perfeitas e paus enormes. Eu me masturbava olhando para elas, imaginando o contraste: o corpo feminino, os peitos durinhos, o rosto de puta safada, mas com aquela vara grossa no meio das pernas, latejando, cheia de leite quente.
Meus dedos entravam e saíam da buceta com mais urgência, o polegar esfregando o clitóris enquanto eu gemia alto, sem me importar se os vizinhos ouviam. Gozava pensando naqueles paus, imaginando como seria sentir uma delas me preenchendo.
O tesão era especial, proibido, intenso. Eu me sentia uma vadia só de assistir, e isso me excitava ainda mais. Foram meses assim. Noites inteiras com as pernas abertas, a siririca molhada brilhando, dedos enfiados fundo enquanto via travestis montando paus ou sendo comidas.
Eu rebolava na cama imitando os movimentos, apertando os próprios seios, gemendo nomes imaginários. A buceta ficava inchada, sensível, e eu gozava várias vezes, esguichando às vezes, o jato molhando a coxa e o colchão. Mas a fantasia não bastava mais. Eu queria real. Queria sentir na pele aquele contraste fascinante: uma mulher linda, com corpo de dar inveja, mas com uma pica grossa me invadindo.
Depois de muita hesitação e pesquisa cuidadosa, tomei coragem. Entrei num site discreto e procurei a pessoa certa. Queria alguém que parecesse totalmente mulher: bunda grande e empinada, peitos lindos, rosto delicado, maquiagem impecável. E, claro, um pauzaço. Encontrei a perfeita.
O nome dela era Larissa. Fotos mostravam uma morena alta, curvas generosas, bundona redonda, seios naturais firmes e um rosto de modelo com lábios carnudos e olhos expressivos. Nas fotos sensuais, o pau grosso aparecia, semi-duro, prometendo muito. Marquei o encontro no hotel, coração disparado, buceta já melada só de imaginar.
Cheguei primeiro, tomei um banho demorado, passei perfume e vesti uma lingerie preta mínima que mal cobria os mamilos. Quando ela bateu na porta, minhas pernas tremeram. Abri e lá estava ela: ainda mais linda pessoalmente.
O vestido justo marcava cada curva, o decote mostrando o vale entre os seios, o cabelo caindo solto. Nos beijamos logo, um beijo lento, molhado, línguas se enroscando. Suas mãos desceram pelas minhas costas e apertaram minha bunda. Eu gemia baixo contra a boca dela, sentindo os seios firmes pressionando os meus.
Tiramos a roupa devagar. O corpo dela era um sonho: pele macia, cintura fina, quadril largo, bunda enorme e empinada. Os peitos eram perfeitos, mamilos escuros e duros. Quando ela tirou a calcinha, o pau saltou livre – grosso, veioso, maior do que eu imaginava, a cabeça rosada brilhando.
Meu joelho quase dobrou de tesão. Toquei nele com as duas mãos, sentindo o peso, a pulsação. Ajoelhei e chupei com vontade, lambendo da base até a ponta, babando tudo enquanto ela gemia com voz feminina, a mão no meu cabelo.
Mas eu queria mais. Queria sentar. Subi na cama, empurrei ela deitada e montei. Posicionei a cabeça grossa na entrada da minha xoxota encharcada e desci devagar. A sensação de ser aberta por aquela tora foi indescritível. Gemi alto, as paredes internas se esticando ao redor dela.
Era grosso, quente, latejando dentro de mim. Comecei a rebolar devagar, sentindo cada centímetro. Ao mesmo tempo que sentia um pau me fodendo fundo, olhava para o rosto dela – maquiado, bonito, lábios entreabertos de prazer.
Eu me sentia uma vadia completa, sentando num homem de verdade, mas também uma lésbica safada porque ela era tão mulher, tão linda.
— Ai, que delícia… murmurei, rebolando mais rápido, as mãos apoiadas nos peitos dela.
Larissa segurou minha cintura e começou a subir o quadril, socando para cima. O pau entrava fundo, batendo no fundo da minha buceta com força ritmada. Eu gemia sem parar, o som ecoando no quarto.
Minhas pernas tremiam a cada estocada, o clitóris roçando na base dela. O prazer era avassalador. Eu me sentia cheia, dominada e ao mesmo tempo no controle, rebolando sensual, girando o quadril como via nos vídeos.
Ela me virou de lado, ainda dentro de mim, e meteu mais forte. O som molhado da minha xota gulosa engolindo aquela pica enchia o ar. Eu esguichei pela primeira vez ali, um jato quente saindo enquanto ela socava sem parar.
O líquido molhou a barriga dela, a cama, minhas coxas. Minhas pernas tremiam descontroladas, o corpo convulsionando de prazer. Ela não parava, o pau grosso massageando todos os pontos certos dentro de mim.
Eu me sentia uma puta, uma vadia gulosa, a bucetinha contraindo e apertando ela como se quisesse sugar tudo.
Voltamos para a posição de eu por cima. Agora eu cavalgava com força, subindo quase até a ponta e descendo batendo fundo. Rebolava sensualmente, revirando o quadril, sentindo a cabeça grossa roçando meu ponto G.
Olhava para o rosto dela, para os seios balançando, e isso me deixava ainda mais louca. Era o melhor dos dois mundos: o pau me destruindo de prazer e a beleza feminina me hipnotizando.
Larissa gemeu mais alto, as mãos apertando minha bunda com força. Eu sentia o pau inchando dentro de mim, pulsando.
— Vou gozar… ela avisou com a voz rouca e feminina.
— Goza dentro, por favor pedi, rebolando mais rápido, apertando os músculos internos.
Ela segurou minha cintura e deu estocadas fortes para cima. Senti o jorro quente, jato após jato de porra grossa enchendo minha buceta. Era muito, escorrendo para fora enquanto eu continuava sentando, massageando a tora com as paredes internas. Gozei de novo junto com ela, esguichando ao redor do pau, o corpo inteiro tremendo, gemendo alto, quase gritando de prazer.
Ficamos assim por longos minutos, eu ainda sentada, rebolando devagar, sentindo o sêmen quente misturado com meus sucos escorrendo pelas coxas. Beijei ela novamente, sentindo os peitos pressionados contra os meus. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo satisfeito.
Depois daquela noite, eu nunca mais fui a mesma. Voltei para casa com a buceta dolorida e cheia, a calcinha molhada do gozo dela. Sempre lembro com um sorriso safado: o jeito como me senti mulher completa, vadia e exploradora ao mesmo tempo.
Aquele pau grosso me abriu para um prazer novo, e o corpo dela, tão feminino e perfeito, tornou tudo ainda mais intenso. Hoje, quando me toco, é nessa lembrança que volto. E sei que não vai ser a última vez.
(Expansão para profundidade: Durante os meses de vício, eu experimentava diferentes posições na cama imitando os vídeos. De quatro, dedos entrando fundo enquanto via uma travesti sendo comida por trás, a bunda grande balançando. Ou de lado, uma perna levantada, esfregando o clitóris inchado até o squirt molhar tudo.
A fascinação vinha do contraste perfeito: rostos angelicais com maquiagem de puta, unhas longas, vozes suaves, mas paus veiosos que deixavam qualquer mulher molhada. Quando Larissa me penetrou, senti cada veia roçando minhas paredes internas, o calor da pele dela contra a minha.
O rebolado era lento e circular no começo, depois rápido e guloso, a bunda batendo nas coxas dela. Cada estocada fazia meus seios pularem, meus gemidos saírem roucos. O squirt veio em ondas, primeiro um jato pequeno, depois outro mais forte que molhou o abdômen dela inteiro.
As pernas tremiam tanto que eu mal conseguia me sustentar, mas ela me segurava, socando mais fundo. O creampie foi abundante, senti o líquido quente me enchendo, transbordando quando eu rebolava por cima, apertando para extrair cada gota.
A mistura de sentimentos – ser comida por um pau e ao mesmo tempo beijar lábios macios e femininos me fez gozar mais vezes do que consigo contar. Aquela noite abriu portas que nunca fechei.)
Eu ainda penso nela com frequência. O corpo escultural, a bundona e principalmente aquele pauzaço que me deu o prazer mais intenso da vida. Se pudesse, repetiria hoje mesmo. Ser vadia com uma mulher tão linda e tão bem-dotada foi simplesmente perfeito.

