Comi Minha Tia Safada: Relato Erótico de Como Fodi a Buceta dela

O sol da tarde batia na janela da sala quando eu cheguei na casa da tia Karine. Vinte e quatro anos e ainda me sentia um pouco deslocado toda vez que cruzava aquela porta. Ela tinha trinta, solteira, e morava sozinha numa casa espaçosa no fundo do condomínio. Cabelo cacheado, volumoso, caindo em ondas escuras sobre os ombros. Rosto de atriz de novela, daquelas que fazem a câmera demorar no close. Peitos firmes, pouco acima do normal, sem exagero nenhum. E a bunda… aquela bunda enorme, redonda, que se movia com um balanço natural mesmo quando ela só andava de um lado para o outro.

Pediu ajuda com o computador dela. Algum vírus, alguma atualização travada, algo simples. Eu entrei, sentei na cadeira da mesa e ela desapareceu por uns minutos no quarto. Quando voltou, estava de shortinho. Não qualquer short. Um pedaço de tecido tão curto e tão justo que a barra subia entre as nádegas, marcando o formato da buceta por baixo. O tecido fino desenhava o contorno dos lábios, a fenda, tudo. Ela andava pela casa sem pressa, buscando um cabo, um pendrive, e a cada passo aquele short atolava mais.

Fiquei olhando. Não conseguia desviar. O cheiro dela chegou até mim quando passou perto da mesa algo doce, quente, de pele limpa e perfume leve. Não aguentei.

— Tá cheirosa, tia.

Ela parou, virou o rosto e sorriu de canto.

— Obrigada, meu bem.

Ficamos conversando enquanto eu mexia no computador. Ela ia e voltava, trazendo água, depois um café, depois só andando sem motivo aparente. O short subia, descia, atolava de novo. Eu sentia o sangue descendo. A rola inchava devagar, apertando a calça. Quando ela se inclinava para pegar algo no chão, a bunda ficava quase na minha cara. Eu não conseguia mais esconder.

Ela notou. Os olhos desceram até o volume marcado e ela corou. Um vermelho leve subiu pelo pescoço. Deu uma risadinha constrangida, meio debochada.

— Você não pode ficar assim desse jeito pra mim.

Eu engoli em seco.

— Assim como?

— De pica dura pra sua tia, meu bem.

Travei. A língua emperrou. Gaguejei alguma coisa sobre não estar acostumado a ver ela daquele jeito, com a roupa tão curta, tão… sensual. Ela deu um passo à frente, o shortinho subindo mais um pouco entre as pernas.

— Nem adianta. Você não me aguentaria.

O peito bateu mais forte. Eu levantei o olhar e segurei o dela, tentando parecer confiante, mas por dentro estava nervoso pra caralho. Nunca tinha ficado com alguém tão… assim. Tão mulher, tão segura.

— Quer pagar pra ver? Eu respondi.

A expressão dela mudou na hora. O constrangimento sumiu. Os lábios se entreabriram num sorriso lento, safado, de quem já sabia exatamente o que queria. A voz saiu baixa, rouca.

— Então me come gostoso, meu bem.

Levantei da cadeira meio desajeitado. Em dois passos eu estava na frente dela. Minhas mãos tremeram um pouco quando puxei o shortinho pra baixo. O tecido cedeu fácil e a buceta apareceu: lisa, inchada, brilhando de tão bonita e gostosa que era. O cheiro ficou mais forte. Segurei a bunda com as duas mãos pesada, macia, grande demais para as minhas palmas e apertei, sem saber bem a pressão certa. Ela soltou um gemido curto e se jogou contra mim.

Beijei a boca dela com pressa, meio sem jeito no começo. Língua contra língua, dente roçando lábio. Enquanto isso, uma das mãos desceu e passou dois dedos no meio da buceta linda dela. Estava começando a ficar excitada. Enfiei um dedo, depois o segundo, meio hesitante, e ela rebolou na minha mão, molhando a ponta dos meus dedos. Tirei a camisa dela por cima da cabeça. Os peitos saltaram, firmes, bicos escuros e duros. Chupei um, depois o outro, tentando lembrar o que já tinha visto em vídeos, mas ela guiava: puxava minha cabeça, mostrava o ritmo.

Ela desabotoou minha calça com segurança. A rola saltou pesada, latejando. Tia Karine olhou, lambeu o lábio inferior e se ajoelhou. A língua quente passou na cabeça, depois desceu pela veia até a base. Abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu. O fundo da garganta apertou a ponta. Eu segurei o cabelo cacheado meio sem jeito, sem saber se apertava ou soltava, e ela mesma me ensinou: puxou minha mão, mostrou a pressão. Fodi a boca dela devagar, sentindo a saliva escorrer pelo queixo. Ela puxava o ar pelo nariz e continuava, molhando tudo, chupando com barulho, como quem já tinha feito aquilo mil vezes.

Meu coração estava batendo super rápido, eu estava feliz mas ao mesmo tempo sem acreditar no que estava acontecendo, eu e minha tia estavamos fazendo sexo.

Não aguentei muito tempo. Puxei ela de volta para cima, meio atordoado. Ela me guiou até o sofá, me sentou e se ajoelhou por cima, de costas pra mim. A bunda enorme cobriu meu colo. Ela desceu devagar, engolindo a rola centímetro por centímetro, até o fundo. Depois começou a cavalgar.

Rebolava forte. Aquele movimento circular, de cima pra baixo, de um lado pro outro, fazendo a pica entrar em ângulos diferentes. A buceta apertava, soltava, apertava de novo. Eu segurava as nádegas com força, abrindo, fechando, vendo a rola sumir e aparecer brilhante de porra dela, mas era ela quem ditava o ritmo. Karine jogava o cabelo pra trás e rebolava ainda mais pesado, o som da pele molhada ecoando pela sala. Ela olhava para mim e sentava gostoso, parecia que só existia ela no mundo naquele momento… ela é tão linda e gostosa, seu rosto bonito olhando pra mim enquanto ela me dava uma surra de buceta na minha pica me deixava apaixonado.

Ela acelerou. Subia quase até a ponta e descia de uma vez, batendo o assento no meu colo. Eu tentava meter de baixo pra cima, encontrando cada descida, mas às vezes perdia o tempo. O suor escorria entre os peitos dela. A buceta fazia barulho de sucção toda vez que meu pau entrava e saia. Ela gemía sem vergonha, palavra suja misturada com meu nome, e novamente eu ficava observando aquele rostinho bonito que ela tem.

Chupei os bicos dos peitos da safada enquanto ela cavalgava. As mãos dela apertavam meus ombros, me ensinando a pressão. O ritmo ficou mais sujo, mais fundo. Ela rebolava com força, a bunda batendo pesada, a xota engolindo tudo até o limite.

Segurei as coxas dela e fodi em pé, batendo forte, mas ela me corrigia com o corpo, inclinando, mostrando o ângulo. Depois a coloquei de quatro no chão da sala. Ajoelhei atrás e enfiei de novo. A visão daquela bunda enorme aberta, a buceta inchada engolindo a pica, o cabelo cacheado espalhado pelas costas… eu meti sem freio, mas era ela quem empurrava pra trás, pedindo mais, pedindo o ritmo certo.

— Isso… assim… mais fundo… você tá aprendendo rápido…

Puxei o cabelo dela, arqueei as costas e fodi mais fundo. Sentia a porra subindo. Não segurei. Gozei com força, jatos grossos e quentes enchendo a xota dela. Continuei metendo enquanto esporrava, sentindo o leite vazar pelas laterais da xota, eu queria dar meu melhor naquele momento e não parecer um fracote. Karine tremeu, a buceta apertando em espasmos, gozando junto, deixando ainda melhor a nossa trepada incestuosa.

Continuei dentro dela enquanto a rola ainda latejava e tava voltando a ficar dura novamente. Depois a virei de novo, deitei no sofá e puxei ela pra cima. Ela cavalgou mais uma vez, agora lenta, sentindo a piroca ficar dura enquanto rebolava. A buceta fazia barulho molhado, sujo.

Meti fundo, devagar, sentindo a quentura, o excesso de porra facilitando cada entrada. Ela rebolava tentando me ajudar, empurrando a bunda contra mim, me ensinando o movimento. Eu gozei pela segunda vez, mais um jato de porra pra minha gostosa, enchendo o que já estava cheio. O líquido saía a cada estocada fazendo um barulho úmido.

Ficamos ali, respirando pesado. Eu ainda dentro dela, a pica amolecendo devagar enquanto a buceta continuava apertando em pequenos espasmos. O cheiro de sexo impregnava o ar. O shortinho dela estava jogado na sala, junto com minhas roupas. Eu passei a mão pela bunda enorme, apertando, e super feliz por ter comido aquela mulher gostosa.

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