Contos Eróticos Boquete da Vizinha: O Dia que Ela Engoliu Tudo no Meu Apartamento

Eu morava no terceiro andar de um prédio tranquilo, daqueles onde todo mundo se conhece de vista. A vizinha do 302, Larissa, era impossível de ignorar. Tinha uns 28 anos, corpo escultural, pele morena clara, cabelos pretos longos e ondulados, boca carnuda e um sorriso que misturava timidez com safadeza. Ela sempre usava roupas leves em casa: shortinhos jeans e regatas finas que marcavam os seios médios e empinados. Eu já tinha fantasiado com ela várias vezes, mas nunca imaginei que aquilo fosse acontecer de verdade.

Era uma tarde quente de sexta-feira. Eu estava sozinho no apartamento, só de bermuda, tomando uma cerveja gelada na varanda quando ouvi a campainha. Abri a porta e lá estava ela, usando um vestidinho soltinho florido que mal cobria as coxas grossas e bronzeadas.

— Oi… desculpa incomodar. Meu chuveiro parou de funcionar de novo e o seu é o único que entende de encanamento aqui no prédio. Posso usar o seu rapidinho?

Sorri, sentindo o corpo já reagindo só de olhar para ela.

— Claro, entra.

Enquanto ela tomava banho, fiquei na sala tentando me controlar. Uns quinze minutos depois, Larissa saiu do banheiro com o cabelo molhado caindo nos ombros e o vestido colado no corpo úmido. Os bicos dos seios marcavam o tecido fino. Ela não estava usando sutiã.

— Muito obrigada… disse ela, aproximando-se. Seus olhos desceram pelo meu peito nu e pararam na bermuda, onde o volume já começava a aparecer. — Nossa… você tá bem à vontade, hein?

O clima mudou instantaneamente. Ela mordeu o lábio inferior e deu mais um passo. Sem dizer nada, colocou a mão espalmada no meu peito e desceu devagar até a barra da bermuda.

— Larissa… comecei, mas ela colocou o dedo na frente dos meus lábios.

— Shhh. Faz tempo que eu te olho pela janela. Quero sentir você.

Ela se ajoelhou ali mesmo na sala, bem devagar, mantendo o olhar preso no meu. Puxou minha bermuda para baixo e meu pau saltou para fora, já meio duro. Larissa sorriu satisfeita, segurando a base com a mão macia e quente.

— Que delícia… grosso e cheiroso murmurou.

Ela começou beijando a cabeça rosada, dando selinhos molhados, lambendo em volta da glande como se estivesse saboreando um sorvete. A língua quente e molhada girava devagar, pressionando a parte de baixo da cabeça onde sou mais sensível. Eu soltei um gemido baixo, segurando levemente os cabelos dela.

Larissa abriu mais a boca e deslizou os lábios macios pela extensão, engolindo metade do meu pau de uma vez. O calor úmido da boca dela era insano. Ela começou a subir e descer a cabeça em movimentos lentos e ritmados, enquanto a mão massageava a base que não cabia na boca. O som molhado ecoava na sala: gluck… gluck… gluck…

Ela tirou meu pau da boca por um segundo, olhou para cima com olhos pidões e pediu:

— Pode segurar minha cabeça? Eu gosto.

Segurei seus cabelos com as duas mãos. Larissa abriu bem a boca e desceu até sentir a cabeça encostando no fundo da garganta. Ela engasgou levemente, mas não recuou. Lágrimas de esforço apareceram nos cantos dos olhos, mas ela continuou, forçando mais fundo. O nariz dela quase encostava na minha barriga.

— Caralho, Larissa… que boca gostosa — gemi.

Ela gemeu em resposta, a vibração percorrendo meu pau inteiro. Começou a acelerar, chupando com mais fome. A saliva escorria pelos cantos da boca, pingando no queixo e nos seios. Ela usava a mão para masturbar o que não cabia, torcendo levemente enquanto a boca sugava a cabeça.

Em um momento ela parou, tirou meu pau da boca e bateu ele contra a própria língua várias vezes, fazendo barulhinhos safados. Depois lambeu toda a extensão, da base até a ponta, passando a língua quente pelas bolas, chupando uma de cada vez com cuidado, enquanto a mão continuava punhetando.

— Você gosta assim? perguntou com a voz rouca.

— Porra, eu amo.

Ela sorriu safada e voltou a engolir tudo. Dessa vez usou técnica diferente: descia até o fundo, ficava alguns segundos com o pau todo dentro da garganta, contraía a garganta e subia devagar, girando a língua na cabeça. Repetia sem parar. Meu pau estava brilhando de saliva, latejando forte.

Levantei ela um pouco, tirei o vestido dela. Os seios perfeitos pularam livres. Larissa voltou a ajoelhar, agora completamente nua, só com a calcinha fio-dental. Ela pressionou meus pau entre os seios e começou a fazer um titfuck lento, cuspindo saliva no meio para lubrificar. A visão era perfeita: boca carnuda aberta, língua para fora, olhos fixos em mim enquanto meu pau deslizava entre os seios macios.

Depois voltou para a boca com mais intensidade. Segurou minhas coxas e começou a mamar com força, balançando a cabeça rápido. Os sons molhados ficaram mais altos e obscenos. Eu sentia a garganta dela apertando a cabeça do meu pau a cada descida profunda.

— Vou gozar… avisei, ofegante.

Larissa não recuou. Pelo contrário, chupou ainda mais gostoso, gemendo como se estivesse com tanto tesão quanto eu. Segurei a cabeça dela firme e gozei forte, jatos grossos explodindo direto na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, continuando a chupar devagar enquanto eu tremia de prazer.

Mesmo depois de gozar, ela ficou lambendo suavemente, limpando cada centímetro, sorrindo satisfeita.

— Hum… gostoso pra caralho disse ela, passando a língua nos lábios.

Ficamos um tempo ali, eu sentado no sofá, ela entre minhas pernas, acariciando meu pau semi-duro com a ponta dos dedos. Não foi a última vez. Depois daquele dia, sempre que um de nós precisava de “ajuda”, a vizinha aparecia.

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